Programação #SuperTrends2016

Quinta-feira, 28 Abr

19:00 às 20:30

OPEN TRENDS

Uma das novidades deste ano, o OPEN TRENDS é o happy hour de abertura do evento. Será a primeira das muitas oportunidades para realização de networking e troca de experiências entre os participantes!

Local: Cobertura do Cubo Coworking

Rua Casa do Ator, 919 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

O OPEN TRENDS é aberto a todos. Para participar basta se cadastrar aqui:

https://docs.google.com/forms/d/1sGiN_nzDLWvHoRcrR4jqk9x5b3Xj8HLW290kxg6Vdxc/viewform

Sexta-feira, 29 Abr

Sala Massimus Sala ContaAzul Sala Insights
08:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura Oficial
09:15 Keynote de Abertura com David Hussman
From Progress to Product: How do we get there?

We’ve spent years working on helping teams and programs visualize progress and work to get more done. In some places where flow was more of a constant, the focus switched from getting more down, to learning faster, sometime learning that what was getting done was not really needed or valuable. This talk will explore the importance of where were have been as a vehicle for where we can go.

10:15 Feedback Wall – Acelerando melhoria contínua no ambiente organizacional
Cristiano Basso (HP)
Times não são escaláveis
Scheila Giongo (ContaAzul)
Diversificação ou foco, qual a melhor estratégia para sua empresa?
Joaquim Torres (Locaweb)

Como melhoramos o ambiente de trabalho na HP R&D com o uso de uma ferramenta simples que promove uma série de benefícios para toda a comunidade do laboratório!

Nessa trend talk vou compartilhar como crescemos o time de engenharia de 08 para 80 pessoas em pouco mais de 02 anos. Vou provocar uma reflexão de como o modelo de gestão idealizado no século passado continua a influenciar a forma que construímos empresas hoje e como a agilidade nos permitiu fazer diferente.

Google, Microsoft e várias outras empresas adotaram a estratégia de diversificação do portfólio de produtos. Já Facebook, Twitter, airbnb, Uber e vários outras empresas optaram pelo foco em único produto. Qual a melhor estratégia? Quando aplicar uma ou outra? Nessa trend talk serão apresentados pontos positivos e negativos das duas estratégias e técnicas para gestão de portfólios de produtos.

Cultura: colocando o elefante na sala
Rafael Cichini (Just Digital)
Team Building – Software depende de relacionamento
Hélio Medeiros (ThoughtWorks)
Ambidestria Organizacional e o ágil em escala
Ramon Tramontini (Objective)

Você ainda sente resistência de times, pessoas ou mesmo áreas da empresa em adotar práticas ou pensar de forma ágil? Um dos mais difíceis – ainda mais importantes – aspectos de qualquer transformação é a mudança de cultura. A cultura pode ser a melhor amiga de uma empresa, mas também pode ser o maior obstáculo. Na maioria dos projetos de mudança organizacional, a cultura é o “elefante na sala.” Não é só indiscutido, mas é indiscutível, pelo menos em qualquer forma séria e significativa. E ainda é a maior ameaça para uma mudança importante. Existe como mapear isso e é isso que vou abordar!

Seja sua empresa grande, pequena, startup ou consultoria, é impossível negar que membros de time virão e irão. Valor em software não é resultado apenas do conhecimento das pessoas e de sua aplicação, mas também dos relacionamentos e do que elas são capazes de alcançar juntas. Venha e vamos entender como aplicar esta prática coronária do XP em conjunto com técnicas de team building para criar excelentes relações, muito conhecimento e um time “eterno enquanto dura”.

Com a proposta de desmistificar questões pertinentes à adoção da metodologia Ágil nas empresas, a palestra “Ambidestria Organizacional e o ágil em escala” ministrada por Ramon Tramontini detalha a capacidade de lidar com situações que podem parecer antagônicas em um contexto de gestão de equipes de software. Faremos uma reinterpretação do manifesto Ágil, o entendimento dessas técnicas e o que tivemos de fazer diferente para a construção do conceito Ágil dentro de um contexto corporativo. Na prática. vamos contar como saímos do zero para uma equipe muito grande que entrega 14 mil horas de desenvolvimento por mês, separando questões de ambidestria.

11:15 Smiles: Sorrindo com 60% menos defeitos
Heitor Roriz e Marcio Vitale (Massimus)
Aprendendo a aprender
Leandro Angelo (CI&T)
Do recrutamento à seleção: o que acontece nos bastidores?
Silvia Kihara e Gregório Melo (ThoughtWorks)

Redução de 60% dos defeitos produzidos no maior projeto da história da Smiles.

