Programação Agile Trends 2018

(*) Agile Trends Teams e Agile Trends Management: Veja a descrição das 16 trilhas.

 
 
 

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26/03

07:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:15 Abertura Oficial – Dairton Bassi
09:30 Keynote

11:00 Keynote

12:15 Almoço livre
Trilha
Agile Coaching
Trilha
Práticas Ágeis do Dia a Dia
Trilha
Agile Testing & Qualidade
Trilha
Agile UX & Design Thinking
14:00 O poder dos jogos para times ágeis
Wellington Uellner (Sthima)
3 modelos de prateleira para entrar no mundo ágil com o pé direito
Alexandre Nodari (Objective)
Evolução real na criação de uma Comunidade de Prática na organização
Rodrigo Murari Severo (Sicredi)
Agile Design: um framework para construir a coisa certa do jeito certo
Eduardo Meira Peres (DBServer / PUCRS)

Todos nós em algum momento da vida já experimentamos a diversão que os jogos proporcionam. Mas será que os jogos servem apenas como passatempo, alívio de stress ou distração? Pesquisas recentes indicam que esta atividade é fundamental para a formação de times. Jogos proporcionam entregas melhores, aumento de resiliência e maior flexibilidade quando mudanças inevitáveis ocorrem. Nesta palestra iremos explorar os 8 tipos de personalidades de jogadores baseado nos experimentos de Stuart Brown, autor do bestseller “Play”, e como o entendimento delas pode ajudar na evolução de times ágeis.

Tá! Assisti um monte de palestras legais aqui no evento. Mas segunda-feira volto pro meu trabalho e sei da correria que me espera. Vão me perguntar do evento, e tenho alguns minutos de atenção de algumas pessoas. Mostrarei para vocês 3 modelos simples, com 3 práticas iniciais cada, prontos para serem adotados com mínimo esforço.
1) Estamos criando um produto novo, e não sabemos com certeza como ele deve ser;
2) Temos um projeto bem definido e uma equipe para trabalhar nele;
3) Somos um time que recebe tarefas de todos os lados, por exemplo tarefas de evolução e manutenção de 2 ou mais produtos.

Nesta talk, vamos compartilhar a jornada da criação de uma Comunidade de Prática de Qualidade de Software em uma organização complexa e grande.
Demonstrar as dificuldades, ações de engajamento e principalmente a evolução cultural das pessoas no entendimento da importância desta ação dentro da organização para a Gestão do Conhecimento em um ambiente que está passando por uma Transformação Ágil.
A CoP surgiu em 2015 com encontros semanais e a cada semana vem crescendo e ganhando seguidores.

A partir de casos reais, será apresentado um framework para a criação de produtos digitais com prazo e custos fixos através da aplicação de técnicas de Design Thinking, Lean Startup e Métodos Ágeis. Seu ciclo de vida é formado pelas fases de Design, Concepção e Implementação. Na fase de Design um desafio é mapeado para uma oportunidade, que na fase de Concepção será transformado em uma visão de produto. A fase de Implementação será executada em sprints de desenvolvimento, baseadas no SCRUM, que poderão ser precedidas por sprints de descoberta baseadas no Lean Startup.

Quiz – CHA com o Agile Coach
Adriano Campestrini (Guerrilla Trainers & Softplan)
Icebreaks que aproximam pessoas!
Annelise Gripp (Integrare)
A importância dos conhecimentos de DevOps para um QA
Adriano Martins Pinto (Concrete)
Prototipação rápida em contexto ágil é redundância?
Felipe Marinelli (Venturus)

Traga seu smartphone conectado à internet. Pode ser notebook também. Vamos fazer uma competição/quiz e responder a questões sobre o que se espera de um Scrum Master, líder ágil ou Agile Coach em termos de conhecimento, habilidade e atitude.
Esta não é uma palestra comum. É o quiz sobre liderança ágil que você não pode perder!

O objetivo dessa sessão é trazer Icebreaks que o público aprenda, fazendo as próprias dinâmicas no evento.

Como a experiência de DevOps pode ajudar um QA em projetos ágeis?
Nesta talk vamos abordar:
– Ferramentas de CI para execucão dos testes automatizados;
– Utilização de containers para facilitar a simulação do ambiente do usuário final;
– Utilização de ferramentas que melhorem o valor gerado e a visibilidade sobre os cenários de teste.

A pergunta é retórica: certo ou errado, descubra como essa competência pode ajudar em projetos ágeis, quando chavear entre Prototipação de Baixa Fidelidade, Alta Fidelidade ou, como nós dizemos aqui: “Prototipação de Relacionamento Aberto”. Você pode definir isso depois, tomando um café, durante a daily, afinal, é pra ser Rápido, é pra ser Ágil. Protótipo só serve para validação? Protótipo em proposta comercial? Designers que codificam? Casos de sucesso? Tudo isso e muito mais em 25 minutos de puro conteúdo.

