Programação Agile Trends 2019

 
 

Dê um Play e Veja como foi em 2018

 
 
 

Programação 2019

12 DE ABRIL – AGILE TRENDS BUSINESS

7:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura


Dairton Bassi
(Agile Trends)

09:35 KEYNOTE
Aguardando confirmação


Trilha
Cases de Agilidade em Negócios
Trilha
Engajamento de Equipes fora de TI
Trilha
Fundamentos para Transformação Ágil
Trilha
Workshops

10:55 Kanban aplicado fora de TI: saiba como aplicar na próxima 2.a feira
Mauricio Correa
(Senior Sistemas)
Os desafios da agilidade na gestão de uma operação de atendimento ao cliente
Amanda Carvalho
(PagSeguro)
Tudo aquilo que não te contaram quando você começou a rodar ágil!
Giuliano Sposito
(CI&T)
LEGO® Serious Play® + Design Thinking Experience na concepção de projetos
Sergio Nascimento
(Framework)

Um dos principais objetivos desta palestra é trazer cases de aplicação de Kanban fora do ambiente de TI e como colocar em prática já na próxima segunda-feira. Exemplos de cases tratados na palestra: área de compras, marketing e recrutamento e seleção. Falaremos como apresentamos o “kanban” para este público “não técnico”, quais foram os passos para atingirmos êxito, que métricas utilizamos e quais dinâmicas e práticas utilizamos para realizarmos a gestão das atividades.

Centrais de Atendimento são conhecidas por serem o oposto de ágil: times inflados, processos lentos, burocracia e hierarquização. Pretendo dividir como estamos fazendo diferente no atendimento digital do PagSeguro, trabalhando com técnicas agilidade para a gestão de uma operação de atendimento via chat.

A palestra compila 10 anos de experiência minha com as principais dores e desafios que os times que estão transitando para uma desenvolvimento lean/ágil encontram dentro de suas empresas. “PO precisa ser de negócio? Sprints de duas semanas são curtos demais? Não conseguimos acabar as histórias! Eu tenho prazo de entrega! Meu time é compartilhado! Quero desenvolver um produto mas eu tenho um projeto!”. Se vc vive algum desses dilemas, então essa palestra é para você, abordaremos esses temas “complexos” e como nós atacamos eles no dia-a-dia.

É um método 100% dinâmico, que através da criatividade, auxilia as empresas em diversas questões como: desenvolvimento de equipes, gestão de riscos, resolução de problemas e conflitos,, planejamento estratégico e outras aplicações de acordo com a necessidade de cada empresa. Para esse caso será aplicada uma degustação em conjunto com o Design Thinking, desde a validação do problema até a prototipação! O que consiste no facilitador fazer perguntas aos participantes, estes devem construir as respostas com LEGO®, explicar o modelo e refletir em grupo.

11:30 Coca Cola KOMMIT: aplicação da metodologia Kaizen Sprint na Coca Cola
Luis Christofi e Gilberto Strafacci
(Setec Consulting Group)
Agile para RH, Marketing e Finanças? Tem também!
Rodrigo Giaffredo
(IBM)
Criando times ágeis em culturas tradicionalistas e hierárquicas
Renan Aguiar
(Rede)

Esta palestra tem como objetivo mostrar a aplicação da mentalidade ágil juntamente com outros métodos de Excelência Operacional na Coca Cola Company, considerando 10 fábricas trabalhando em um ambiente colaborativo com base em Planejamento de Backlogs e Sprints de resolução de problemas.

Entenda que a cultura de agilidade não está limitada aos times de desenvolvimento de software. Veja na prática como aplicar metodologias ágeis em processos das áreas de recursos humanos, marketing e finanças. O tipo do rolê que vai alcançar qualquer pessoa interessada em saber como as metodologias ágeis podem ajudar equipes de operações a entregarem resultados exponenciais. Existe um framework ideal? Existe um Mindset ideal? E os silos, como lidar? Ah, não vou dar spoiller, vem pro rolê que eu te conto tudo!

Sua empresa possui uma cultura tradicionalista e hierárquica e você não sabe nem por onde começar a transformação ágil? Através de um caso real em uma empresa no Uruguai (um dos países com as empresas mais hierarquizadas da America Latina) você irá conhecer técnicas e ferramentas que transformam o mindset dos líderes e dos times, e te ajudam a alcançar resultados extraordinários.

12:05 Almoço livre
13:55 Aumentando a performance de Vendas com o Mindset Agile
Keegan Nylander
(Banco Itaú Unibanco)
Agile Marketing: o segredo para um Marketing de resultados
Nicássia Kuhnen
(Senior Sistemas)
Agile Mindset for Executives
Zeo Solomon
(Avenue Code)
Liderança Ágil: como desenvolver seu Soft Skills e alcançar resultados
Wankes Leandro
(Brasília School of Business)

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a velocidade de aprender com o cliente e implementar rapidamente mudanças é uma habilidade corporativa valiosa. Mas como aprender com os comportamentos dos seus leads? E como implementar esse aprendizado o mais rápido possível?
Nesta palestra apresentaremos respostas não somente para estar perguntas, mas como o Mindset Agile tem aumentado a performance de vendas em times digitais integrando áreas de negócios com áreas de tecnologia além de compartilhar alguns casos práticos de sucesso da implementação de tais conceitos.

Quem atua no marketing, seja em uma agência ou dentro de uma empresa, sabe que a rotina da área é administrar o excesso de demandas, jobs de última hora e prazos sempre apertados. Como garantir as entregas no meio do caos? Como engajar o time e estabelecer um planejamento? É possível criar uma rotina organizada sem perder a criatividade envolvida no processo? Nós conseguimos e vamos mostrar pra vocês quais foram os desafios, como aplicamos a técnica, quais métricas estamos usando e, obviamente, os resultados \o/

This lecture targets executives and top management in search of the true vision and business values of Enterprise Agile. The lecture emphasis on Agile being a business process first and foremost as oppose to the common belief of it being a technology process. The lecture will showcase how agile should be utilized upstream from the ideation phase, and details its impact all the way to revenue generation and ROI. It also outlines impediments imposed by organization structures that can negatively impact even the most matured Agile enterprises.

O mindset ágil prega a autonomia. Por isso, a liderança e a influência do time ágil (Agile Leadership) deve ser leve e conquistada, independente do papel – Scrum Master, PO, Sprint Master, Agile Coach etc. Alguns falam de Líder Servidor, outros de Powerless Leader. Mas como desenvolver suas habilidades de Soft Skills para ser um Líder Ágil? Neste workshop, você aprenderá técnicas de Soft Skills (Programação Neurolinguística, Inteligência Emocional e Non Violent Comunication) para comunicar melhor, exercer a liderança, conquistar e influenciar o time ágil de forma leve.

14:30 Mobile Payment Carrefour – entregando valor em tempo recorde!
Mônica Montiel
(Carrefour Soluções Financeiras)
Onboarding Game – Agilidade no RH
Renato Macedo
(Dafiti)
Lean Change Management, mudando como mudar!
Antonio Siqueira
(Adaptworks)

O desenvolvimento do mercado de pagamentos digitais no Brasil motivou o Banco CSF a buscar soluções inovadoras que atendessem as necessidades de pagamento de seus clientes, tanto dentro quanto fora das lojas. Criamos personas para entender o real problema a ser resolvido. Em seguida, realizamos MVP utilizando tecnologias já existentes para testar a aderência de pagamentos digitais aos nossos clientes. Iniciou-se o desenvolvimento e pudemos concluir que utilizar o framework ágil se mostrou eficiente para entregar valor em menor tempo, pois tivemos o lead time reduzido em aproximadamente em 75%.

O RH da Dafiti tinha um problema relacionado a integração das novas contratações, o nível de satisfação era baixo. Se tratava de um dia exaustivo com palestras de todas as áreas. O time de agilidade foi convidado para o desafio de tornar o onboarding mais atrativo e dinâmico. O resultado deste trabalho em conjunto (agilidade/RH) foi um jogo de 3 horas de duração, que superou todas as expectativas. Através desta palestra quero demonstrar este case de sucesso, de como fomos do problema à solução, levando a facilitação e os conceitos ágeis para além da área de tecnologia.

Inovação e disrupção estão acontecendo a todo momento e cada vez mais as organizações estão precisando mudar rapidamente para se manterem competitivas. Muitas destas organizações estão investindo em práticas ágeis e/ou lean, mas aplicando modelos antigos de gestão de mudança que não contemplam a velocidade das mudanças de hoje. Lean Change Management é uma abordagem moderna que reúne ideias de Lean Startup, Agile, mudança social and Change Management. Vou contar algumas experiências de transformação ágil para que você possa experimentar outro ponto de vista para mudança com conceitos de Lean Change Management aplicado no dia a dia.

15:05 O ágil além da TI – uma Contabilidade Ágil é possível?
Rafael Alves
(Indigo)
Loading RH 4.0
Roberta Genaio
(Magazine Luiza)
Criando Agilidade Organizacional em ambientes tradicionais
André Gomes
(Avanade)

Conheça como foi possível a implementação do SCRUM em atividades operacionais da área fiscal/ contábil. Entenda os desafios da implantação, como o time de contadores foi preparado, as dificuldades dessa implantação, o que deu errado e quais mudanças ajudaram a viabilizar as entregas. Como foram trabalhados os princípios e valores do SCRUM para o desenvolvimento de uma nova mentalidade e novas habilidades para dar foco em entregas complexas e de valor.

A gestão de pessoas encontra-se diante de um novo momento de mudanças radicais não apenas nas ferramentas operacionais, mas também na forma de lidar com um novo cotidiano. Você está pronto para mudar? Essa pergunta certamente dá um frio na barriga. Afinal, é mesmo um pouco assustador ver a velocidade com que as mudanças estão acontecendo. Explorando o conceito de quarta revolução industrial definido por Klaus Schwab, vamos contar um pouco do que o RH do Magazine Luiza está fazendo em seu processo de transformação para um RH 4.0.

Nesta palestra apresento os três estágios de adoção do ágil (em equipes, ágil escalado e ágil na organização), bem como os desafios e passos para a adoção do ágil em ambientes tradicionais.

15:40 Coffee-break & Networking
16:15 Análise de negócios além da TI: como a Serasa Experian está associando agilidade à sua estratégia
Paulo Roberto Nunes
(Serasa Experian)
Cohappiness for Full Happiness
Gustavo Borja
(Triggo Labs)
Fatores de sucesso na estruturação do negócio para agilidade
Bruno Urakawa
(Everis)
Lean Requirements Canvas na prática
Marcelo Neves
(Anelox)

O movimento de transformação ágil na TI da Serasa Experian trouxe mudanças tão sensíveis para o resto da companhia, que outras áreas sentiram a necessidade de se reposicionar para atender à velocidade exigida pelos times de tecnologia e pela companhia. Como analistas de negócios, fomos desafiados a utilizar ferramentas ágeis além do MVP de produto, e começamos a testá-las para alinhar times e aproximar a agilidade da estratégia do negócio. Vamos contar o case de uma facilitação multidisciplinar para transformar o nosso RH em um time ágil.