Promover melhoria de maneira contínua sempre é um desafio e uma das dificuldade está em estabelecer uma cultura de troca de experiências que capture ao máximo o aprendizado emergente promovendo um ciclo de kaizen de alto impacto. Tínhamos que tornar a dinâmica de retrospective mais rica e precisávamos compartilhar todo o aprendizado e inovação. Vamos compartilhar como aprendemos a discutir soluções de problemas complexos envolvendo muita gente inteligente e de opinião forte, trazendo mais objetividade, cadência e consenso sobre impacto e prioridades baseado em experiências.

Venha descobrir como acontece um processo seletivo realmente colaborativo. De maneira geral, o recrutamento em empresas mais tradicionais é ditatorial: são os chefes que escolhem os novos contratados. Em empresas mais modernas, as decisões são baseadas em democracia. E quando não existem chefes, de quem é a palavra final? Nesta palestra vamos compartilhar como trouxemos os valores da agilidade para formar um processo seletivo baseado em consenso, no qual a opinião de todos tem a mesma validade.

Práticas para Arquitetura Sustentável em Ambientes Ágeis
Eduardo Guerra (INPE)
Best Practices for High Effective Meetings
Dairton Bassi (Agile Trends)
11 maneiras de compartilhar conhecimento em times ágeis
Mariana Graf (Taller)

Um dos grandes desafios ao se utilizar métodos ágeis em projetos complexos é como lidar com a arquitetura do software. Essa Trend Talk irá apresentar práticas, extraídas de equipes reais, para lidar com arquitetura de uma forma sustentável durante um projeto ágil. O quanto eu preciso desenvolver da arquitetura no começo do projeto? Como evolui-la durante as iterações? Como saber o momento mais responsável para implementar mudanças? Como lidar com incertezas e questões inesperadas? Essas são algumas das perguntas que as práticas apresentadas irão responder!

Abordagens ágeis estimulam reuniões e interações face a face entre os envolvidos no processo de desenvolvimento de software. Porém, apesar da proximidade e o contato frequente entre membros de equipe de desenvolvimento serem fundamentais para o sucesso de abordagens ágeis, pesquisas mostram que em geral, 50% do tempo gasto em reuniões é desperdiçado, apontando a necessidade de melhores práticas para fazer essas reuniões mais eficazes. Se você sente que isso acontece em suas reuniões, venha conhecer algumas técnicas para lidar com esse problema. Essa talk apresentará práticas genéricas para melhorar a produtividade de qualquer reunião, e também práticas específicas para melhorar a eficácia de cerimônias ágeis, tais como reuniões diárias, planejamentos, reviews e retrospectivas.

Hoje existem várias vertentes de estudos que mostram que o aprendizado e ensino compartilhados são altamente eficazes, não só no âmbito das empresas; e iniciativas como o Learning 3.0 são cada vez mais adotadas pelas organizações de cultura ágil. Esta talk destina-se a empresas de todos os tamanhos que querem ampliar suas práticas de compartilhamento de conhecimento dentro de e entre times ágeis. Não e necessário um super orçamento para evitar ilhas de conhecimento, e por isso venho falar sobre 11 práticas simples e inovadoras para incentivar a troca e o nivelamento de experiência.

12:15 Almoço livre
13:45 Usando testes generativos para uma melhor cobertura
Luiz Hespanha (Nubank)
Modelos Híbridos: Case, mitos, verdades, desafios e resistências
Vitor Massari (Hiflex)
Análise de Negócios aplicada em DevOps
Lisiane Serpa Rocha (ThoughtWorks)

Os sistemas tem ficado cada vez mais complexos, e com isto a complexidade e a dificuldade de se escrever testes cresce conjuntamente. Hoje é quase impossível cobrir todos os cenários de uma funcionalidade com testes automatizados. E aí que entram os Testes Generativos, que são testes onde são definidos geradores de dados de entrada e invariantes de saída, e com isso é possível deixar que o computador crie uma massa de dados randômicas a cada execução, possibilitando uma cobertura maior nos testes.

Muito se fala em modelos híbridos na combinação de algumas técnicas do gerenciamento tradicional dentro do Agile. Afinal de contas trata-se de um retrocesso? Uma nova tendência? Apenas uma combinação de ferramentas para um determinado problema? Nesta palestra será mostrado um case real de uma grande empresa do setor financeiro, alguns mitos e verdades sobre o tema.