15:20 Shu Ha Ri – Acelerando a formação de líderes Lean/Ágil
Luiz Grecco (CI&T)
Medir para conquistar
Bruna Milare (Buscapé)
Como criar uma cultura de automatização de testes ágeis com ATDD
Axel Wilhelm Berle (AWB Internacional)
ROI de UX: Como UX influência o retorno de investimento de um negócio?
Guilherme Gonzalez (Ornito/Spread)

Shu Ha Ri é modelo de aprendizado oriental, base das artes marciais. Os fundamentos deste modelo, aliados a técnicas de aprendizado modernas, foram adaptados ao cenário de formação de líderes Lean / Ágil dentro da CI&T, como Scrum Masters, Gerentes de Projetos, etc.
Por privilegiar o aprendizado prático, transformou-se em um grande acelerador na capacitação das lideranças e ganhou rápida adoção tanto internamente quanto junto a clientes ajudando a endereçar um dos principais desafios na jornada Lean / Ágil.

Dentro do trabalho de coach ágil normalmente usamos métricas e alguns indicadores para avaliar o progresso dos times.
Afinal de contas é medindo que conseguimos analisar nosso desempenho para melhorar e assim conquistar melhores resultados para o negócio.
Neste Trend Talk será apresentado:
– Como foi realizado a medição do processo de trabalho dos times do Buscapé Company;
– Como analisar os resultados para identificar pontos de melhoria no processo;
– Como criar visões dos resultados para os diferentes níveis organizacionais: times, gestores e C-level;
– Principais resultados obtidos.

Palestra sobre a introdução de ATDD com Cucumber e Selenium/WebDriver na Heine.de, um grande e-commerce alemão. Como muitas empresas, a Heine.de se deparou com a necessidade de melhorar brutalmente a qualidade quando introduziu Scrum: nao era possivel “acrescentar” qualidade somente no final do projeto. Por falta de experiência cairam na armadilha do Cargo Cult com critérios de aceitação das User Stories, seguindo “a receita de bolo” ao pé da letra. Critérios de aceitação com cenarios Gherkin são na minha experiência a forma mais natural para introduzir gradativamente testes para user stories.

A Experiência do Usuário tem uma longa história como fator determinante sobre o sucesso de negócios, mas como podemos explicar isso de forma clara para aqueles que precisam justificar as mudanças e soluções propostas para a diretoria de uma empresa não-digital?
A proposta dessa palestra é apontar diversos casos e estatísticas comprovadas onde a UX trouxe até 4x mais retorno do que o esperado, apenas por seguir processos e otimizar negócios partindo das pessoas.

Potencialize as capacidades da sua organização com atividades colaborativas
Mayra R de Souza (ZAP Viva Real)
Como evoluir do Scrum para o Kanban com métricas
Cleiton Mafra (Senior Sistemas)
Saia da rotina e seja o Owner da qualidade
Fernando Santiago (Resultados Digitais)
Como empresas estão usando o Design Thinking para acelerar a inovação.
Gustavo Borja (Triggo Labs)

Atividades colaborativas como Icebreaker, Energizer, Inception Enxuta e Team Building, têm o valor de gerar um ambiente de confiança. Incentivadas nas metodologias ágeis, as atividades colaborativas auxiliam na interação dos conhecimentos tácitos, gerando assim maiores conhecimentos explícitos. Uma organização que aprende tem pessoas que aprendem dentro dela: um requisito chave para o desenvolvimento de software, uma atividade que tem como matéria prima o conhecimento das pessoas.
Com atividades colaborativas você potencializa a capacidade das pessoas e promove a gestão do conhecimento!

Muito se fala sobre o método Kanban, mas pouco se fala em como fazer a transição/evolução de verdade.
Nesta palestra vamos falar sobre como trouxemos o método Kanban para 32 times da Senior, quais foram o desafios, como engajamos os times e como trouxemos a abordagem estatística para as métricas de horas, leadtime e throughput. Vamos mostrar quais métricas estamos usando e como estamos usando!

Dentro do ciclo de desenvolvimento, qualidade faz parte desde o planejamento até o lançamento do produto. Um cenário perfeito se não tivéssemos alguns impedimentos, tornando improvável manter 100% da qualidade para o produto. Este cenário evidencia um problema, mostrando que, além de acompanhar todas as fases de desenvolvimento, precisamos pensar em ações que venham minimizar a ausência de qualidade. Vamos falar como podemos reforçar o conceito sobre qualidade através de guilds para todos os envolvidos no desenvolvimento do produto, tornando essa prática parte da cultura de qualidade da empresa.

Várias empress tentam migrar para processos de desenvolvimento ágil, mas se esquecem que para fazer diferente, é necessário alterar não só o modelo de trabalho, mas também a Cultura e engajamento do time.
Iniciamos os projetos em nossos clientes com um workshop de Service Design imersivo de 3 dias para que toda a equipe ajude a co-criar a solução. Essa metodologia ajuda não só a mudar o resultado do projeto, mas transforma os participantes em Evangelizadores da Inovação, melhorando a colaboração entre a equipe, incentivando o diálogo, reduzindo tempo de desenvolvimento e Time to Market.

16:30 Coffee-break & networking
17:00 Trend Talk
Trend Talker
Merit Money – Competição, colaboração ou reconhecimento?
Márcia Gomes (Serpro)
Decisões baseadas em “achômetro”? Conheça Software Analytics!
Eduardo Guerra (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
Design Comportamental: Influenciando o comportamento das pessoas
João Paulo Villa Mello (ContaAzul)

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O Merit Money é um sistema de reconhecimento que faz parte do Management 3.0 (Managing for Happiness), visando uma estrutura para fomentar a motivação intrínseca e a colaboração. Mas o que acontece quando se tem pessoas muito competitivas na equipe? Ou quando o time já é muito colaborativo? E para times auto-organizados e motivados?
Nesta palestra você vai conhecer a experiência do uso do Merit Money em três equipes de uma grande organização pública de TI, conhecendo os principais erros, acertos e comportamentos emergentes. Será que a sua equipe está pronta para usar?