É possível fabricar felicidade?
As empresas passam por transformações e buscam fórmulas para se manterem competitivas. Implementam novos processos e metodologias, mas às vezes se esquecem que por trás de tudo isso existem pessoas. Se as pessoas estão felizes, são mais colaborativas e mais produtivas. Saiba como um time cocriou um ambiente de trabalho mais feliz e leve este movimento também para a sua empresa.

Hoje um dos fatores-chave de sucesso para a adoção da agilidade é como as organizações estruturam uma transformação cultural dentro de seus ecossistemas.
vamos abordar algumas técnicas, afim de auxiliar a visão deste ecossistema de forma sustentável, os seus aspectos culturais, planejamento, execução e os fatores de sucesso de uma transformação ágil. Como uma maneira ágil de trabalhar pode oferecer resultados surpreendentes e proporcionar melhorias.

O Agile Requirements Canvas tem sido utilizado por empresas para capturar as informações fundamentais para o entendimento assertivo daquilo que o cliente solicita. O ARC é composto de 8 quadrantes e cada um deles exige que o PO e o time examinem diferentes perspectivas.

16:50 Case Programa 100 dias – APP TIM Vendas
Andre Pacheco
(TIM)

Aguardando confirmação
Não mate inovação com regulação
Maria Tereza Nagel
(Unimed do Brasil)

Case do Programa 100 Dias para implantação do APP TIM Vendas, uma plataforma digital para o canal Varejo no prazo, em parceria com time de TI, utilizando a metodologia ágil. Como resultado melhoramos a experiencia do usuário e cliente (UX e CX), simplificamos o processo reduzindo o tempo de atendimento ao cliente, aumentamos o portfólio, produtividade e capilaridade do canal de forma significativa. Ao longo de 2017/2018 a ferramenta evoluiu com novas funcionalidades e expandiu para os demais canais Consumer.

Em grandes empresas a inovação pode demorar mais para chegar, quando existe uma forte regulação em cima, a resistência dos próprios colaboradores é ainda maior. Vou contar um pouco de como estamos conseguindo trazer a inovação para a experiência digital dos nossos clientes. E como pequenas mudanças de mindset dos colaboradores, aproximação com as agências reguladoras e com o ecossistema podem trazer grandes transformações e geração de resultados.

17:25 Painel: Cases de Agilidade em Negócios

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Engajamento de Equipes fora de TI

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Fundamentos para Transformação Ágil

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:05

Happy Hour

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!





13 DE ABRIL – AGILE TRENDS BUSINESS

08:30 Credenciamento
Trilha
Gestão Ágil nas Áreas de Negócio
Trilha
Melhores Práticas para Product Owners
Trilha
Business Agility
Trilha
Workshops

9:00 Cross Planning – mapeando e priorizando interdependências com mais de 100 equipes ágeis
André Suman
(BRQ / Banco Santander)
Utilizando User Story Mapping para criação do Backlog
Yuri Escarião
(Cognizant)
Enterprise Business Agility – por onde começar?
Alex Salino
(Liga Agil)
Resolvendo qualquer problema com o Design Sprint
Juliana do Vale
(Objective)

Nesta palestra vamos mostrar como uma grande instituição financeira tem mapeado, priorizado e direcionado demandas entre mais de 100 equipes ágeis de desenvolvimento. A Cross Planning é um evento de 1 mês, com várias atividades e encontros. Conheça sua dinâmica, desafios e resultados!

Criar o backlog é uma arte, e já existem diversas ferramentas e técnicas para tal, gostaria de mostrar uma que uso com frequencia, que é o User Story Mapping, técnica criada Jeff Patton e descrita em seu livro homônimo. Essa técnica se basea de forma visual, ter uma noção do todo do que será criado, de forma rápida e sem perda de tempo, onde com isso fica muito mais fácil verificar o que está sendo criado, o que deve ser priorizado e acompanhar o desenvolvimento do produto.

Escalar a agilidade para além de TI é o grande desafio do momento e pauta dos executivos de grandes empresa. Como potencializar os ganhos do mindset ágil para toda organização?
Nesta palestra você vai conhecer as principais ferramentas, técnicas e boas práticas modernas de gestão reunidas em um único modelo de agilidade corporativa que pode conduzir a jornada ágil de transformação das empresas e escalar estruturas ágeis consolidadas.

Criado pelo Google Ventures e baseado na teoria do Design Thinking, o Design Sprint é um framework utilizado para responder perguntas através de dinâmicas que promovem a organização de discussões e mantém o foco da equipe. Neste workshop você terá a oportunidade de conhecê-lo através de um formato “light” com o objetivo de mostrar o seu potencial transformador e liberdade de aplicação. Iniciaremos com uma introdução ao framework e em seguida, os participantes irão praticar as fases de entendimento, geração de ideias, definição da solução, prototipação e validação.

9:45 Plan, Do, Check and Action da portaria à diretoria: Businness Agility
Simone Pittner
(GFT Brasil)
10 Dicas para o PO na Gestão Ágil de Produtos
Luis Buchelli
(Mooven Consulting)
Business Agility – alcançando o “Tipping Point”
Antonio Malagutti
(Accenture)

PDCA – Plan, Do, check and Act é uma ótima forma de abordamos o que temos tratado nos últimos anos, a terceira onda da agilidade. O Business Agility.
Próximo dos 18 anos de Manifesto Ágil, ou seja, alcançando a maioridade nos conceitos Lean-Agile que contemplam entregar valor em ciclos curtos e contínuos aos clientes de fato, visando eliminar desperdícios de todos os tipos, permearam as organizações de ponta a ponta. Vamos discutir e refletir como como a polinização e/ou viralização desses conceitos tem se manifestado nas organizações
brasileiras e qual o vocabulário encontrado nas áreas além da TI que nos demonstram que estamos vivendo essa realidade.

O papel do Product Owner é uma função nova e disruptiva para a maioria das organizações e, portanto, não é fácil de cobrir com outros papéis e estruturas existentes”, diz Roman Pichler, autor do livro Agile Product Management with Scrum.
Algumas pessoas pensam que o Product Owner é uma espécie de ‘Gestor Ágil de Projetos’, ou um tipo de ‘Analista de Negócios’. Isso não é verdade! O Product Owner é realmente o PROPRIETÁRIO do Produto!
Nessa sessão vamos analisar dez dicas que podem auxiliar o Product Owner a gerenciar seu Produto com sucesso.

1. Posicionando-se no Modelo de Maturidade em Business Agility.
2. Onde transformar e o que transformar primeiro. Não existem receitas milagrosas
3. Como influenciar a agenda executiva para a jornada da empresa enxuta.
4. Como se preparar para a virada – alcançando o “Tipping Point”.
5. A adoção de aceleradores de agilidade. Cultura do realizar e melhorar continuamente.
6. O que não fazer e porque. Armadilhas dos “”ismos de palco”” – Empreendedorismo, Agilismo e Arquiteturismo de Palco. Simplesmente faça acontecer.
7. Um framework de execução realmente pragmático.
8. Alguns cases de implementação.

10:20 One Minute Talk
O Agile Trends sabe que seus participantes possuem muitas experiências para compartilhar. Por isso criamos as sessões One Minute Talks, onde o palco e o microfone do Agile Trends estarão disponíveis para os participantes que quiserem compartilhar suas ideias, opiniões, projetos, falar sobre tendências, apresentar o seu negócio, contar um caso, compartilhar uma dificuldade, pedir ajuda em um problema…
Você tem 1 minuto para transmitir a sua mensagem como preferir.
10:50 Coffee-break & Networking
11:25 Project Discovery o PO e o GP
Fernando Souza
(Ioasys)
Antipadrões para Histórias de Usuário: o que evitar
Frederico Oliveira
(SIDI – Samsung)
Gamificando sua estratégia de Growth Hacking
Thaynan Mariano
(Nexxera)
Workshop Criação e Grooming de User Story
Rodrigo Ramos
(Cinq Technologies)

O dia a dia de um PO e do GP na concepção dos Projetos com técnicas de Discovery. O Mindset Ágil por trás do framework Sense & Respond, com as técnicas de Divergir, Convergir e Solucionar. Os PO’s e GP’s devem atuar de forma rápida e colaborativa na proposição de projetos.

História de usuário (ou “user story”) é uma forma de capturar os requisitos e direcionar o processo de planejamento para a entrega iterativa e incremental de software. As histórias deveriam seguir o acrônimo INVEST (Independente, Negociável, Valiosa para o cliente ou usuário, Estimável, Pequena (“Small” em inglês) e Testável) de Bill Wake. Mas existem os chamados “User Story Smells”, um termo criado por Mike Cohn, que descreve os antipadrões para as boas histórias. São discutidos por meio de exemplos os principais erros e como evitá-los.

Acelere o crescimento da sua empresa gamificando sua estratégia de growth hacking para engajar o seu time, criar um mindset growth e estabelecer uma cultura growth. Você vai aprender o que é necessario para gamificar o processo de geração de hipóteses, testes e avaliação de resultados. Sua empresa vai crescer enquanto o seu time se diverte.

Entrega orientada a valor é um princípio da agilidade, mas satisfazer o cliente por meio de entrega constante de software de valor não é uma tarefa simples.
Para construir produtos de sucesso é necessário entender o objetivo do seu cliente mais do que apenas capturar os requisitos
sobre o produto ou serviço. Remova desperdícios evitando Gold Plating e entregue produtos que o seu cliente precisa.
Neste workshop será apresentado duas técnicas essenciais para identificar, escrever e refinar user story.

12:00 Priorização estratégica – O quanto um requisito vale para seu negócio
Lucas Conceição
(Instituto de Pesquisas Eldorado)
Melhores práticas para entregar um produto de alta qualidade
Isadora Serpa
(Sicredi)
Squads na B2W: escalando a metodologia ágil para além da Tecnologia
Adriane Mendes
(B2W Digital)

Como ligar seus requisitos de software com a estratégia da organização, e o que se pode extrair desta relação? Através de ferramentas como Balanced Scorecard e Goal Modeling, será mostrado como extrair resultados qualitativos e quantitativos alinhados à estratégia da organização.