Análise de negócios em um projeto DevOps? Quais foram os principais desafios e aprendizados ao aplicar técnicas de análise utilizando User Stories em um projeto de automação de infraestrutura em conjunto com operação e suporte do produto. Como identificar e priorizar o que é o real valor para o negócio.

18 Anos – Maturidade em Testes Automatizados
Marcelo Luís Walter (Objective)
Tool Box: Ferramentas essenciais na cultura da agilidade
Jorge Audy (DBServer)
Chega de “tapa na UX”!
Tiago Silva da Silva (UNIFESP)

Automatizar testes é uma das bases das práticas ágeis e uma das maiores alavancagens do processo de desenvolvimento, pois é suporte para quase todas as demais. Mesmo assim vemos que a maioria das empresas ainda não trabalham neste cenário. Mesmo as que se dizem ágeis. As dificuldades são similares: frameworks difíceis, cultura, falta de suporte tecnológico, legado, falta de conhecimento, demora… Este relato vem trazer uma luz sobre este cenário apresentando um caso real de automação de testes de mais de 18 anos.

O livro ToolBox 360° propõe-se a ser um guia de referência rápida, resultado de oito anos de experimentação e compartilhamento de metodologias ágeis. Uma compilação de métodos, técnicas e boas práticas usadas em equipes ágeis na DBServer e em seus clientes, através de centenas de cursos, workshops, pilotos e palestras.

Você é Designer, UX Designer, UXer, Desenvolvedor, Gerente, Analista ou, de alguma forma, está envolvido com o desenvolvimento de software?
Você já ouviu ou falou algo como: “- Dá um tapa na UX aí!”; “- Faz a UX da minha app aí?”; “- Tá faltando UX aí nessa interface!”; “- Tem UX demais aí!”?
Se sim para qualquer uma das opções acima, por favor, compareça nesta talk.
Vamos tentar esclarecer alguns conceitos para que você NÃO mais:
– Queira contratar ou seja chamado de “design”;
– Peça um “tapa no designer” (coitado do designer);
– Peça mais “design think”.

14:45 Fishbowl 1
SAFe, LeSS, DaD, Nexus: agilidade em grandes empresas

Facilitado por Alan Braz (IBM)
Fishbowl 2
Melhores ferramentas para desenvolvimento ágil

Facilitado por Mariana Bravo (Thoughtworks)
Fishbowl 3
Controlefobia

Facilitado por Juliano Ribeiro (Objective)
15:45 Coffee-break & networking
16:15 Show me your board!
Coordenação: Rafael Ando
Equipe de metodologia: agilidade na prática
Carla Micheli de Avila (Banco Central)
Startups financeiras inquietas
Rafael Nascimento (Adaptworks)

Quadro do SERPRO (Rafael Ando)
Quadro da Objective (Eduardo Garanhani)
Quadro da Taller (Aldo d’Aquino)

O Show me your Board! é uma sessão de demonstração de kanbans e quadros de atividades de equipes reais em nível avançado de agilidade.
Cada equipe apresenta seu board, explicando a sua mecânica, fluxos de trabalho, técnicas de comunicação e de gestão visual que utiliza.

Mostrar como a aplicação da filosofia ágil na equipe de metodologia mudou sua forma de atuação e gerou impactos positivos nas equipes de desenvolvimento.

As instituições financeiras tradicionais, como bancos, seguradoras e financeiras deixaram, ao longo de décadas, um forte rastro de foco excessivo em lucros e negligência às reais necessidades do cliente. Aproveitando o abismo criado entre estas instituições e seus clientes, surgem Fintechs brasileiras como Nubank, Biva e Vai Sobrar. Nesse papo, vamos explorar como algumas Fintechs exploram as falhas de relacionamento das instituições tradicionais através do foco em valores presentes no Manifesto Ágil.

AGILE PMO, Na condução de projetos de inovação
Marco Antonio da Silva (PPM Education/Oi)
Não adianta só ser Ágil. O negócio é ser Pragmático

Juan Bernabó (Germinadora)

No cenário econômico fragilizado, crescente necessidade de melhoria nos processos empresariais e organizacionais buscando eficiência e redução de custos, aumentar a velocidade do lançamento de produtos (TIME-TO-MARKET) que permita as empresas estarem na vanguarda de ampliação de participação de mercado. Queremos compartilhar uma proposta de unidade de negócios em formato de escritório de projetos (PMO) que irá fomentar e direcionar projetos de inovação dentro da empresa.