Muitas decisões tomadas durante o desenvolvimento de um software, sejam elas sobre operação, negócios ou arquitetura, são muitas vezes baseadas puramente na experiência e na intuição. Existem diversos dados e informações ao alcance dos desenvolvedores que poderiam ajudar no processo de tomada de decisão, porém raramente eles são colhidos e usados para esse fim. Essa palestra irá apresentar a técnica de Software Analytics e como ela pode se encaixar dentro de um processo de desenvolvimento ágil. Serão apresentadas práticas para a identificação de decisões críticas para o projeto, para identificação de métricas e para a análise dos dados para a tomada de decisões.

Como grandes empresas e startups mudam os nossos hábitos, tornando-nos cada vez mais dependentes dos seus produtos? A ciência e a psicologia por trás de como nós interpretamos a informação e tomamos decisões explicam.
Discutiremos sobre abordagens que nos fisgam e nos apaixonam. Os gânglios basais, por exemplo, são uma parte pequena porém extremamente poderosa do nosso cérebro. São capazes de executar ações sem que percebamos. Você lembra se trancou seu carro? A porta de casa? E o principal: como as empresas e as startups usam essas técnicas para criar novos comportamentos? Let’s get hooked!

Trend Talk
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18:20 às 19:30

Happy Hour na área de estandes

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!

27/03

Trilha
Equipes e Práticas DevOps
Trilha
Cultura Ágil e Team Building
Trilha
Automatização & Ferramentas de Produtividade
Trilha
Planejamento e Entregas de Sprints
08:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura e avisos
09:10 Developer Experience: desbloqueando entregas ágeis
Bruno Tavares (Nubank)
Agile não é só para TI. Como áreas como RH e Financeiro utilizam Agile.
Alexandre Uehara (Alelo)
Automatização de testes de sistemas de Tráfego Aéreo
Aline Mendonça (Atech)
O que é produtividade nessa nova era?
Thyago Rebelato (BRQ)

Developer Experience é um termo que vem ganhando visibilidade em empresas que estão vivendo o processo de transformação digital.
O conceito fundamental de Developer Experience é simples: desbloquear o caminho para produção. Mas afinal, como lidar com essa experiência na prática?
Vamos conhecer melhor esse termo e entender porque investir em melhorar processos e ferramentas para suas equipes de entrega. Como isso ajuda a reduzir o Lead Time e melhorar o Time to Market, e ouvir experiências de equipes na remoção de bloqueios de processos.

Como áreas não TI estão utilizando Agile para projetos do RH ou Financeiro. Venha conhecer cases de uma grande empresa financeira, nos quais a cultura ágil foi disseminada para a empresa inteira, não só em projetos que envolvem TI.

A palestra tem como objetivo apresentar como teste de regressão é fundamental em sistemas críticos, e o tamanho do seu impacto quando não realizado, uma vez que quando executado manualmente é considerado praticamente inviável. Com a automatização houve ganho de produtividade, entrega rápida e consistência da informação.

Ok, já entendi o benefício do ágil. Sei que vou entregar valor, e ter pessoas engajadas e motivadas, e bla bla bla. Mas como eu meço a produtividade? No final das contas contrato várias consultorias e preciso saber se elas estão sendo produtivias. Fui questionado em todas as empresas onde passei para falar de transformação ágil! Preciso compartilhar o resultado disso!

Infraestrutura Imutável – A base das aplicações nativas na nuvem
Fernando Ike (QuintoAndar)
Desenvolvendo a cultura ágil em 36 times
Anderson Gonzaga (Senior Sistemas)
Trend Talk
Trend Talker
A arte de escrever user story: Quais são os segredos?
Carlos Eduardo Polegato (Softplan)

Infraestrutura Imutável é um dos mais fundamentais e importantes conceitos que é aplicado nos dias de hoje, mas poucas vezes identificado seu uso. Provavelmente, você deve usar e nem sabe, exemplo: Cattle Vs Pet ou SnowFlake vs Phoenix. Para o QuintoAndar, é a base para downtime inexistente para cada nova versão dos sistemas que sustentam o app que está revolucionando a maneira de alugar imóveis.

Nessa palestra irei comentar sobre os principais desafios, aprendizados e resultados de 24 meses de trabalho para escalar a agilidade em 36 times da Senior que atuam no desenvolvimento de sistemas para gestão empresarial, do agronegócio, do varejo, de pessoas e de acesso e segurança.
Irei apresentar de forma prática a estratégia utilizada e seus resultados.

Aguardando confirmação

User stories mal escritas é uma das principais causa de fracasso de sprints. O problema se agrava uma vez que esta causa é difícil de ser mapeada. Uma user story mal escrita prejudica o entendimento da necessidade, a estimativa, a priorização, escrita de critérios de aceite, a execução de tarefas e podem gerar diferentes gargalos.
Você se identificou com algum destes problemas? Passa por problemas com o tamanho da user story ou possui dificuldade em quebra-las user stories menores? Venha conversar conosco e aprender como outras equipes estão trabalhando com o assunto.