Vou compartilhar como estamos construindo do zero os novos canais App Mobile e Internet Banking do Sicredi, instituição financeira centenária que está vivendo a transformação digital. Vou contar de que forma estamos implementando técnicas como: Design Sprint, Lean Inception, pesquisa com usuário, prototipação entre outras, destacando aprendizados de como essas técnicas se complementam. Além disso, vou citar cases práticos de validação de hipóteses com testes A/B, testes segmentados e mensuração de MVP’s.

A B2W possui hoje um portfólio de mais de 7MM de produtos. Com isso, tornou-se fundamental oferecer uma experiência diferenciada para cada perfil de cliente, já que comprar um sofá é diferente de comprar um celular.
Foi criada então uma nova estrutura de equipes envolvendo diferentes áreas: Pesquisa, TI, MKT, Comercial, CRM, etc. Todas com foco em tratar os departamentos como unidades de negócio, atendendo as particularidades de cada jornada de compra. Mostraremos como foi a transição do novo modelo de squads envolvendo diversas áreas da empresa, escalando a metodologia ágil para além da TI.

12:35 Almoço Livre
14:10 Gestão ágil da demanda: como a agilidade, software e dados geraram vantagem competitiva
Leandro Almeida
(Elaw Tecnologia)
Como é ser PO em uma empresa com gestão horizontal
Bruna Gomes
(Vagas.com)
Agilidade além da Tecnologia
Leandro Angelo
(CI&T)
Quebrando o gelo: dinâmicas de aquecimento para oficinas criativas
Rodrigo Narcizo
(ANAC)

Empresa do setor jurídico organiza o fluxo de demandas, aumenta produtividade dos times e melhora seus controles internos com adoção de práticas ágeis, software e dados.
Advogados e equipes de cálculos trabalhistas aceleraram a entrega de suas atividades e aumentaram a visibilidade dos processos facilitando a gestão. O desafio era escalar operação e seguir atendendo com qualidade a crescente demanda. A iniciativa foi organizar o processo do início ao fim para aumentar a capacidade de gestão com a adoção de métodos ágeis, software para produtividade e formação de uma cultura orientada a dados.

Como priorizar backlog quando a empresa toda é stakeholder do seu negócio? Como deixar claro as motivações dessa priorização? Como coletar iniciativas de outras área de negócio? Se não existe um VP de Produto, então quem dá a palavra final? Quem define as diretrizes para o ano? Essas e outras situações em que ser PO é um desafio incrível quando se trabalha em uma empresa de gestão horizontal.

Vamos compartilhar como o aprendizado da nossa própria transformação com o pensamento Lean vem suportando a transformação dos nossos clientes e parceiros. Uma busca pela transformação cultural, mudando o dia a dia das pessoas e os desdobramentos que impactam um desafio que pode cruzar uma mudança na estrutura organizacional.

Quem já facilitou uma oficina de Design Thinking, ideação ou prototipagem sabe a importância de aquecer e ambientar os participantes. Nesta oficina, vamos praticar diversas técnicas de aquecimento para oficinas.

14:15 Fishbowl 1

Fishbowl 2

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

15:45 Coffee-break & Networking
16:20 Roadmap vs OKRs: Como definimos nosso Roadmap de curto prazo
Martina Scherrer
(InfoPrice)
Seja um PO empoderado! Mostre o valor do seu produto usando algumas técnicas e métricas!
Camilla Fant
(OI)
Empresas ágeis pedem processos orçamentários ágeis
Priscilla Costa
(Livelo)

Aguardando confirmação

Dar visibilidade dos desafios que estão por vir é essencial para direcionarmos o time em um só sentido e motivar a todos. Mas o que acontece quando nós, PMs não temos clareza sobre os próximos passos? Nesta palestra você entenderá como o time de produto da InfoPrice usou alguns frameworks existentes para criar o seu próprio processo de definição de um roadmap de curto prazo!

O PO é uma peça chave para o sucesso de um projeto, ele é dono do produto e precisa ser encorajado a agir como tal. Vou compartilhar a importância de usar técnicas de design thinking na construção do backlog do produto e quais ferramentas podem ajudar a definir o valor do seu produto, usando técnicas de validação de estórias. Inclusive vou ensinar técnicas de como fatiar sua entrega, identificar o problema mais importante e como priorizar os que dão maior retorno. Além da importância da criação de um protótipo, vou também apresentar técnicas de criação de métricas, as vantagens de tê-las.

Diante da nova perspectiva de agilidade da Livelo, nossa área de Planejamento financeiro se viu diante do desafio de reinventar a forma como fazíamos orçamento financeiro anual. Não havia mais espaço para reuniões que não eram produtivas, prazos longos, diversas rodadas orçamentárias que geravam muitas versões até à aprovação final pois além do nosso time estar trabalhando a todo vapor, esse processo longo e complexo não tinha mais a nossa cara e o nosso jeito de fazer. Apresentaremos nossa metodologia de planejamento orçamentário baseada nos mesmos ritos e processos seguidos nas nossas squads de produtos e também os benefícios colhidos, as lições aprendidas e as oportunidades para os próximos ciclos orçamentários.

16:55 Lean Office – Como ferramentas ágeis como Lean, Scrum e Kanban, apoiados por indicadores e software de gestão de demanda, trouxeram fluidez a processos de Backoffice
Felipe Seperuelo
(Deloitte)

Aguardando confirmação
Gestão e Agilidade – Juntas são mais fortes!
Mariana Zaparolli
(PagSeguro)

Num projeto desafiador, após identificar inúmeros processos falhos na prestação de serviços de backoffice (Contas a pagar, Contas a Receber, Folha de pagamento, compras, RH…), decidimos revolucionar a operação dessas áreas, implementando a Metodologia Lean Office, que carrega a cultura ágil em sua essência, onde pudemos identificar desperdícios, reduzir tempo de entrega, aumentar a qualidade e engajar os times.

Falarei do papel da Gestão em um ambiente de Agilidade: como pode ser estabelecida a soma de papéis de gestão, com facilitador de agilidade (Scrum/Agile Master ou Agile Coach) e com o papel de Product Owner; também falarei dos desafios de uma liderança por reconhecimento do ambiente auto-organizado e da complexidade de gerir equipes e assuntos em empresas menos hierárquicas, com modelos matriciais e comunicação em rede.

17:30 Painel: Gestão Ágil nas Áreas de Negócio

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Melhores Práticas para Product Owners

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Business Agility

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:10 Sorteio e Encerramento


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15 DE ABRIL – AGILE TRENDS TEAMS

07:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura Oficial


Dairton Bassi
(Agile Trends)

09:35 KEYNOTE
Aguardando confirmação


Trilha
Agile Coaching e Facilitação
Trilha
Dos Requisitos às Entregas
Trilha
Práticas de Engenharia de Software e Qualidade
Trilha
Práticas para o Dia a Dia
Trilha
Workshops

10:55 Agile Leadership Coaching – como fazer?
Fernando Ruano
(IBM)
A vida ágil de um time de ciência de dados
Sergio Giraldo
(PagSeguro)
Como faço (ou tento fazer) automação de testes na sprint
Rodrigo Matola
(Concrete)
Onboarding – dicas e aprendizados para começar com o pé direito em um novo time
Thiago Soares
(Easynvest)
Game of Quality – Vamos jogar?
Rodrigo Severo
(Sicredi)

Um Scrum Master é o coach de seu time. Um Agile Coach é coach de vários times. Um Enterprise Agile Coach transita entre indivíduos, times e líderes para estrategicamente atuar na consolidação de um novo mindset corporativo e ajudar na adoção de “new ways of working”. Mas como fazer coaching com líderes consolidados, que detém bastante poder e que muitas vezes estigmatizam a palavra “agile” por não terem tido boas experiências no passado? Nessa apresentação vou trazer um pouco da minha experiência de como é fazer coaching com líderes do Brasil e do exterior e como tirar o melhor dessa parceria.

Um cientista de dados trabalha para todas as áreas de uma empresa, todas as áreas podem beneficiar-se de projetos de Data Science. E isto traz o desafio de entender a característica de cada área. Há áreas que querem resultados rápidos; há áreas cujos projetos precisam de rigor e os resultados devem ser meticulosos; há áreas que querem detalhes, outras não.
Para cada projeto de Data Science, há uma estrutura básica e a agilidade é a cola que adapta cada projeto à esta estrutura para atingir os objetivos.
Vamos discutir como a agilidade contribui nas atividades de um cientista de dados.

QA é gargalo? Os testes automatizados só são feitos ou finalizados na(s) próxima(s) Sprint(s)? Não estar automatizado significa não estar testado? Nesta conversa vou falar de como eu faço para (tentar) terminar minhas automações ao final de cada Sprint, sem débitos para a próxima.

Começar em uma nova empresa, mudar de área, ou mesmo de cliente, provavelmente fará com que você mude também de time e isso nem sempre é fácil, principalmente para um agilista. A ideia aqui é compartilhar algumas dicas, práticas e experiências que podem te ajudar a entender melhor esse contexto, diminuir o peso da mudança, chegar e acelerar a integração com as pessoas.

O Game Of Quality foi criado para apoiar na disseminação de conhecimento em práticas de qualidade de software de forma descontraída e objetiva. O jogo tem facilitado o entendimento de práticas de qualidade de software com casos reais do dia-a-dia dos times que ocorrem durante o ciclo de desenvolvimento de software.
Aprendizados:
– Aprendizado sobre práticas de qualidade de software
– Poder de argumentação das pessoas nas plannings e durante as sprints relacionado a qualidade de software
– Criação de um ambiente mais favorável e alegre
– Disseminação do tema pela organização

11:30 Aprenda com nossas falhas e faça uma Lean Inception de sucesso
Gabriela Corrêa
(BRQ)
Gestão de Projetos Agile em ambientes de Big Data
Guilherme Santos
(UOL Diveo)
Plataforma de qualidade para gestão e execução de testes automatizados
Bruno Oliveira
(Everis)
Contrato Ágil do Time: como usar esta dinâmica para desenvolver valores e habilidades interpessoais almejadas em uma equipe
Guilherme Carvalho
(ContaAzul)

O que você pode NÃO fazer em uma Lean Inception – A Lean Inception durante uma semana de trabalho colaborativo entre membros ativos e stakeholders, irão compreender os objetivos do produto, os principais usuários, e o escopo funcional de alto nível tal e uma estratégia incremental dos MVPs (Minimum Viable Product), para validar as hipóteses de negócio. Nesta palestra nós iremos compartilhar nossas facilitações de Lean Inception e queremos contar tudo que já deu de ERRADO em anos de facilitações, assim você aprenderá com nossos erros.