Muitas organizações adotam Agile, porém poucas obtém resultados reais. No mundo real pouco importam os meios, o que realmente importa são os resultados. Muitos se perdem otimizando meios, e esquecem que o objetivo principal é maximizar valor. E você? O que você está otimizando?

17:15 Cuidado. O Cisne negro vai te pegar!
Marcelo Neves (Anelox)
Maximizando o valor e não a vazão das entregas
Magno de Santana (DígithoBrasil)
Construindo responsabilidade no seu mais novo time ágil
Renan Siravegna (DígithoBrasil)

A teoria do Cisne Negro de Nassim Taleb diz que um acontecimento não previsto e quase impossível de acontecer pode e vai impactar mais que acontecimentos normais. Nesta palestra consideraremos como acontecimentos tidos como impossíveis podem impactar e destruir tudo aquilo que estamos construindo para o cliente. Tais acontecimentos impactam os negócios e o time que está construindo a solução.

Este talk o ajudará a aproximar-se e a entender as necessidades do consumidor, evitando despender tempo com ideias, reuniões sem fim, “achismos”, intuições e desenvolvimento de produtos que ninguém utiliza. Apresentarei conceitos e práticas para o desenvolvimento de produtos com objetivos claros de negócios, conhecimento do público-alvo e foco em entregas de valor.

Responsabilidade é o pilar de um time ágil e neste talk vou mostrar como a minha foi moldada. Vindo de um desenvolvimento de software cascata, a responsabilidade sempre foi algo presente mas não intenso, já que sempre havia um responsável que encarava todas as encrencas e problemas. Com essa “barreira” falhar era muito fácil, já que a pressão nunca chegava até mim. Vou relatar como foi lidar com isso ao entrar em um time ágil e que lições eu tirei dessa experiência, onde eu tinha ciência dos riscos e problemas para o cliente e tive que enfrentar a primeira falha e frustração de frente.

Utilizando a técnica das 7 dimensões do produto para capturar os critérios de aceite das histórias
Nelson Abu (Abu Consultoria)
Dívida Técnica: Quais as tendências na área e como enfrentar os desafios?
Graziela Tonin (USP/UFFS)
Como escalamos agilidade por meio de soluções descentralizadas de gestão
Rafael Miranda (HE:labs)

A técnica das 7 dimensões do produto faz parte do “Discover to Deliver”, uma abordagem criada por Ellen Goddiestener e Mary Gorman que traz práticas essenciais de análise e planejamento para você entregar colaborativamente produtos de alto valor agregado.

Dívida Técnica é uma metáfora criada por Cunningham que em sua primeira versão preocupava-se com as dívidas inseridas na forma de artefatos de código imaturos. Porém, esta vem sendo difundida nos últimos anos e estendida para os outros artefatos de software como: documentação, comunicação, arquitetura, times, etc. Formas, ferramentas, métodos e n opções de como se trabalhar com a mesma vem sendo criadas, algumas bem simples, outras tão mirabolantes e complexas que no processo de entendê-las à aplicá-las há uma grande chance de se gerar mais Dívidas Técnicas. Muitos são os desafios e dúvidas sobre como trabalhar com ela, surgem também questionamentos sobre sua real relevância. Um item comum em empresas e pesquisas é de que as mesmas existem, (talvez com outros nomes), afetam a qualidade dos projetos e geram algum impacto em custo, tempo, risco, ora com significativa importância, outrora que podem ser ignorados. Conviver é preciso! Entenda como utilizá-la de forma estratégica.

Normalmente quando fala-se sobre escalar ágil pensamos em quais processos são necessários para envolver muitas pessoas em projetos ágeis. Em geral o mindset é em escalar Métodos Ágeis. Nesta talk não falaremos sobre escalar o Ágil, mas sim em escalar a Agilidade. Contarei como fazemos isto usando um modelo de gestão pautado na descentralização, em que mais de 80 pessoas remotas se estruturam em times auto-organizados para gerar valor diariamente para nossos clientes e para a própria empresa, já que todas as nossas áreas (financeiro, RH, marketing, comercial, etc) funcionam da mesma maneira.

18:15

One Minute Talk

Esse formato foi pensado para abrir espaço a mais ideias de impacto e para potencializar a interatividade e o networking entre os participantes do evento.
Prepare a sua One Minute Talk para falar para uma audiência de 550 pessoas da Indústria de Software!

18:45

Happy Hour Agile Trends

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!