10:40 Trend Talk
Trend Talker
Indicadores: A observação altera o resultado
Marcelo Luis Walter (Objective)
Trend Talk
Trend Talker
Alinhando expectativas de prazo com o Reality Check
Henrique A. de Oliveira (Plataformatec)

Aguardando confirmação

Dentro do trabalho de consultoria e coaching ágil quase invariavelmente usamos métricas e alguns indicadores para avaliar o nosso progresso.
Afinal “só se melhora o que se pode medir…”
Contudo, indicadores são uma ferramenta perigosa, pois quando observamos, alteramos o comportamento do ambiente observado.
Muito além do experimento de Hawthorne, times observados em nossos trabalhos tendem a conformar seu comportamento à maneira como são medidos. Vamos discutir sobre isso nesta sessão.

Aguardando confirmação

O Reality Check é uma ferramenta de gestão construída em equipe, tendo como objetivo verificar o quanto uma entrega continua factível dado o contexto do projeto. A ideia central desta ferramenta é manter o alinhamento, concedendo visibilidade sobre o andamento do projeto.

Trend Talk
Trend Talker
Gestão de Pessoas e Team Building em Times Remotos
Marcus Flavius da Silva (Pagar.Me)
Trend Talk
Trend Talker
Criando League of Legends: como é feita a gestão de produto do jogo de PC mais jogado do mundo
Leandro Faria (Riot Games)

Aguardando confirmação

Num momento em que tantos sonham em desenvolver carreira como nômade digital e tendo tanta tecnologia de comunicação disponível, tá fácil desenvolver práticas saudáveis para a integração e team building de times ágeis trabalhando remotamente, certo? Será mesmo? Veja como estamos resolvendo esse desafio com alguns times remotos aqui no Pagar.Me.

Aguardando confirmação

Trabalhar em um ecossistema dinâmico e de rápido crescimento como o de League of Legends trás um grande desafio de foco. As oportunidades são muitas, e a habilidade de escolher a coisa certa a se fazer é crucial.
Na Riot, vivemos uma forte cultura de agilidade e foco no jogador, e adaptamos a visão de Product Management para o nosso contexto.
Neste talk vamos apresentar e discutir o framework sob o qual construímos League of Legends, estrutura de times, como elaboramos a estratégia de produtos e a visão da disciplina de Product Management na Riot.

11:50 Almoço livre
13:30 Trend Talk
Trend Talker
Comunidades Corporativas: Como escalamos o mindset ágil na empresa?
Paulo Fernando Ribeiro (Scopus)
Trend Talk
Trend Talker
Introduzindo o Kanban Maturity Model
Rodrigo Yoshima (Aspercom)

Aguardando confirmação

Do sonho à realização: nesta talk vamos contar como 7 pessoas escalaram o mindset Agile para a Transformação e Adoção a partir de uma Comunidade corporativa.
– Apresentação: Mapa Mental e Canvas foram a base para esboçar a percepção de valor para os lideres influenciadores e Executivos;
– Susto: 3 meses depois, projeto aprovado!
– Desafio: Cultura Organizacional;
– Jornada: Como tornamos tudo isso realidade a partir da “Comunidade Agile Scopus”, através de compartilhamento de conhecimento, posts semanais, workshops, consultorias internas e o evento Agile Day (4 estados conectados, palestrantes remotos e presenciais).

Aguardando confirmação

Transformar uma cultura requer entendimento, foco e técnicas de gestão de mudanças. Nas experiências de mais de 10 anos da Lean Kanban University conseguimos detectar padrões organizacionais e mapeá-los a diferentes níveis de maturidade. Desse exercício nasceu o Kanban Maturity Model (KMM) que é um mashup de sistemas Kanban, Lean e Real World Risk (Nassim Nicholas Taleb). Compreender o nível de maturidade que a sua empresa está é uma ferramenta importante para auxiliar seu processo de transformação, tornando o caminho melhor pavimentado para obter agilidade, previsibilidade e governança.

Trend Talk
Trend Talker
Guildas e Comunidades de Práticas: Erros e aprendizados que podem te salvar!
Thiago Soares (Youse)
Trend Talk
Trend Talker
Trend Talk
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Aguardando confirmação

Comunidade de Prática não é algo novo, mas recentemente tem recebido atenção especial por parte das organizações, muitas delas inspiradas pelo modelo Spotify de engenharia. Contudo, Guildas ou Comunidades de Práticas podem ser ainda mais complexas de se estruturar do que squads ou chapters.
Se você já iniciou uma ou mais comunidades de práticas na empresa onde trabalha, então já deve ter percebido do que estamos falando.
A ideia aqui é compartilhar o que aprendemos nas nossas tentativas bem ou mal sucedidas de estruturar uma ou mais comunidades de práticas nas empresas por onde passamos.

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14:40 Painel:

Painel:

Painel:

Painel:

15:30 Coffee-break & networking
16:00 Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes

17:00 Sorteio
17:20 Encerramento

 

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28/03

07:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:15 Abertura Oficial – Dairton Bassi
09:30 Keynote

11:00 Keynote

12:15 Almoço livre
Trilha
Gestão de Pessoas e Equipes Ágeis
Trilha
C-level: Visão Executiva e Estratégica
Trilha
Fundamentos para a Agilidade
Trilha
Gestão de Produtos
14:00 Como implementei Agile no RH da IBM
Arthur Garcia (IBM)
Os 7 grandes desafios da Estratégia e como Design e Ágil podem ajudar
Carolina Wosiack (CI&T)
Eliminando os 8 desperdícios do Lean no seu dia-a-dia
Aline Giunge (Concrete)
Seus clientes estão abandonando o seu produto? Aprenda como retê-los.
Gustavo Mendes Melo (Resultados Digitais)

Cases de implementação de Agile em áreas fora do meio de TI e desenvolvimento de SW estão cada vez mais populares. Este Talk é para mostrar como um problema que uma área de Recursos Humanos tinha foi resolvido com a implementação não só de práticas, mas da Cultura Ágil dentro de uma multinacional que acaba de completar 100 anos no país.