Utilizando uma abordagem ágil, para efetivar gerenciar um projeto será desenvolvido, em um processo totalmente empírico. Soluções de ágeis e lean tornam o processo mais simples e garantem um resultado de sucesso.

Apresentação de uma plataforma que foi desenvolvida para facilitar o manuseio e execuções dos testes automatizados utilizando uma camada de front-end amigável para utilização dos Desenvolvedores , QAs e Guests. Utilizando tecnologias opensource para a composição da estrutura da aplicação e testes automatizados.

Quando se fala em evolução do time, muito se pensa a respeito de habilidades técnicas, processos, TDD, entre vários outros temas. No entanto, além disso e com importância talvez até maior, muitos times carecem de evolução em habilidades interpessoais como comunicação, foco, compreensão, companheirismo, etc. Pensando nisso e atuando como Scrum Master em uma pequena squad na Conta Azul, começamos com essa ideia de um “contrato” entre o time em uma reunião de retrospectiva, que até hoje vem nos dando resultados relevantes de evolução.

12:05 Almoço livre
13:55 Os agilistas estão matando o ágil
Márcio Amorim
(B3 – Brasil Bolsa Balcão)
Agile & Continuous Delivery – Como essa combinação ajuda times na OLX
Eduardo Ferreira
(OLX Brasil)
Como melhorar o Onboarding técnico no seu time com uma DevCLI
Camilla Crispim
(ThoughtWorks)
Adotando ágil com Shu-Ha-Ri
Maria Provinciatto
(Red Hat)
Como aplicar BDD em projetos ágeis escalados
Axel Berle
(AWB Consulting)

Se eu abrir uma vaga de emprego para um Scrum Master e pedir certificação PMP, qual será sua reação? E se eu te disser que você vai trabalhar em um projeto que não tem PO, o que você fará?
Você, agilista, está se adaptando para ganhar o jogo ou está sendo radical e colocando o ágil na berlinda?
A sua empresa sabe a diferença entre ágil e scrum? Você já explicou isso para os seus diretores?
Isto não é uma palestra, mas sim uma retrospectiva para aqueles que praticam o que pregam.
O universo ágil está precisando refletir!

O livro Continuous Delivery, escrito por Jez Humble em 2010, foi um marco por trazer novos conceitos de como software deve ser produzido. Pequenas releases, múltiplos deploys por dia e automatização de processos são exemplos de práticas defendidas por Humble. Em 2017, a OLX começou a adotá-los e percebeu que não só a parte técnica deveria mudar, mas o processo de um time como um todo. Mostraremos como times na OLX se organizam para fazer entregas pequenas e contínuas, as cerimônias ágeis adotadas, como quebram de tarefas, métricas usadas e lições aprendidas.

Ao chegar num time novo, são muitas tarefas! Entender contexto, visão arquitetural; conhecer pessoas, horários e cerimônias. Para uma pessoa técnica, fazer setup do ambiente é o primeiro passo para entender aplicação, código fonte e demais artefatos. O setup involve instalações e execução de comandos – muitos, muito frequentemente. É fácil confundir versões ou seguir documentação obsoleta e achar que o ambiente está conforme. A DevCLI, ao automatizar o setup e encapsular comandos, traz, além de grande ganho no tempo de onboarding, a confiança que quem recém chegou precisa para contribuir.

Shu-Ha-Ri é uma forma de pensar sobre como aprender uma nova técnica. No primeiro estágio (Shu) a pessoa deve seguir passo a passo, conforme orientação. No segundo estágio (Ha) algumas práticas básicas já estão funcionando e é possível aprender e entender os princípios e teoria por trás da prática. Durante o último estágio (Ri) a pessoa começa a aprender com sua própria prática e então passa a adaptar o aprendizado ao seu contexto. Ao adotar ágil com Shu-Ha-Ri tentamos garantir o real entendimento por trás dos conceitos, valores e princípios.

Este workshop ensina na prática como combinar a técnica de mapeamento de exemplos do BDD com técnicas de cross-team backlog refinement do framework LeSS. O formato recomendado que proporciona foco necessário é o formato dos “3 amigos”: alguém do negócio, um programador e um testador. Como traduzir isto para equipes maiores, como geralmente ocorre em projetos escalados, na hora de fazer refinamentos “cross-team”? Durante o meu último projeto na Alemanha combinei com sucesso esta técnica com uma técnica emprestada do LeSS, conhecida como “diverge and merge.

14:30 Agile Coaches na balança. Você mede seus resultados?
Ana Soares
(Embraco)
Upstream, afiando o machado
Juliana Ramos
(Stone Pagamentos)
Utilizando técnicas de aprendizado ativo para ensinar testes ágeis
Rodrigo Cursino
(CESAR)
Boas práticas de Acessibilidade em meios digitais
Paulo Aguilera
(Banco PAN)

Você verá como são feitas as OKRs de uma equipe de Agile Coaches de forma simples e objetiva. Bons resultados geram confiança, satisfação e garante a continuidade do seu trabalho.

Se um time ágil precisa entregar um tronco de uma árvore para o cliente e gasta 5 horas para finalizar tal tarefa, sendo 30 minutos cortando de fato e 4 horas e meia afiando o machado, quando o Agile Master precisa agir? E se eu dissesse que conseguimos fazer com que o PO seja mais presente no time e escreva histórias com qualidade? E se eu conseguisse diminuir consideravelmente o Lead Time do time? Essa palestra consiste no Estudo de Caso da inserção do fluxo do Upstream no cotidiano do time ágil, contendo nossos erros, acertos e resultados.

Somos capazes de aprender algo de maneiras diferentes. Pode ser em uma palestra, lendo um livro ou assistindo vídeos. Estes métodos passivos são grandes recursos mas, segundo pesquisas, são menos eficazes na retenção do aprendizado. Por outro lado, temos os métodos de aprendizagem ativa, que buscam envolver os alunos no processo. Nesta talk irei compartilhar as experiências acumuladas nos últimos 4 anos ao utilizar tais ténicas para ensinar Testes Ágeis. Nós facilitamos o processo ao envolver os alunos em discussões, ao compartilhar experiências, jogando jogos e resolvendo problemas.

Compartilharei alguns conceitos e exemplos práticos de boas práticas de acessibilidade em ambientes digitais, que podemos aplicar de forma simples e rápida no nosso fluxo de trabalho. Como resultado destas boas práticas, podemos aumentar consideravelmente o acesso aos nossos produtos e serviços, embasado com o mindset de design universal.

15:05 Health Check Team – A dinâmica que mede a saúde de um time ágil!
Annelise Gripp
(Integrare)
Transformando requisitos em resultados. Como uma ideia se transforma em tarefas bem definidas
Adilson Atalla
(QuintoAndar)
Code review: o que isso diz sobre a cultura dos times de desenvolvimento?
Elaine Watanabe
(Plataformatec)
Resolvendo conflitos com Delegation Board
Edson Lima
(Meta)

O Health Check é uma dinâmica, que quando aplicada, mede a saúde de um Agile Team. A idéia principal é levantar informações de como esta o relacionamento dentro e fora do time, se os papéis dentro do time estão sendo bem desempenhados, se o time tem utilizado boas práticas no seu dia a dia, se as areas envolvidas e os líderes têm dado apoio ao time, se as entregas tem sido feitas no prazo e com qualidade, se temos muitos bugs em produção… entre outros pontos de atenção, internos e externos, que cercam o time e que precisam ser resolvidos e melhorados. Nessa palestra você vai aprender como construir e aplicar a dinâmica num Agile Team. Venha conhecer!

Para que as empresas alcancem o sucesso, é necessário que o time de desenvolvimento trabalhe de forma performática e sem brechas para improvisos. O ponto de partida é ter pessoas que criem a cultura de times de alta performance a fim de traçar uma tragetória objetivando um grande resultado. Em suma, performance sem trajetória resulta em mero improviso. A finalidade dessa palestra é mostrar a trajetória de como requisitos técnicos e de negócio podem virar tasks bem descritas e estruturadas, inspirada em metodologia bem definida.

Como é o processo de desenvolvimento de software em sua empresa? Existe o foco na qualidade do software desenvolvido ou apenas na funcionalidade entregue? Como é a comunicação e interação dos times de desenvolvimento? Quais são as práticas adotadas para melhorar esses pontos?
Nessa palestra, vamos discutir sobre a cultura da revisão de código, analisando o impacto e importância na entrega de software com qualidade e na construção de times distribuídos.

As organizações têm barreiras que não podem ser derrubadas e muitas não devem. Mas e quando as barreiras são invisíveis? Só percebemos sua existência quando batemos nela. Porque não podemos deixar claro quais são os limites e quem é responsável pelo que? A verdade é que muitas vezes isto não está claro para ninguém. Vamos tornar claro as responsabilidades e planejar o empoderamento.

15:40 Coffee-break & Networking
16:15
Aguardando confirmação
Um método para acertar na previsão de capacidade da equipe de forma surpreendente!
Carlos Almeida
(XP Investimentos)
Afinal ! Qual é o Papel do QA no DEVTeam
Jonathan Santos
(Cielo)
Fuso horário, línguas e diferenças culturais que se explodam: foca no produto!
Tulio Cardoso
(Adyen)
Técnicas de Team Building para ir do Forming ao Performing
Marcus Flavius
(Everis)

Se entrega da sua equipe oscila muito de uma sprint para outra, as previsões do time parecem sempre falhar e não entregar o comprometido parece ter se tornado lugar comum, esta palestra é para você. Será apresentado um case de sucesso em trazer alta previsibilidade de entrega deixando a equipe e os stakeholders satisfeitos, em conjunto com o conjunto de metodologias utilizadas e os segredos para elas funcionarem bem em conjunto.

Em meio tantas transformações da forma de trabalho (Técnico e Comportamental) na vida de um testador, muitas vezes ficamos perdidos na definição real de qual é o nosso papel ou até mesmo até onde devemos chegar. É com base neste cenário que iremos definir o papel de um QA dentro de um time Ágil, de forma que possamos realizar nossas atividades com maestria. Irei contar um pouco do meu desafio nesta transformação , no meu atual emprego.

Desenvolver produtos que atendam as necessidades reais dos clientes, de forma ágil e com o melhor time to market, já é difícil: experimente fazê-lo trabalhando com stakeholders em diversos países do mundo, falando diferentes línguas, em fusos horários distintos e atentos a clientes finais adeptos das mais diferentes culturas! Esta NÃO necessariamente é a receita de um projeto bomba, fadado ao fracasso. É possível SIM desenvolver com sucesso produtos que sejam escaláveis globalmente! Eu fiz, várias vezes. Te conto a mais complicada delas: case EasyTaxi.