Sábado, 30 Abr

Sala Massimus Sala ContaAzul Sala Insights
09:45 Abertura
10:00

Keynote de Abertura com Alexey Villas Boas (ThoughtWorks)
Além dos times: o papel da tecnologia e agilidade na evolução de organizações

No mundo atual, vemos ciclos de mercado passando cada vez mais rapidamente. Novas tecnologias trazem novas soluções e formas de interagir com uma população consumidora cada vez mais exigentes e o dilema de inovação proposto por Christensen é cada vez mais pulsante no dia a dia das organizações. Como existir – e competir – em um cenário tão dinâmico, em que empresas bem-sucedidas vivem por 15 anos e não mais por 60?
Certamente, a estratégia ao lidar com tecnologia é chave para essa resposta e vemos um ecossistema de desenvolvimento de software cada vez mais complexo. A época em que se poderia adquirir toda uma suíte de produtos de uma única empresa e dormir em paz acabou e é preciso abraçar toda a complexidade das diversas camadas de tecnologia atuais. Além disso, são evidentes os enormes resultados que a indústria tem obtido do uso de métodos ágeis por times de desenvolvimento e evolução de produtos de software. Mas, e além desses times?
Muito mais do que metodologias de desenvolvimento de software, discutiremos os aspectos culturais, de tecnologia e estrutura organizacional relevantes nesse contexto, e como as empresas necessitam abraçar esses valores para além dos times, para criar culturas efetivamente inovadoras e que permitem aprendizado e reinvenção constantes.

11:00 Onde estamos?
Rafaela Mantovani Fontana (UFPR)
Como eu entrego um novo produto em um novo mercado em 8 semanas?
Camila Achutti (Ponte 21)
Growth hacking: como utilizar o review das stores para melhorar seu app
Rafael Auday (Concrete Solutions)

Muitas equipes já estão utilizando métodos ágeis há tempos, mas têm dificuldade de saber em que momento estão nessa adoção. Minha equipe já é ágil? Onde estamos nessa transformação? Esta talk apresentará a Bússola Ágil, uma ferramenta que permite que a equipe avalie onde está no processo de amadurecimento ágil. A ferramenta foi criada como resultado de uma pesquisa de doutorado que analisou como equipes ágeis evoluem com o tempo. Sem nenhuma prescrição de processo ou prática, ela permite que a equipe visualize e discuta onde está e para onde ainda pode ir na melhoria de processos ágeis.

Nessa talk vamos entender como a escolha de metodologias, tecnologias e parceiros podem impactar diretamente na qualidade e data da entrega final de produto digital.

Você sabia que existe uma poderosa ferramenta nas stores que você pode (e deve) utilizar para otimizar o seu app? São as avaliações dos usuários. Nesta palestra vou mostrar como utilizar a técnica conhecida como review mining para “garimpar” vários dados que serão muito úteis para melhorar o posicionamento do seu app nas stores (ASO), gerar novas features, validar features implementadas, analisar os concorrentes e melhorar o seu app no geral. Se você é empreendedor, PO, gerente de produtos ou desenvolvedor e trabalha com mobile, vale a pena conferir.

Escritório Ágil de Projetos?
Eduardo Meira Peres (DBServer)
Conhecendo o usuário em ambiente ágil
Marcella Medeiros (ContaAzul)
Arquitetura de um Projeto com o #AGILEARCHITECTURECANVAS
Anderson Hummel (Adaptworks)

A transformação de um escritório de projetos originalmente centrado num processo pesado e definido de software para a utilização de um processo leve e empírico. A mudança de mindset e a realização de trade offs entre conformidade x adaptabilidade, viés consultivo x auditoria e a institucionalização de valores como transparência, inspeção e adaptação a nível organizacional. A garantia da governança corporativa sem ferir a agilidade dos times. Exemplos e debate provocativo sobre o uso da técnica de análise de valor agregado em projetos ágeis.

Conhecer os usuários e criar experiências relevantes são meios cada vez mais estratégicos para a inovação e a vantagem competitiva. Uma investigação adequada possibilita desenvolver funcionalidades que atendam às reais necessidades dos usuários. O método de pesquisa etnográfica, ao estudar os hábitos e experiências atuais dos usuários, possibilita orientar mudanças e trazer novas soluções em projeto. O objetivo desta palestra é compartilhar a experiência de se desenvolver pesquisas com usuários no contexto de uma Startup, por meio da integração entre métodos ágeis e práticas etnográficas.