Diversos setores e indústrias se encontram em profunda transformação. Neste contexto o desafio para as empresas se manterem inovadoras e repensarem seu modelo de negócio requer novas formas de estratégias para o sucesso futuro. O Design é pedra fundamental no nosso processo de estratégia corporativa. Ao ampliar a definição de Design e expandir a aplicação de métodos de Design e Mentalidade Ágil para empresas, as empresas podem identificar novas possibilidades de soluções de mercado multidimensionais revolucionárias, estratégias de crescimento de mudanças em etapas e inovação organizacional.

Nessa Trend Talk abordarei sobre os 8 desperdícios do Lean apresentando o conceito do ponto de vista de Produção (Manufatura) e do ponto de vista do Desenvolvimento de Software, com base nas literaturas de Taiichi Ohno e os Poppendiecks, além de como identificá-los e como eliminá-los trazendo possíveis soluções através de conceitos, ações, técnicas, dinâmicas entre outros.

A aquisição de um novo cliente custa de 5 a 10 vezes mais do que reter um cliente atual e um aumento em 5% de retenção pode refletir em ganhos de 25% até 95% no lucro da empresa.
Se retenção é algo tão importante, por que as empresas dedicam pouco investimento e tem muitas dificuldades em mudar?
Churn é a métrica mais famosa para retenção e tem uma correlação grande com ‘growth’, porém ela nos diz pouco sobre a deficiência de retenção do produto.
Para mudar é necessário entender como funciona o ciclo de retenção e implementar táticas, no produto, que irão abrangir todas as fases.

Push&Pull – engajamento e a tensão entre objetivos de negócio e aspirações pessoais
Grazi Mendes (ThoughtWorks)
Trend Talk
Trend Talker
O C-Level não acredita em ambientes seguros e outros valores ágeis. E agora?
Cristiane Coca Pitzer (Paddy Power Betfair )
Roadmap – Agilidade e Estratégia
Izabella Lyra (Ikewai)

Estudo global da Aon revela que apenas 29% das pessoas são engajadas no trabalho. Não basta colocar piscina de bolinha, videogame ou liberar a bermuda, as pessoas querem espaço para desenvolver suas potencialidades e criar sentido sobre o seu próprio trabalho.
O Push&Pull é a tensão criativa entre as aspirações pessoais e objetivos organizacionais que utilizamos na ThoughtWorks.
O que se espera desse movimento é a cocriação de uma visão compartilhada para que a empresa e as pessoas possam crescer juntas, vivenciando um propósito genuinamente coletivo e construídos de forma colaborativa.

Aguardando confirmação

Cada vez mais observo executivos que pedem um “Agile pragmático”. Eles querem passar direto para a execução e obter seu ROI, ignorando os valores e fundamentos ágeis.
Neste talk apresento uma abordagem diferente para conseguir trazer altos executivos para dentro da transformação.

Um dos grandes desafios da Gestão de Produto de software é estabelecer, acompanhar e executar um roadmap alinhado às estratégias do produto e da organização. Um roadmap não se restringe ao software, mas inclui ações de negócio, comerciais, marketing e operacionais que precisam estar inseridas. Roadmap é negócio e desenvolver features deve seguir as estratégias desse negócio. A partir de princípios ágeis e de muita leitura apliquei sessões para definição de roadmap ágil em 3 empresas do grupo Ikewai. Vou falar sobre esta experiência, motivação, método, ganhos, dificuldades e percepções.

15:20 One-on-ones: aumentando o desempenho, uma pessoa de cada vez
Leonardo Andreucci (Creditas)
Trend Talk
Trend Talker
Os princípios do DevOps e como as equipes podem se beneficiar deles
Guilherme Cardoso (Microsoft)
Agile Analytics: Nova forma de gerir Product Backlog
Lucas Ricardo de Souza

Gestão de pessoas costuma ser um dos principais pontos a serem melhorados em qualquer empresa. Buscando vencer esse desafio, adotamos as reuniões one-on-one, que se tornaram parte fundamental da nossa cultura. Desta forma, resultados e ambiente melhoraram e os desenvolvedores passaram a ser ouvidos! Criamos uma relação de confiança entre equipe e gestor. Nesta palestra vou detalhar o que são one-on-ones, como fazer boas one-on-ones e estratégias para adoção. Vou colocar a técnica no contexto da gestão de equipes, com exemplos práticos da minha experiência.

Aguardando confirmação

O que é o DevOps independente de ferramenta utilizada? Muito se fala em DevOps aplicado a determinado ferramental mas pouco se fala da cultura por trás do DevOps e principalmente o que o DevOps pode trazer de benefícios para as organizações. Não existe receita de bolo. A ideia central dessa trilha é abordar formas, conceitos e trazer a tona como o DevOps pode beneficiar os times de infra, dev, gestão, arquitetura e principalmente o negócio.