Nesse workshop vamos abordar algumas técnicas de team building que líderes agilistas podem aplicar conforme o cenário de maturidade (Tuckman) dos times. Vamos discutir e visualizar como elas se complementam e ajudam a construir times muito unidos e ligados por propósito.

16:50
Aguardando confirmação
Hoje startup, amanhã uma grande empresa: gestão ágil de produto feita para escalar
Rodrigo Lara
(Digibee)

Aguardando confirmação

Aguardando confirmação

Quando se fala em agilidade em escala vêm à mente cenários de grandes corporações: sistemas e processos legados, barreiras de mentalidade e muitas pessoas envolvidas, situações que geralmente não se aplicam a startups. Mas a startup de hoje é a grande empresa de amanhã. Por que não usar e adaptar abordagens de escala para o contexto de uma startup? Falaremos sobre nossa experiência na estruturação da gestão de produtos na Digibee, da estratégia à execução e como nos preparamos para o crescimento exponencial, sempre protegendo e fomentando a nossa cultura de transparência e participação ativa.

17:25 Painel: Agile Coaching e Facilitação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Dos Requisitos às Entregas

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Práticas de Engenharia de Software e Qualidade

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Práticas para o Dia a Dia

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:05

Happy Hour

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!



16 DE ABRIL – AGILE TRENDS TEAMS

08:30 Credenciamento
Trilha
Cultura Ágil e Team Building
Trilha
Métricas, Resultados e Melhoria Contínua
Trilha
Práticas DevOps
Trilha
UX e Lean UX
Trilha
Workshops

9:00 Gestão por competências em times ágeis, um roteiro para você aplicar assim que voltar!
Andreia Baia
(Softplan)
Conheça o Radar Ágil
Antonio Polo
(Stefanini)
Big Companies e o desafio chamado DevOps
Bruno Araujo
(Claro)
Os desafios de escalar design em uma startup que cresceu 7x em 3 anos
Letícia Pires
(QuintoAndar)
Práticas para arquitetura evolutiva e sustentável
Eduardo Guerra
(INPE)

Você já pensou que bom seria trabalhar em uma equipe onde você pudesse definir os padrões e características desejadas de comportamento dessa equipe? E todos trabalhasse para garantir esse nivelamento? Nesse bate papo, vou compartilhar as técnicas e ferramentas que estamos aplicando no dia a dia, matriz de habilidades comportamentais, onde o time indica quais são os softskills que os membros do time devem ter, mapeamento de perfil, feedback 360º , PDI (Plano de desenvolvimento Individual) e outras técnicas de Management 3.0.

Esta palestra apresentará a experiência da Stefanini em desenvolver e usar o modelo de Maturidade Ágil, o qual chamamos de Radar Ágil. Abordaremos a criação da ferramenta e as dificuldades de implementação e uso para mensurar todos os projetos de soluções digitais da Stefanini. Atualmente o Radar Ágil está em sua versão 5.0 e apresenta diferenciais que não estão presentes nas demais réguas Ágeis do mercado. O uso do Radar Ágil tem incentivado a melhoria contínua das Squads e também é usado para ajudar nossos Clientes na transformação Ágil.

Não é novidade que estamos passando por uma transformação digital, onde a inovação se tornou o principal fator de valor. Grandes empresas já perceberam que precisam se adaptar ou ficarão para trás, e isso inclui evoluir seus processos tradicionais enraizados a muito tempo.
Em meio a tudo isso surge o movimento DevOps, sinônimo de velocidade, segurança e controle, que veio para dar vazão a esse ritmo intenso de transformação.
A pergunta é: como implementar DevOps em grandes empresas, dentro de uma cultura repleta de processos lentos e burocráticos?

O QuintoAndar é uma das startups que mais cresce e inova no Brasil. Nos últimos três anos, crescemos mais de 7x o número de colaboradores e estamos operando em mais de 20 cidades. Na equipe de design saímos de 3 para 15 designers de produto. Nesse papo, vamos dividir nossas apostas de gestão e liderança para escalar design sem um time dedicado à Design Ops e em uma estrutura horizontal.

Trabalhar com arquitetura de software em projetos ágeis é difícil: é preciso começar o mais rápido possível, mas precisa ter uma arquitetura sustentável que possa evoluir ao longo do projeto. Esse workshop tem como objetivo apresentar um conjunto de padrões identificados em projetos reais, que se concentram em práticas para criar e desenvolver uma arquitetura de software no contexto de um projeto ágil. Durante o workshop será realizado um exercício prático em grupos onde os participantes irão exercitar as práticas apresentadas, tomando decisões de arquitetura dentro de um projeto fictício.

9:45 Cubo de Maturidade de times
Eliani Ramos
(TOTVS)
Como mensurar o que realmente importa usando OKR
Oscar Correia
(IBM)
Qual problema você está tentando resolver com DevOps?
Mateus Prado
(C6 Bank)
UX Research & Dual track – a evolução natural para times de alta performace
Flávio Nazário
(Qulture Rocks)

O Cubo de Maturidade promove a evolução dos times ágeis, considerando o objetivo principal que é a alta performance da organização como um todo. O Cubo tem 6 pilares mostra se os times e a organização praticam Management 3.0, evidenciando em qual nível da formação de times de Alto Desempenho, cada time está, assim como as melhores práticas de desenvolvimento de produto e gestão, considerando metodologias e frameworks que promovem a cultura da agilidade, como Scrum, kanban, XP, além de modelos híbridos.
O Cubo de Maturidade levará sua organização ao próximo nível de agilidade.

No objetivo de tornar a empresa e o capítulo de agilidade um lugar melhor para trabalhar, rodamos o OKR para chegar neste objetivo, ajudando na evolução da competência de novato para expert, justamente com a planilha SWOT para tornar isso mensurável e termos ações de curto e longo prazo. Tivemos o engajamento de 74% da empresa, aumentamos o nível de aprendizado para 67% e a satisfação para 88%.

Qual o maior desafio: técnico ou cultural? Por que com tantas novas ferramentas, cloud, novas idéias e uma penca de alterações na forma de desenvolver, entregar e operar software, o dia-dia de times de T.I ainda parecem ser o mesmo? Será que DevOps serve para sua empresa? Nossas equipes estão preparadas para operar e desenvolver (ainda mais) softwares, juntos? Nessa talk, vou falar dos problemas enfrentados nas empresas que deixa o desafio ainda maior baseado em fatos reais, muito além de PPT e blog.

Apesar das empresas estarem aderindo com avidez e velocidade a frameworks ágeis para se manterem competitivas e liderar a transformação digital em seus produtos e/ou serviços, percebe-se que ainda falta empenho no aumento de validações de hipóteses, testes e mensuração de sucesso. Nesta palestra, além de apresentar os benefícios dos testes com o usuário para entregar produtos de valor. Vou mostrar uma série de exemplos de validação de hipóteses conectados com técnicas de UX Research que geram aprendizagem contínua para as equipes multidisciplinares de diferentes maturidades.

10:20 One Minute Talk
O Agile Trends sabe que seus participantes possuem muitas experiências para compartilhar. Por isso criamos as sessões One Minute Talks, onde o palco e o microfone do Agile Trends estarão disponíveis para os participantes que quiserem compartilhar suas ideias, opiniões, projetos, falar sobre tendências, apresentar o seu negócio, contar um caso, compartilhar uma dificuldade, pedir ajuda em um problema…
Você tem 1 minuto para transmitir a sua mensagem como preferir.
10:50 Coffee-break & Networking
11:25 Fantástica fábrica de talentos: Como evoluímos a cultura de engenharia do Grupo Zap
William Campesatto
(Grupo Zap)
Raio-X ágil: Brasil
Rafaela Fontana
(UFPR)
Pipeline de implementação DevOps acelera feedback e reduz conflitos entre os times
Antonio Muniz
(SulAmerica)
Como escrever conteúdo acessível
Ludmila Rocha
(ContaAzul)
Jogo DevOps – Liki Solutions
Lamara Ferreira
(ENKEL TI)

Se tem uma coisa da qual nos orgulhamos muito na engenharia do Grupo ZAP é a nossa cultura. Nessa talk, irei compartilhar como conseguimos criar uma cultura sólida, que resultou em um processo de decisão para mais de 200 pessoas que vem nos apoiando em grandes definições, a construção do plano de carreira para todos os papéis de Engenharia, o famoso TownHall e também a forma com que as pessoas deixaram a cultura do medo de errar em troca de autonomia e ownership.

Como anda a agilidade no nosso país? Somos ágeis aqui no Brasil? Quais os métodos e práticas usados? Será que as pessoas sentem os mesmos desafios e benefícios que você? E os projetos, são bem-sucedidos? Coletamos dados de muitos profissionais de agilidade de vários locais do país e nessa talk iremos mostrar um diagnóstico da agilidade no Brasil. Você poderá conhecer os dados, comparar e refletir sobre a sua situação em relação aos demais profissionais do país. Os resultados da pesquisa ainda dão dicas dos caminhos que estes profissionais seguiram rumo à agilidade.

Como a Jornada DevOps deve considerar iniciativas culturais e automação, a construção do pipeline de implementação é um grande catalizador para a colaboração das equipes.
Diversos estudos mostram que as ações DevOps costumam ser iniciadas com ferramentas e o objetivo dessa talk é mostrar que a colaboração das equipes potencializa os resultados quando a automação tem um propósito bem definido. Os participantes serão incentivados a refletir em como aplicar o conteúdo dessa talk em suas empresas considerando as adaptações necessárias.

Entender o que é conteúdo acessível e como tornar nossos conteúdos acessíveis a todos é premissa para oferecermos uma experiência realmente satisfatória aos nossos usuários. Nesta palestra, você verá maneiras práticas e eficazes de tornar seus conteúdos acessíveis e ainda mais atrativos, aumentando o ROI da sua empresa.

O Jogo DevOps nasceu com o objetivo de aplicar os conceitos e práticas DevOps a partir de uma empresa de software fictícia LIKI Solutions.
A empresa recebe 2 demandas de clientes distintos e precisa construir os sistemas utilizando artefatos (caixas, pacotes, envelopes, adesivos e etc…) que simulam os componentes para o desenvolvimento de um software, até a entrega em produção. São criadas duas rodadas estratégicas, para que a equipe possa simular uma situação Com e Sem Agilidade + DevOps, e obtermos as métricas (ex: duração, retrabalho) e tirarmos as conclusões embasadas no dia a dia.