Site que fica fora do ar por excesso de usuários, investimento em ferramentas caras, tecnologias que não fazem sentido juntas… Isso só acontece com seu coleguinha do Waterfall, certo? Se você não tiver um bom desenho de solução seu cliente vai enfartar da mesma forma, ou no mínimo nunca mais vocês tomarão uma cerveja juntos. O maior problema, é como entender de forma rápida a arquitetura da sua solução? A maioria das técnicas clássicas exige um tempo valioso para entender tudo o que ocorre na sua aplicação. O #AGILEARCHITECTURECANVAS é uma técnica simples e eficiente para mostrar a arquitetura do seu projeto em relação ao Requisito Funcional Chave e a saúde dos processos de desenvolvimento do seu time. A técnica é 100% nacional e já foi aplicada com sucesso em mais de 10 times e 20 projetos.

12:00 Almoço livre
13:30 Machine Learning vai ajudar a sua empresa
Michel Pereira (Google)
Agile UX versus Lean UX: o que é cada uma e quais as diferenças?
Alessandra Peguim Rosa (Instituto de Pesquisas Eldorado)
Cerimônias e práticas Ágeis não ortodoxas
Guilherme Motta (SICREDI)

A palavra do momento é Machine Learning, mas como esta tecnologia pode ajudar a sua empresa? Vamos bater um papo sobre como ML é usado dentro dentro do Google e como tirar proveito na sua empresa.

Lean UX é uma abordagem prática dos entregáveis de UX, oferece dinamismo e rapidez para fazer com que os MVPs (Produto Viável Mínimo) de UX não sejam atrapalhados pela burocracia. Enquanto o Agil UX integra os métodos de UX dentro das metodologias ágeis para criação de projetos usada por equipes de desenvolvimento. Curiosamente as equipes de Lean UX se utilizam do Agile UX para coordenar o desenvolvimento de software e agregar valor ao time de desenvolvimento.

Nesta palestra vamos focar na apresentação de cerimônias e práticas Ágeis que vão além das mais conhecidas provenientes de eXtreme Programming, Scrum e outras metodologias. Tambem será abordado alguns cases utilizados em startups, clientes e empresas de pequeno, médio e grande porte e o seus respectivos resultados, sejam eles de fracasso ou sucesso. O intuito é proporcionar uma reflexão aos participantes da palestra e um convite a entender o seu próprio contexto experimentando e avaliando os resultados de novas cerimônias e práticas.

Open source: mais trend do que nunca
Giovanni Bassi (Lambda3)
Teste de usabilidade na Sprint; Entrega contínua de boas experiências
Glauber Laender (DígithoBrasil)
Hackers para Gestão
Simone Pittner

Empresas que nunca imaginamos estão abrindo o código dos seus principais projetos. Existe um motivo pra isso estar acontecendo. Será que o seu projeto de hoje não poderia ser aberto?

A maioria das ferramentas e processos ensinados para trabalhar UX de um produto conflitam com os métodos ágeis em sua premissa de trabalhar todos juntos com o mesmo objetivo em suas iterações. Quero apresentar conceitos da UX aplicadas nos métodos ágeis e alguns cases de testes de usabilidade aplicados durante a Sprint. Primeiro paradigma a ser quebrado é de que esses testes devem ser feitos por um profissional especialista. Desenvolvedores, POs, SMs também podem realizar testes e resolver user stories usando técnicas simples de Design Centrado no Usuário. Isso tudo durante a Sprint.

Os agilistas sairam dos times de desenvolvimento e encararam as gestões hackeando-as e tornando-as humanizadas. Seguindo os valores e princípios ágeis e práticas Kanban, SCRUM e Mng 3.0. Em fevereiro, serão 16 anos de manifesto, e vale entender essa tendência Hacker, como e onde ela está acontecendo. A palestra será simultaneamente desenhada seguindo as práticas de Design Thinking.

14:30 The Teenage Mutant Ninja Agilists
Manoel Pimentel (Adaptworks)
The Lean Pyramid 3.0 – The Transformation Framework
Samuel Crescêncio (LeanIT101)
Agile Planning Board – Transparência para estimativas e planejamento de projetos
Edson de Sousa (Massimus)

Nessa palestra, você vai conhecer a história dos Teenage Mutant Ninja Agilists. Um TMNA é um verdadeiro bicho estranho. Um adolescente, que recém chegou aos 15 anos. Adolescente que ao mesmo tempo encanta, por sua destreza, também pode assustar por ser tão difícil de compreender/conviver. Que ao mesmo tempo que pode ajudar a eliminar desperdícios e na criação valor para toda a cadeia de negócio, pode ser extremamente mortal quando nas mãos erradas. Essa é uma palestra do tipo provocativa-reflexiva-autobiográfica que objetiva fazer uma grande revisão através de histórias reais de sucesso e falhas em experimentações ágeis. Toda essa revisão será importante para entender o que são os métodos ágeis e, para onde eles irão face aos novos desafios que a adolescência e a vida adulta estão mostrando.