Com a aproximação das áreas de negócio das equipes de desenvolvimento, se torna possível o uso de indicadores de negócio na gestão do Product Backlog. O volume de informações e a velocidade com que estas são propagadas geram, principalmente no PO, uma pressão para uma atualização constante. Este volume de mudanças torna complexa a análise por uma pessoa. Neste cenário, entra o uso de Analytics como ferramentas para que o PO consiga simplificar a sua gestão e assim tornar mais fácil a tomada de decisão e gestão do Backlog. Esta palestra apresenta exemplos de técnicas de Analytics.

O Jogo dos Troféus e o Plano de Carreiras
Matheus Haddad (Webgoal)
Trend Talk
Trend Talker
Squads, squeds, squids! Cuidado ao copiar as famigeradas “melhores práticas”!
Heitor Roriz Filho (Massimus)
Roadmap: Como manter a estratégia da empresa e alinhamento entre as áreas em cenários de extrema incerteza
Marcell Almeida (QEdu)

A estrutura organizacional e o modelo de gestão utilizados por uma empresa influenciam nas relações entre as pessoas e criam um “tabuleiro” onde um “jogo” social pelo poder acontece. Esse jogo pode ser observado a partir de “troféus” que simbolizam conquistas e acúmulo de capital social dentro das organizações. Nessa Trend Talk você vai entender os mecanismos que estabelecem esse “jogo dos troféus” e como planos de carreiras institucionalizam esta disputa. Mostraremos também como mudar as regras desse jogo para criar valor para os clientes em vez de estimular uma disputa interna pelo poder.

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As “modinhas do momento” como gestão horizontal, organizações exponenciais, transformação digital e o “Modelo Spotify” vem assolando o mercado brasileiro, carente de inovação e de profissionais capacitados em experimentação. O problemas das modinhas é que quando copiadas ou colocadas em prática na empresa, vai tudo por água abaixo e dão todos com os burros n’água! Entenda porque isso acontece e porque você, responsável por isso na sua empresa, pode estar ajudando a concorrência.

Um Roadmap tradicional não é suficientemente flexível para os métodos Lean e Agile. E quando eles possuem essa flexibilidade muitas vezes são fracos estrategicamente e acabam focando muito mais em features e datas do que em uma visão estratégica geral.
Vou dar exemplos de algumas das melhores práticas que vivenciei nesses anos como Gerente de Produto. Vou fazer isso ao demonstrar vários exemplos práticos de como é possível montar um roadmap com uma estrutura flexível que é focado em resultados estratégicos (outcome driven) e não em features e datas (output driven).

16:30 Coffee-break & networking
17:00 Trend Talk
Trend Talker
Trend Talk
Trend Talker
Como irradiar informação através de métricas em times ágeis
Marco Dubovski (PagSeguro)
Teste A/B: escalando a autonomia dos times de produto na B2W
Victor Hugo Novais (B2W Digital)

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A transparência é um dos valores do Scrum. Ela é importante tanto para garantir a confiança que os stakeholders têm no time quanto para que o próprio time possa se inspecionar e adaptar. Nessa palestra serão apresentadas ferramentas para gerar e irradiar essa transparência de informação para os stakeholders e para o time, tanto no âmbito do produto quanto no do processo de aplicação do Scrum.

Responsável pelo maior e-commerce da América Latina e com faturamento de R$13 bilhões ao ano, um dos maiores desafios da B2W é tomar decisões garantindo que a evolução dos produtos está melhorando a experiência de compra dos clientes.
Ao longo dos últimos anos escalamos a autonomia dos times por meio de uma cultura voltada para o desenvolvimento de ideias inovadoras validadas por meio de testes A/B conferindo confiança, transparência e racionalidade nas decisões de produto.
Neste Talk vou apresentar o teste A/B como elemento integrante da cultura B2W de gestão de produto.

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18:20 às 19:30

Happy Hour na área de estandes

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!

29/03

Trilha
Agile em Grandes Empresas
Trilha
Transformação Organizacional e Cultural
Trilha
Cases de Scrum & Kanban
Trilha
Planejamento e Gestão Ágil de Projetos
08:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura e avisos
09:10 Gestão de Projetos Ágeis
Anderson Garcel (BRF – Brasil Foods)
Jornada Ágil na TV Globo
Carlos Tristacci (Meta)
Do Scrum ao Kanban – Por que? Como? Onde?
André Suman Pereira (MATERA)
Transformação ágil em uma grande empresa, um post-it por vez!
Adriano de Pinho Tavares (FIAT Chrysler)

Compartilharemos neste Talk o caminho percorrido em busca do modelo ideal de Gestão de Projetos Ágeis, os desafios encontrados e o Padrão atual de Gestão que vem provando sua efetividade dentro da área de Transformação digital da BRF.

Para acelerar sua estratégia de transformação digital, a TV Globo está realizando a sua Jornada Ágil. O objetivo é criar um modelo integrado e escalável para gestão, evolução e sustentação de aplicações. Para este modelo, está sendo conduzindo um trabalho ostensivo de coach e mentoring dos executivos, gerentes e times na mudança para uma cultura Lean-Agile efetiva, empregando métodos, práticas e ferramentas para governança, gestão e desenvolvimento de aplicações.