12:00 Gamification para engajar equipes: como fazer e o que não fazer
Herbert Parente
(CSJT – Conselho Superior da Justiça do Trabalho)
Pare de estimar e comece a “previsibilizar”
Ricardo Shikota
(Matera)
Qualidade e entrega continua com diferentes fornecedores
Arthur Alonso
(Interfile)
Testes com usuários em ambiente ágil: Usando métricas em testes de usabilidade para melhorar o seu produto
Wagner Guimarães
(B2W digital)

Gamification tem sido usado em diversas áreas com propósito de gerar engajamento. Mas esse engajamento visa que objetivo final? Educação, produtividade, vendas, fidelização, divulgação de produto, motivação de equipes?
Simplesmente contar pontos, distribuir distintivos ou exibir um quadro de pontuação sem alinhar mecânica, componentes e dinâmica do jogo ao propósito final pode não trazer o resultado esperado.
E o que muda de acordo com o tipo de jogador?
Nesta palestra iremos ver como usar Gamification para promover a colaboração e a integração em Times Ágeis e os principais erros cometidos.

Time formado, projeto para iniciar e a fatídica pergunta logo aparece: mas quando fica pronto?
No trabalho do conhecimento, estimativas costumam falhar, seja pelo fato de que horas-homem dificilmente serão iguais as horas do seu cronograma e porque ao estimar desconsideramos o tempo parado em filas!
O objetivo dessa palestra é demonstrar através das métricas de Flow Efficiency, Throughput e Método de Monte Carlo, como obter previsibilidade utilizando dados históricos e ser mais assertivo na data de entrega.

Vamos mostrar como tratamos e garantimos a qualidade dos produtos desenvolvidos por 3 fornecedores diferentes atuando paralelamente nos mesmos sistemas. Garantindo a qualidade funcional, de código e dos testes automatizados das entregas / deploy, atualizando os ambientes desde desenvolvimento, passando por homologação e até produção.

Entenda a importância da inclusão de métricas nos testes de usabilidade. Quais os tipos de métricas existentes e como usá-las para monitorar a performance dos testes com usuários. A partir de uma abordagem prática, entenda como incluir testes em seus projetos e como mensurar a performance e planejar melhoria continua.

12:35 Almoço Livre
14:10 Dia a dia de um time distribuído
Carla Cardoso
(Easy Taxi / Cabify)
Usando Métricas Piratas para crescer seu produto
Fábio Martinelli
(Associação Nova Escola)
Criando Colaboração Global com DevOps (O nascimento da maior comunidade DevOps dentro de um banco global: a T.I sem fronteiras)
Rodrigo Melgar
(Banco Santander)
Como fazer teste de usabilidade em times ágeis – um guia com cases reais
Elisa Volpato
(TESTR)
Agile UX Design: aplicando ferramentas de UX Design em cerimônias do Scrum
Glauber Laender
(Stefanini Inspiring)

Cada vez mais as empresas e as pessoas são globalizadas. Não temos mais apenas uma região de atuação. A escalabilidade tecnológica nos torna capaz de oferecer produtos e serviços em diversos países e é importante estar próximo dos usuários e sua cultura para entregar a melhor experiência. Neste cenário como ficam os times? Nesta palestra compartilho meu aprendizado no desafio de trabalhar com um time de produto e desenvolvimento distribuído em 3 países.

Achar informação relevante no meio dos dados é o principal desafio ao medir o seu produto. Vamos explorar os melhores tipos de métricas compostas e explicar como utilizar a metodologia de métricas piratas para acompanhar seu produto e gerar insights de onde atacar para fomentar seu crescimento contínuo.

Entenda a iniciativa global que envolveu Brasil, México, Polônia, Espanha e Inglaterra e como criamos um pratica única para o DevOps. Cinco países: cada qual com sua cultura, modo de desenvolver e fuso horário próprio. Essas questões foram superadas ao nos basearmos na linguagem de programação, universal e agnóstica a idiomas, e, com isso, evoluímos para um modelo open source e colaborativo.

Vou falar sobre testes de usabilidade e oferecer um cardápio de opções para quem quer incluir testes com usuários em seu processo de trabalho. A ideia é comparar várias formas de fazer e mostrar cases reais de empresas que conseguiram inserir teste de usabilidade no dia-a-dia. A Multiplus é cliente TESTR e conseguiu passar os testes de 1 mês para 1 semana, por exemplo.

Designers muitas vezes ficam deslocados ao ser incluído em um time ágil pela primeira vez. Os processos de design não são mencionados no Scrum Guide e por isso há uma dificuldade em encaixar esse papel nos times. Alguns acreditam que os frameworks ágeis não se adequam ao processo e, por isso, optam pelo Up Front Design e fazem um método “”cascata disfarçado””. É possível mudar o mindset para um design incremental. Esse workshop não é apenas para designers, mas para todos os papéis de um time ágil que querem melhorar a experiência dos seus produtos.

14:45 Fishbowl 1

Fishbowl 2

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

15:45 Coffee-break & Networking
16:20 A Cultura Ágil aplicada utilizando ScrumBan + Spotify Squads
Luiz Resende
(Rivendel + Mandic Cloud Solution)
Service Delivery Review: como tornar suas revisões de produto mais adequadas ao propósito
Geraldo Farias
(Stratio)

Aguardando confirmação
Lean Usability Test: Como validar rapidamente suas idéias
Luiz Bordim
(Descomplica)
Cornucopia – um agile game para facilitar a codificação segura
Wagner Voltz
(Matera)

Como foi a evolução da implantação do Ágil na empresa passando por todos os níveis até chegar no que temos hoje utilizando Squads Multidisciplinares no modelo Spotify.

De tempos em tempos, o time deve inspecionar o produto de modo a obter feedback do cliente se está adequado ao seu propósito. Isso, além de atender a essência da agilidade (satisfazer o cliente, coletando feedbacks contínuos), gera novas oportunidades de negócio e faz o time refletir como melhorar a entrega do serviço como um todo: design, implementação e service delivery. Através de um novo formato de review, orientado a métricas e direcionado a fazer perguntas que realmente respondem os anseios do cliente, temos conseguido melhores resultados e sido mais assertivos nas entregas das features.

Teste de usabilidade nada mais é que um método que consiste em assistir pessoas usando um produto com o intuito de torná-lo mais fácil de usar e obter insights. Porém, muitos transformam isso em algo muito mais complexo. A proposta desta palestra é expor estudos realizados para transformar esse processo mais ágil, adaptável e plausível para o dia-a-dia de um projeto, além de apresentar cases, como uma nova funcionalidade em desenvolvimento no Descomplica, que utilizaram o processo, analisando pontos positivos, negativos e possíveis melhorias.

Quantos dos nossos projetos estão na web? E quanto sabemos que eles estão seguros? A OWASP é um projeto aberto que dissemina conteúdo sobre software seguro e uma das práticas é o Cornucopia que consiste num game onde os participantes identificam possíveis ataques e vulnerabilidades através de cartas pré estabelecidas. Os participantes podem ser desenvolvedores, PO, Scrum Master, entre outros. O resultado do game é uma lista de backlog de vulnerabilidades e que será validada pelos participantes e adicionado ao backlog do produto.

16:55
Aguardando confirmação
Ponto de Função, Story Point ou BCP? Estimativa ou contagem?
Jorge Guimarães
(Netshoes)

Aguardando confirmação
UX Design no ambiente ágil: Como integrar a metodologia de Design no ciclo Scrum
Wenderson Enock
(DTI Digital)

A proposta é passar pela evolução das diferentes formas que usamos para contar ou estimar atividades de desenvolvimento, desde ponto de função, explicando o conceito que era utilizado antigamente, Story Points onde juntamos complexidade com esforço e por último apresentar o BCP (Bussiness Complex Points) conceito desenvolvido pela CI&T que é Creative Commons. Discutir os prós e contras de cada um dos tipos de “contagem”.
Mostrar na prática como estamos trabalhando na Netshoes, migrando de Story Points para BCPs, pitfalls conhecidos, mudança de mindset etc. Q&A.

O casamento entre o design thinking e a metodologia ágil nem sempre é fácil.O método de gerenciamento de projetos tradicional, conhecido como cascata, em muitos casos não conseguia introduzir de maneira eficiente o papel do designer gerando retrabalho e processos não previstos. A solução encontrada foi um modelo adaptativo que introduzia o designer como peça chave do clico scrum.

17:30 Painel: Cultura Ágil e Team Building

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Métricas, Resultados e Melhoria Contínua

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Práticas DevOps

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: UX e Lean UX

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:10 Sorteio e Encerramento


Inscreva-se


17 DE ABRIL – AGILE TRENDS MANAGEMENT

07:30 Credenciamento e Welcome Coffee
09:00 Abertura Oficial


Dairton Bassi
(Agile Trends)

09:35 KEYNOTE
Aguardando confirmação


Trilha
Ágil em Grandes Empresas
Trilha
Cases de Scrum e Kanban
Trilha
Gestão de Pessoas
Trilha
Gestão de Produtos
Trilha
Workshops

10:55 Cadê o os pufes e holofotes? Um jeito barato de movimentar a comunidade de TI e promover agilidade
Jackson Varjão
(ExxonMobil)
Cabeças viradas – Kanban e nossa transformação
Samuel Mota
(Johnson & Johnson)
Gamificação – potencializando o Management 3.0
Flavio Faria
(Porto Seguro)
Como desenvolver produtos de forma colaborativa e com foco no usuário
Filipi Assis
(OLX Brasil)
Workshop método Kanban: verdades e mitos sobre a mesa
Reinaldo Simizu
(Matera)

Quando se pensa em movimentar a comunidade de TI de uma multinacional, líder mundial em seu seguimento, você nunca pensa pequeno. Salões de hotel, pufes, holofotes e comida de graça. Oba!
Afinal, uma iniciativa assim requer um bom apelo. Então vem o diretor e te conta a novidade: orçamento mínimo. E agora? Oras, somos ágeis não somos? Vamos mostrar como se faz muito, com muito pouco. Tudo o que você precisa é de paixão, pessoas motivadas e idéias, muitas idéias. E não é que deu certo? Não teve glamour, mas foi melhor que o ano anterior, sem os pufes e holofotes. Só cafézinho e pipoca grátis!

A jornada de adoção de kanban transformou toda uma organização, de processos a pessoas. Após anos em busca da agilidade (perdida) temos alguns erros, acertos e resultados para compartilhar. Aprecie a jornada, o caminho é o que a torna incrível!