Uma década inteira se foi desde a primeira versão da Pirâmide Lean. Já é tempo de uma atualização significativa para incorporar novas idéias, novos princípios lean e também novas técnicas para estratégia, gestão e engenharia. Esta última reflete a evolução da tecnologia e da infraestrutura em nuvem para servir a crescente demanda por informação dos negócios frenéticos dos dias de hoje. A quantidade e complexidade da informação aumentou muito. A habilidade de rapidamente desenvolver e entregar a solução certa, dentro do prazo e do orçamento nunca foi tão crucial. Por outro lado, os desafios envolvidos em organizar os times e gerenciar o fluxo de informações, tarefas e atividades necessárias para criar inovações disruptivas também tornou-se crítico. Isso é verdade para qualquer empresa que queira se manter no mercado, seja esta uma software startup ou uma corporação multibilionária. Felizmente, também nunca foi tão fácil construir soluções de qualidade, ao mesmo tempo em que são seguras, confiáveis, performáticas e com custo eficaz. A Pirâmide Lean 3.0 apresenta um framework de transformação que emergiu após a aplicação do modelo em dezenas de empresas de todos os tamanhos. A audiência vai se beneficiar da efetividade de um modelo comprovado e entender a miríade de aspectos envolvidos na transformação de uma empresa. Irão aprender sobre como criar uma organização lean, capaz de aprender e melhorar constantemente, além de liberar um poderoso fluxo de valor para encantar seus clientes.

Estimar não é uma atividade fácil. A falta de alinhamento entre os envolvidos sobre valor de negócio, itens arquiteturais e a real complexidade de construção, por muitas vezes nos leva ao fracasso. O Agile Planning Board foi criado com a ideia de auxiliar times iniciantes a realizar boas reuniões de planejamento de releases e de sprints, mas com o tempo se mostrou mais do que isso. Nesta palestra será demonstrado o objetivo do Board, como utilizá-lo e serão citados exemplos reais de como o autor solucionou conflitos em empresas como Petrobras, Brasilprev, Porto Seguro, Bradesco e Serasa.

Ready, Sync & Go: Uma abordagem comprovada para adotar Ágil em Escala
Hugo Azevedo (CA)
Gestão de Portfolio: fazendo a bola chegar redonda
Carlos Felippe Cardoso (K21)
Comparando maçãs com maçãs: uma técnica de normalização de complexidade funcional matadora para você parar de sofrer com gestão de escopo e demonstração de performance em projetos ágeis
Fernando Ostanelli e Gilson Gaseorowski (CI&T)

A adoção de práticas ágeis de forma isolada em algumas equipes acaba com frequência trazendo resultados insatisfatórios. Conheça os passos necessários para uma adoção bem sucedida de Ágil em Escala. A experiência obtida a cada nova implementação permitiu aos especialistas da CA Technologies a elaboração de um conjunto de melhores práticas que pode ser utilizado com clientes em diferentes níveis de maturidade, resultando em uma abordagem única e eficaz para a obtenção de benefícios reais na adoção de práticas ágeis.

Quem já desenvolveu algo que no final nunca ninguém usou? Quase todos já passaram por isso. Apesar de vivermos uma época em que a demanda é sempre muito maior que a nossa capacidade de entrega (mal do século XXI para todo Knowledge worker), continuamos a selecionar muito mal o que deve ser feito.
Nessa palestra vamos discutir como melhorar o UpStream da nossa cadeia de valor, para que a bola chegue mais redonda para TI. Vamos mostrar ferramentas poderosas como: Cost of Delay, Validation Board e Kanban de Portfolio. Vamos trazer alguns cases de sucesso para mostrar como grandes empresas têm conseguido obter melhoras significativas na sua gestão de portfolio.