Esta talk apresenta o case de uma equipe de produtos para o mercado financeiro, que trabalhava com times separados para desenvolvimento (Scrum) e suporte. Mostrarei a transição para uma equipe única, trabalhando com Kanban em um mesmo fluxo com demandas de falha e novas funcionalidades. Quais foram os motivadores? Como foi a transição? Quais os resultados? Veja na talk!

Como enfrentar os desafios da transformação ágil? Nessa talk vou falar das estratégias que funcionaram para a Fiat Chrysler e como estamos fazendo para promover a cultura ágil em uma grande empresa orientada por projetos.

Transformação Ágil na TOTVS: A Jornada dos Times de Desenvolvimento
Gustavo Candido (TOTVS)
Inova Agora | Transformação Digital
Léo Vitor Redondo (Softplan)
Transformação Organizacional na SURA Brasil: mudando Operações e TI
Eduardo Guedes (SURA Seguros)
Implementação de modelo ágil em escala (SAFe) no setor educacional “na dose certa”
Cleber Roberto dos Santos (Laureate International Universities)

A TOTVS é uma multinacional brasileira e umas das maiores empresas de desenvolvimento de software do mundo. Passamos por uma grande transformação ágil em várias áreas da companhia e hoje estamos “”escalando”” este modelo TOTVS para toda nossa operação. Queremos compartilhar essa jornada ágil que estamos trilhando e como estamos evoluindo, quais desafios enfrentamos e como isso impactou nosso dia-a-dia e as entregas dos times.

Tão ou mais importante do que adquirir as tecnologias para a transformação digital é reconfigurar a mentalidade das pessoas. No passado, os profissionais precisavam aprender para poder trabalhar; hoje, a carreira profissional é uma jornada de aprendizado. Segundo as novas regras das organizações digitais, as experiências de aprendizado devem ser ‘always on’ – ou seja, estar sempre disponíveis e estimuladas. Como trabalhar com os ativos e se preparar para essa onda de mudanças e quebra de paradigmas?

A SURA está passando em toda America Latina por um processo de transformacao organizacional e o Brasil assumiu a lideranca implantando Scrum@Scale na sua area de operacoes e TI. Entenda como as áreas de negócio foram afetadas, que módulos do Scrum foram utilizados e quais passos foram tomados na implantação em um grande departamento e a criação de uma equipe única de alta performance.

Realizar uma transformação organizacional para um “mindset” ágil e, consequentemente, coletar os benefícios gerados por tal, é um desafio e anseio de muitas empresas atualmente.
Este desafio se torna ainda mais latente em um cenário de 14 diferentes instituições com cultura organizacional e sistemas distintos, baixa aderência de métodos ágeis e times de desenvolvimento e negócios distribuídos geograficamente.
Nesta talk abordaremos como a Laureate implementou um modelo híbrido baseado em abordagem ágil em escala (SAFe), encapsulado por técnicas tradicionais de gerenciamento de projetos, em uma importante iniciativa nacional. Qual era o cenário inicial? O desafio? O que foi feito para integrar na mesma cadência um time de aproximadamente 100 pessoas geograficamente distribuídas do Amazonas ao Rio Grande do Sul? A integração com a governança organizacional? Quais os resultados obtidos?

10:40 Escalando Ágil Além da TI: Um case de implantação no setor educacional
Lucas Hanusch (Kroton Educacional)
Case Odontoprev
Rafael Cichini (Just Digital)
fluig + Agil: Case de Implantação do Modelo Spotify
Eliani Figueiró Ramos (fluig)
Gerenciamento de escopo para projetos militares sem perder a veia ágil
Fabio Cocchi (Atech)

Vamos apresentar os desafios da Kroton Educacional, que resolveu adotar o modelo de escala além da TI em um projeto denominado Avaliação de Proficiência. O resultado final é a aplicação de provas interdisciplinares para toda a sua rede de alunos. A ideia é apresentar desde quando tudo começou com 2 Equipes Scrum isoladas, até expandir para 9 equipes, forçando a “escala” do modelo utilizando elementos dos frameworks SAFe, Nexus e LeSS, culminando no modelo Scaled Kroton. Mais que focar no modelo serão apresentados os resultados quantitativos e qualitativos no que tange pessoas e produto.

Empresa grande, tradicional, de capital aberto, muita governança, gestão de projetos tradicional, grandes desafios, resistência… mas sabendo que precisava mudar. Alguém já viu este cenário? Vamos abordar como iniciamos este processo de transformação em parceria com a Odontoprev, como estão sendo permeadas estas mudanças e como estamos aumentando a vazão da esteira digital. Além de abordar como esta iniciativa tem começado a contagiar a empresa, mudar o modelo de contratação e orçamentos e um impacto cultural que hoje faz com que pessoas de diferentes áreas queiram fazer parte.

A transformação cultural para o mindset Ágil é um grande desafio para as organizações. Principalmente para as grandes corporações. O fluig é um produto da TOTVS e em 18 meses conseguimos transformar a cultura do time, implantando o modelo Spotify de Squads, formando times de altíssima performance. Entenda o caminho percorrido, desafios e resultados alcançados.

A palestra tem como objetivo apresentar como vencer os principais desafios de gerenciamento de um projeto de desenvolvimento de software com escopo fechado através de práticas ágeis.