Com foco no engajamento das pessoas e se aproveitando da naturalidade das novas gerações do mercado de trabalho com a linguagem de jogos, a Gamificação pode ser utilizada de forma complementar ao Management 3.0 e potencializar seus resultados. Nesta palestra veremos:
– O que é Gamificação
– Motivação Intrínseca
– Os elementos de jogos mais básicos
– A Fase Secreta: Como transpor a Gamificação para dentro das empresas
– O engajamento causado por cada elemento de jogo
– Uma receita para projetar a Gamificação

O conhecimento técnico de gestão de produtos é o básico, mas não vai ser suficiente se o seu time e stakeholders não comprarem a briga junto com você. Quer fazer uma transformação em seu produto e encantar seus usuários? Comece a construir essa mudança dentro de casa.
Alguns dos tópicos que irei abordar:
– Como evitar a construção de uma funcionalidade que ninguém vai usar (seu designer vai gostar);
– Como envolver todo o time e stakeholders na resolução de problemas;
– Como ter uma cultura de testes e aprendizados.

Entenda na prática como obter previsibilidade e flow com o método Kanban! Derrubaremos alguns mitos que temos ouvido no mercado, para que você tenha o entendimento correto de como aplicar na sua empresa. O objetivo é oferecer uma experiência real, abordando práticas como visualização do fluxo, limitar trabalho em progresso, métricas (CFD, LeadTime, Troughtput), classes de serviço, identificação de gargalos, políticas explícitas e Kaizen!

11:30 Como a TV Globo modernizou o delivery de aplicações através de linhas de produtos ágeis
Bruno Martins
(TV Globo)
Sistema Kanban como gestor da transformação organizacional. Bora evolucionar!
Michelle Teodoro
(IBM)
Como contratar e reter talentos técnicos
Ronaldo Marciano
(Creditas)
Adotando práticas contínuas de Product Discovery
Mario Baumgartner
(ContaAzul)

Veja como a TV Globo transformou 6 departamentos de TI em silos em um grupo de TI ágil, flexível e resiliente, implantando de forma inovadora um método de entrega baseado em duas velocidades que é considerado inspiração para muitas outras organizações no Brasil e no mundo com o mesmo desafio.
Nesta palestra será mostrado em detalhes a jornada ágil levou a corporação a sair de um modelo de projetos para linhas de produtos associadas a geração de valor em um desafio que vai do técnico ao cultural e com uma componente humana essencial.

Um dos grandes desafios da implementação ágil é a mudança da cultura organizacional. Como mudar práticas já enraizadas? Como não ferir a identidade das pessoas e dos times? Vamos apresentar o caso de sucesso da implementação ágil em uma organização centenária de TI, mostrando o uso do Kanban como o grande gestor da transformação. Como líderes começaram a usar o Kanban para tomadas de decisões e melhorias de processos. Por fim, falar como o Kanban como sistema de gestão trouxe a mudança evolucionária, tornando-se um modelo de sucesso da transformação ágil em um nível global.

A ideia é contar um pouco sobre como funciona todo a jornada do coloborador na Creditas, mas dando um foco mais especifico em tecnologia, vamos citar como usamos management 3.0 e outros conceitos ageis no dia a dia como filosofia de gestão.

A descoberta contínua de produtos é a próxima evolução de como criar produtos que agregam valor de fato aos clientes e ajudam as empresas a alcançarem suas metas e objetivos. Esta palestra trás o estudo de caso da Conta Azul e como adotamos essas práticas em um de nossos produtos.
Através desta palestra iremos incentivar as equipes a fazer descobertas contínuas de produtos – onde estamos constantemente identificando, validando e descrevendo novos itens de backlog de produtos.

12:05 Almoço livre
13:55 SoS: Projetos globais e cultura ágil, dá match?
Cristiana Basilio
(Thomson Reuters)
Kanban na vida de uma sustentação
Fábio Zuccoli
(B3 – Brasil Bolsa Balcão)
Onboarding 4.0 – usando o Design Thinking e o Ágil no aculturamento de novos colaboradores
Laura Fontana
(Spread)
Growth está na moda, mas como anda o User Onboarding do seu cliente?
Willy Nakata
(Easynvest)
Design Thinking na prática: superando desafios com inovação
Lucas Schapira
(Tapps Games)

Um projeto global já remete a uma estrutura organizacional robusta, vários stakeholders, times, idiomas e fuso-horários, além de um encadeamento de planos e metas onde um pequeno deslize pode tornar-se um incidente de proporções astronômicas. Assim, parece natural adotar uma cultura que estimule a comunicação contínua, a transparência e a adaptação rápida. Mas quais serão os desafios e como contorná-los? Nessa sessão será compartilhada a experiência de conduzir usando Scrum of Scrums um projeto global com muitas dependências entre Product Backlogs e conflitos de prioridade entre POs.

Demonstrar como o Método Kanban pode auxiliar para a construção de um ambiente sustentável e gerar a contribuição nas equipes para a resolução de demandas rápidas e urgentes, alinhando priorização e qualidade nas entregas.
Assuntos que serão abordados:
• De onde surgiu a ideia?
• Desafios na implementação do Método.
• Conscientização das equipes e envolvidos.
• Práticas executadas.
• O que passamos a observar de resultado.
– Enfatizar os resultados positivos.
– Quais foram os aprendizados e ações de melhoria.
• Quais os próximos passos.

Como a utilização do Design Thinking pôde contribuir para que um projeto de Recursos Humanos se tornasse um projeto de todos na organização e, como o Scrum e o Kanban são utilizados para trazer celeridade para o projeto como um todo. Engajamento, colaboração e aculturamento rápido!

Cada vez mais ouvimos falar em Growth e suas estratégias para melhorar conversão, retenção e engajamento dos clientes. Mas você sabia que perde-se aproximadamente 75% dos usuários na primeira semana e, ao final de 90 dias, ficam apenas 4%? Além disso, muitas organizações deixam de lado, ou simplesmente não conhecem o real impacto de um user onboarding bem executado. Tá afim de conhecer uma visão diferente sobre como pensar no que é sucesso para o seu cliente? Junte-se a nós para refletir nas boas práticas de user onboarding e como ele pode ser crucial para o sucesso de um produto.

Einstein disse uma vez que se ele tivesse uma hora pra resolver um problema e sua vida dependesse dessa solução, ele passaria 55 minutos definindo a pergunta certa a se fazer. O Design Thinking é sobre isso: se apaixonar pelo problema e não pela solução! Esse workshop vai trazer os conceitos do Design Thinking para mostrar como podemos resolver todo tipo de problema quando exercemos colaboração, experimentação e empatia pelo usuário.

14:30 Ágil na Enel Distribuição SP – a jornada
Sandra Fujii
(Enel Distribuição SP)
Como o Kanban tem ajudado as equipes de desenvolvimento na maior empresa de ContactCenter do Brasil
Rodrigo Brandao
(Atento do Brasil)
O desafio de “liderar” líderes – liderando um time de Agile Coaches
Luciana Guerra
(Banco Itaú Unibanco)
Tópicos avançados em gestão de produtos – como levar seu produto de tecnologia para o próximo nível?
Joaquim Torres
(Gympass)

Em 2016 iniciamos a Jornada Ágil na Eletropaulo – e que vem transformando sua cultura, como entregamos os projetos e seus resultados.
Neste Case destacaremos: os fatores críticos de sucesso, as mudanças reais de processos e de cultura interna. Exemplo: foram superadas várias barreiras relacionadas a cultura da própria TI, pois falar em Releases semanais para sistemas Core SAP parecia uma loucura quando começamos. Compartilharemos os grandes desafios e conquistas da agilidade mantendo estabilidade em sistemas críticos que suportam distribuição de energia e atendimento a milhões de clientes.

A sobrecarga de trabalho, as constantes re-priorizações de demandas possuem relação com uma baixa taxa de entregas, gerando insatisfação na equipe de desenvolvimento e nas partes interessadas.
A abordagem do método Kanban foi utilizada no processo de melhoria desta equipe, obtendo bons resultados. Como consequência, este trabalho foi expandido para outras 20 equipes de desenvolvimento.
Serão apresentados também as dificuldades do dia a dia, ferramentas, lições aprendidas e as contribuições para uma melhoria na eficiência do processo.

Gestão de pessoas, sempre foi e é um desafio constante para todo Líder, se tornando maior e mais instigante quando falamos em liderar agentes de transformação, pessoas capazes de agregar, ensinar e quebrar barreiras diante de mudança cultural. Estar diante da transformação digital de um dos maiores bancos da America Latina e gerir um time de coach, que lideram essa transformação, é um grande aprendizado a cada dia. Temos que nos reinventar, estar dispostas a aprender que cada individuo tem seu próprio jeito de engajar. Vou falar um pouco do que tem sido esse desafio e seus aprendizados.

Nesta palestra vou explorar, com base em mais de 25 anos de experiência prática na área, a disciplina de gestão de produto de tecnologia – que busca conciliar os objetivos estratégicos do dono do software com os problemas e necessidades dos usuários.Como já temos várias boas palestras sobre gestão de produtos, roadmaps, visão, estratégia, métricas, product discovery, optei por focar essa palestra em temas mais avançados de gestão de produto, para auxiliar os times de desenvolvimento de produtos de software a levarem seu produto para o próximo nível. como gerenciar plataformas, como elas impactam na estruturação dos times e o que é preciso para ser uma gestora de produtos melhor. Nessa palestra falarei sobre como gerenciar plataformas, como elas impactam na estruturação dos times, sobre ciclo de vida de um produto, que ferramentas usar em cada fase desse ciclo de vida e o que é preciso para ser uma gestora de produtos melhor.

15:05 Cloud Migration Agile Framework
Daniel Pedrozo
(VALE)
Como entregar 2000PFs em 2 meses
Roberta Monteiro
(Serpro)
RH ágil: mais que business partner
Marina Rezende
(DTI Digital)
Guestologia na era digital
Victor Gonçalves
(AddTech)

Todos sabemos o quanto é desafiador adotar fameworks e processos inovadores principalmente em empresas Grandes, o quanto mais ser ágil em migração para a Cloud. No entanto, para atender a um escopo complexo, cheio de incertezas, sem exemplo de mercado e com um grande benefício na mesa, a empresa enxergou a necessidade de transformação. Mudança de mindset, criação de um processo de adoção, desenvolvimento de profissionais capacitados e criação de um framework ágil para migração de workloads para Cloud foram alguns dos resultados que trouxeram sucesso à Vale.

Este é um Case positivo na utilização de métodos ágeis impulsionando as entregas de um time. Traremos práticas e valores ágeis adotados que proporcionaram esta entrega alavancadora.
Não existe milagre mas temos dicas preciosas que poderão te ajudar.

Você acha que métodos ágeis não é para RH? O RH da dti nasceu com o desafio de fomentar o crescimento dos nossos times ágeis e difundir a cultura de business agility na empresa. Em menos de 2 anos de ação do RH na empresa – que hoje tem 8 anos de operação – o nº de colaboradores quadruplicou! Somos mais do que uma área interna da dti, atuamos de forma descentralizada junto a cada equipe, pensando e desenvolvendo nosso RH Ágil junto a elas. Nesta palestra vou mostrar como foi o caminho que trilhamos para inserir o mindset ágil no RH!