Gestão de escopo de projetos de software tem um potencial altíssimo de catastrofe e conflitos e isso não é exclusividade de projetos ágeis. A maioria dos problemas de escopo em projetos é decorrente de comunicação falha, gestão ineficaz de expectativas e fragilidade na construção dos acordos que serviram de base para estimativas e negociações com os clientes. Nessa sesão compartilharemos um método que desenvolvemos para normalização de complexidade funcional e que tem se provado extremamente eficaz e poderoso para embasar estimativas e acordos de escopo de projetos ágeis.

15:30 Fishbowl 4
ITIL, CMMi, ISO, MPSBR, Cobit e Agilidade

Facilitado por Yóris Linhares
Fishbowl 5
TI bimodal: um avanço ou um retrocesso?

Facilitado por Caio Cestari
Fishbowl 6
15 anos depois, já somos ágeis?

Facilitado por Klaus Wuestefeld (Objective)
16:00 Coffee-break & networking
16:30 Show me your board!
Coordenação: Rodrigo Yoshima
Negociação e Administração de Conflitos
Fabiano Milani (Massimus)
Teletransporte e OKRs: Um estudo de caso
Luis Fabiano Figaro

Quadro da Catho (Paulo Lomanto)
Quadro Link entre Desenvolvimento e Produto Aspercom (Rodrigo Yoshima)
Quadro da CI&T (Rodrigo Silva)

O Show me your Board! é uma sessão de demonstração de kanbans e quadros de atividades de equipes reais em nível avançado de agilidade.
Cada equipe apresenta seu board, explicando a sua mecânica, fluxos de trabalho, técnicas de comunicação e de gestão visual que utiliza.

Em nossa realidade hoje, nos deparamos constantemente com a necessidade de tratar situações delicadas na implantação das práticas ágeis que exigem habilidades de tratarmos situações de negociação de apoio de outras áreas (técnicas ou negócio), escopo, tempo e administrar os diversos conflitos que surgem nesse contexto. Iremos abordar algumas técnicas de negociação e administração de conflitos que nos auxiliam e utilizamos em nosso dia a dia nos trabalhos de coaching que realizamos em nossos clientes tais como: – Havard Business Scholl – Negociação 3D – Ethos / Logos / Pathos – Psicologia da influência – Dissonância Cognitiva – FBI – Ambiente hostil – Paul Ekman Institute – Micro expressões

Uma empresa familiar de viagens interplanetárias através de aparelhos de teletransporte tenta implantar OKRs em sua gestão. Quais as dificuldades, problemas e soluções encontrados ao longo desse caminho?
A representação de experiências reais vividas por vários profissionais entrevistados que atuaram em diversos papéis na implantação de OKRs em suas próprias empresas. Quais os DO’s e DONT’s quando se trata desse tema.

A influência do Perfil Comportamental do indivíduo e do time na alta performance
Renata Frank (Integralidade Desenvolvimento Humano e Corporativo)
Desvendando o poder das métricas
Breno Campos e Raphael Albino(Plataformatec)

Desde 1920 é possível identificar perfis comportamentais (do indivíduo/time) através de técnicas voltadas ao ambiente organizacional. O resultado visa gerar valor, maior maturidade e aumento de desempenho, com foco em melhorar a comunicação, elevar o grau de importância da boa relação interpessoal sem anular valores, expectativas e perfis individuais dos envolvidos.
Um ambiente ágil que busca alta performance não deve desconsiderar competências comportamentais. Apresetarei neste Trend Talk os perfis comportamentais existentes e como desenvolver o time em busca de desempenho integral.

Quem nunca precisou passar um prazo de entrega de uma release? Projetar datas de entrega usando velocidades de sprint são muito imprecisas. Quais são as técnicas alternativas para obter projeções mais realistas? Como antecipar possíveis gargalos dentro do processo de construção do meu produto? Como posso expor para os stakeholders as evoluções dos times de forma transparente e simplificada? De forma simples e sem complicação, esperamos reforçar a importância em se gerar aprendizado a partir dos dados, com exemplos práticos que podem ser aplicados no dia-a-dia.

17:30

One Minute Talk

Este formato foi pensado para abrir espaço a mais ideias de impacto e para potencializar a interatividade e o networking entre os participantes do evento.
Prepare a sua One Minute Talk para falar para uma audiência de 550 pessoas da Indústria de Software!

18:00 Rafael Pereira (LinkedIn)
Contratação e Networking 3.0
19:00

Troféu Luca Bastos e encerramento

Um prêmio exclusivo do Agile Trends. As melhores apresentações de cada ano serão premiadas com o Troféu Luca Bastos, em homenagem a um grande membro da comunidade brasileira de software.