Vivo: Transformando a experiência do cliente por meio da metologia ágil
Lucas Roberto Batista (Vivo)
Talent Retention: You´re doing it wrong!
Renato Willi (McKinsey & Company)
Adoção ágil onshore and offshore: Uma mudança de mindset
Leonardo Machado (TCS – Tata Consultancy)
O poder e a influência do Mindset Ágil nas estruturas de PMO
Fabio Cruz

Como a metodologia ágil está ajudando a Vivo na transformação da experiência digital de seus clientes e expansão da cultura digital na companhia com:
– mais agilidade;
– imersão centrada na experiência do cliente;
– menos burocracia;
– gestão fim-a-fim;
– olhar coletivo;
– pensamento lean;
– engajamento das áreas.

Um grande gargalo mundial para as Transformações Digitais é a dificuldade de se encontrar, atrair e reter talentos.
Grandes corporações têm utilizado estratégias pouco autênticas e incompatíveis para o que pessoas talentosas buscam atualmente.
Essa talk trará dados, práticas de mercado e ideias para serem compartilhadas e discutidas com o público a fim de explorar novas possibilidades na gestão de talentos.

O conteúdo do trend talk irá abordar os desafios e aspectos práticos na adoção ágil em uma companhia multinacional com times locais e internacionais. Também serão abordados aspectos culturais impactantes na mudança de mindset das equipes que impulsionam e ou atrapalham a transformação. Trata-se de um estudo de caso prático sobre desafios na mudança de mindset organizacional.

O PMO Ágil é uma característica que qualquer PMO pode ter, baseado em um Mindset Ágil que pode fazer parte de um PMO, independente do seu tipo, atuação ou foco.
Nesta palestra vamos apresentar o case do PMO Corporativo da Locaweb: o Mindset Ágil foi levado para os PMOs já existentes, de modo a acelerar a sua conexão com outras áreas que praticam agilidade. A adaptação se deu de maneira colaborativa a esta nova mentalidade.
Esta abordagem pode ser aplicada até mesmo em empresas tradicionais que possuem PMO e este pode ser o agente de mudança e um influenciador direto para a implementação do Agile.

11:50 Almoço livre
13:30 Trend Talk
Trend Talker
Nextel – Muda ou morre?
Thiago Fernandes Pereira (Nextel)
STATIK: Implementando Kanban para grandes organizações
Natalia Manha (IBM)
Como conectar a visão estratégica da sua empresa com o trabalho dos times (Like a Startup!)
Luis Gustavo Ferreira (Sicredi)

Aguardando confirmação

Com a compra de 60% por um grupo da Escandinávia e com a chegada de um novo presidente, o pontapé inicial para a abertura do pensamento ágil foi dado. Os valores da empresa foram mudados, as contratações passaram a ser baseadas nestes valores. Em 2016 foi criada a Nextel Digital para criação de novos produtos. Em 2017 fui contratado como Agile Coach para trabalhar a área e posteriormente a Nextel como um todo. Estamos colhendo resultados financeiros e aumento da base de clientes.
Vamos falar sobre os desafios, erros e acertos desta caminhada na qual estamos. Era isso ou fechar a empresa.

Caso de implementação global do Kanban para 40.000 pessoas pelo mundo com o uso do modelo STATIK

Cada vez mais as Startups estão nos mostrando novas formas de organizar e acompanhar o dia a dia do seu negócio. Um dos grandes desafios é manter a motivação dos times dando visibilidade e importância do seu trabalho, além de guiar a empresa para atingir seus objetivos. Como criar a conexão da visão estratégica com o trabalho dos times? Como criar controles que incentivem os times? Como engajá-los através do propósito e dos objetivos da sua empresa? Venha descobrir como as Startups trabalham e como você pode aplicar na sua empresa.

Trend Talk
Trend Talker
Trend Talk
Trend Talker
De cascata ao agile em games
Osmar de Melo Junior (Tapps Games)
Gestão de Portfólio com Kanban (Case PagSeguro)
Mariana Zaparolli (PagSeguro)

Aguardando confirmação

Aguardando confirmação

De cascata ao agile: Foi assim que a Tapps cresceu nos últimos 5 anos. Iremos contar sobre a trajetória de uma das maiores empresas de jogos do Brasil, desde o início, onde os times de 4 pessoas foram incentivados a encontrar as maneiras mais eficientes de produzir jogos (feitos em 1 mês) e como foi a transição para o mundo do agile.
Iremos contar também um pouco das nossas experiências, como a decisão de fazer jogos complexos impactou na mudança, nossos maiores desafios, como adaptamos os frameworks e o que aprendemos nos últimos 2 anos de produção de jogos.

A Gestão de Portfólio em empresas ágeis em crescimento é um grande desafio. A falta de visibilidade para alta gestão dificulta o alinhamento entre o estratégico e o tático. Essa apresentação mostrará a experiência de uso de Kanban aliado as ferramentas e processos enxutos para Gestão de Portfólio no PagSeguro que é uma fintech de médio porte. Compartilharei um resumo dos experimentos feitos, indicando as dificuldades, as adaptações, os resultados e as mudanças que a Gestão de Portfólio enxuta trouxe para a organização dos times ao nível executivo.

14:40 Painel:

Painel:

Painel:

Painel:

15:30 Coffee-break & networking
16:00 Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes
Atividade
Área de Estandes

17:00 Sorteio
17:20 Encerramento

*A programação pode ser atualizada a qualquer momento, sem prévio aviso.