Você não tem clientes. Você tem Guests! Nesta palestra você será apresentado aos conceitos que formam a base da Guestologia, utilizada pela Disney para garantir a entrega de valor em seus serviços junto aos seus convidados. E entenderá como estes princípios podem ser aplicados por times ágeis na criação e evolução de produtos digitais.

15:40 Coffee-break & Networking
16:15 O desafio na expansão da metodologia ágil dentro de grandes empresas
Lucas Batista
(Telefônica VIVO)
Um simulador de voo 99% mais barato: Como a FAB conseguiu isso usando Scrum?
Everton Resende
(CCASJ – Força Aérea Brasileira)
Tribos ágeis – como expandir o mindset ágil na empresa
Roberto Simões
(XP Investimentos)
WTF is product culture?
Paulo Sellos
(Nubank)

Aguardando confirmação

A Telefônica Vivo vem acelerando na sua transformação digital e, criou em 2016, o Vivo Digital Labs com o objetivo de revolucionar o modelo de trabalho e mindset por meio de metodologias ágeis e abordagens inovadoras, trazendo soluções focadas na experiência dos clientes nos canais digitais. Foram vários os desafios e aprendizados durante a implementação do ágil, desde o apoio de todo board, envolvimento dos stakeholders, capacitação dos times até a mudança de mindset. Através dos squads, a Vivo vem alcançando resultados relevantes com impacto no negócio e para as pessoas.

O Centro de Computação da Aeronáutica de São José dos Campos é a unidade responsável por cuidar dos simuladores de voo da FAB. Em 2018, recebeu uma incumbência nova: construir um simulador de voo. Para isso, a equipe designada resolveu usar o Scrum. Entretanto, para atingir o objetivo proposto, se depararam com vários desafios. Essa palestra vai mostrar esses desafios(hierárquicos, uso do Scrum, burocráticos e de maturidade no uso do framework) e como eles foram superados. O resultado: um simulador de voo 99% mais barato do que um similar no mercado.

Abordagem dos principais desafios e estratégias adotadas para expandir o mindset ágil em uma Tribo com mais de 80 integrantes. Essencialmente, serão apresentadas abordagens utilizadas para alavancar o alinhamento, comprometimento e a colaboração na Tribo de Renda Variável da XP e os resultados alcançados com essas iniciativas.

Ouvimos constantemente que precisamos ser ágeis, entregar, go fast and break things! Mas como fazer isso de verdade? Melhor ainda, o que uma cultura de produto tem a ver com tudo isso? Muito mais do que você imagina! A ideia é passar um pouco sobre conceitos e práticas que vivemos no Nubank para fazer nosso dia a dia verdadeiramente ágil.

16:50 Agile@Scale na Ambev: como a empresa se tornou ainda mais ágil
Rafael Martins
(Ambev)
Agilidade com times multidisciplinares
Thomas Lohaus
(Tapps Games)
Mindset fixo x Mindset de crescimento de lideranças… Qual o meu?
Márcia Gomes
(Serpro)

Aguardando confirmação

Como organizações tradicionais podem se reinventar e se tornar mais competitivas no ambiente digital? A área de Client Services da Ambev viu a necessidade de ser cada vez mais dinâmica diante da emergência de movimentos globais e de uma série de inovações na indústria de bebidas. Para isso, a empresa implementou um projeto de Agile@Scale que em poucos meses rodou pilotos para institucionalizar um mindset completamente novo, a fim de impulsionar equipes integradas e atingir os objetivos de negócio. Os resultados são promissores: squads dedicados e estrutura organizacional, governança e processos definidos para escalar os princípios ágeis na organização de maneira efetiva. Conheça os detalhes deste case emblemático no painel!

Scrum foi, originalmente, pensado para que o time de dev possa pegar a próxima estória do backlog. Mas o que fazer quando o time é composto por várias áreas multidisciplinares , onde uma pessoa não necessariamente consegue pegar próxima estória?
A criação de jogos envolve game designers, artistas, desenvolvedores e QAs. Além de existirem fortes dependências entre as áreas, um artista, por exemplo, não sabe programar. Quero expor minha experiência com times multidisciplinares, apresentar os experimentos que fizemos e seus resultados.

Mindset, ou Modelo Mental, consiste na mentalidade que cada um de nós tem em relação à vida, direcionando assim nossos pensamentos e comportamentos. A doutora em psicologia Carol Dweck classifica os mindsets como sendo fixo ou de crescimento. E quando o assunto é liderança, você sabe onde você se encaixa? Nesta Trend Talk serão apresentados cases reais onde cada um poderá avaliar como reagiria em cada situação e fazer uma auto-análise em como pode melhorar… vamos nessa?

17:25 Painel: Ágil em Grandes Empresas

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Cases de Scrum e Kanban

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Gestão de Pessoas

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Gestão de Produtos

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:05

Happy Hour

Após a última apresentação, estendemos a programação com um grande happy hour para todos os participantes, palestrantes e patrocinadores. Uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências!



18 DE ABRIL – AGILE TRENDS MANAGEMENT

08:30 Credenciamento
Trilha
Agile em Escala
Trilha
Design Thinking & Inovação
Trilha
Planejamento e Gestão Ágil de Projetos
Trilha
Transformação Digital e Organizacional
Trilha
Workshops

9:00 Como ser ágil com quase 2.000 pessoas e mais de 9 milhões de linhas de código?
Fábio Trierveiler
(Softplan)
Não há super-heróis na inovação
Rafael SIlva
(Centro de Inovação Unimed – BH)
Como vencemos 9 desafios para finalmente reescrever um grande sistema LEGADO
Gabriel Vaz
(Softway)
Cultura ágil e os insumos para a tão sonhada Transformação Digital
George Garrido
(Banco Santander)
Lean Thinking – O poder do Value Stream Mapping (VSM) no mundo Agile
Erasto Meneses
(Softplan)

Transformar uma empresa não é tarefa fácil. Especialmente, se esta empresa salta de 400 para quase 2000 pessoas ao longo do processo de evolução.
Nesta palestra, compartilharemos a nossa experiência em uma transformação contínua ao longo de 10 anos, evoluindo de um processo em cascata caótico, passando pelo Scrum, escalando com SAFe e buscando a melhoria contínua através do Método Kanban e práticas Lean.

Apresentação do Centro de Inovação da Unimed-BH e suas iniciativas, com destaque para o programa Mosaico Criativo responsável por institucionalizar o design thinking na Cooperativa que tem como principal conceito a “humanização” da inovação e da criação de novas soluções de TI, colocando as pessoas no centro do processso.

Se você quer começar com o pé direito e a MENTE preparada para as 9 FRUSTRAÇÕES que podem vir, ASSISTA esse talk.
Neste estudo INÉDITO você terá acesso a lista COMPLETA e extremamente prática com os principais saídas que usamos para “implantar” Agile num grande Cliente. Essa palestra é fruto de uma vivência intensa sobre as entregas ágeis num ambiente hostil.
Essa é uma palestra que servirá como guia para o seu dia a dia, para te ajudar a tomar decisões inteligentes, evitar erros e entender a lógica por de trás da implantação de Processos Ágeis de sucesso.

A implantação do Método Ágil no Santander já envolve mais de 168 squads e faz parte do processo de transformação digital do banco. Viabilizar as implantações nos tempos desejados e garantir qualidade e confiabilidade dos produtos tornou-se um desafio ainda mais importante com a forte demanda das áreas de negócios para renovação de 16 canais do banco (entre eles Internet Banking e Mobile Banking). E como fazer isso em um cenário de entrega contínua e acompanhando o ritmo da necessidade dos clientes? Cultura Ágil, essa é a chave mestra para a jornada digital!

Você agilista, já se topou com uma empresa zerada em práticas ágeis com poucos o nenhum processo bem definido ou nebuloso?. O VSM é um mecanismo essencial para mapear processos e reconhecer gargalos e desperdícios, com ele você pode definir seu fluxo e estabelecer o Pull System (Método Kanban) para dar vazão à suas entregas. Sendo um dos 5 Princípios do Lean Thinking, tem sido um dos mais utilizados no universo de aplicações do Lean Thinking em empresas industriais, tecnológicas e de serviços.

9:45 S@S – A arte de escalar o Scrum de maneira orgânica
Rodrigo Camargo
(Clicksign)
People Experience Design
Carlos Tristacci
(Meta)
Gestão de Riscos Legais nas contratações de serviços de desenvolvimento de software baseados em métodos ágeis
Adinilson Martins
(Advocacia Geral da União)
Grandes empresas de saúde: sim, é possível transformá-las!
Felipe Polovanick
(Dasa)

A palestra abordará os conceitos fundamentais do Scrum@Scale, seu artefatos e cerimonias. Está palestra e indicada a todos que tem dificuldade em aplicar Scrum na organização como um todo e que gostaria de ver companhias mais horizontalizadas e com respostas rápidas as mudanças (sejam elas internas ou externas).

Como tornar a percepção acumulada de todas as interações das pessoas com os componentes que estruturam uma organização – pessoas, políticas, processos, atividades, ferramentas de trabalho, infraestrutura física e digital – em uma experiência que leve a maior satisfação e produtividade, bem como aumente o patrimônio da marca, a vantagem competitiva e o crescimento sustentável.

No geral, é comum relacionar riscos apenas com aspectos negativos. Contudo é importante lembrar da existência dos riscos positivos. Aqueles riscos que, em vez de representar ameaças, representam oportunidades. Os Métodos Ágeis de desenvolvimento de software são fontes de significantes riscos positivos para as instituições que os adotam. Essa palestra apresenta uma pesquisa sobre instrumentos regulatórios de contratações de TI e suas relações com Métodos Ágeis, e revela significantes riscos positivos de alto impacto e riscos negativos de baixa criticidade, plenamente mitigáveis.

O que pode ser mais tradicional do que uma empresa de saúde? Será que é possível realizar uma transformação Ágil e Digital em grandes empresas desse segmento?
Vamos contar como estamos realizando a transformação da Dasa, a maior empresa de Medicina Diagnóstica da América Latina.
Por meio da mudança de Cultura, da criação do Centro de Excelência Ágil e do fortalecimento das pessoas, a Dasa, uma empresa de saúde com quase 60 anos, está passando por uma enorme transformação Ágil e Digital.

10:20 One Minute Talk
O Agile Trends sabe que seus participantes possuem muitas experiências para compartilhar. Por isso criamos as sessões One Minute Talks, onde o palco e o microfone do Agile Trends estarão disponíveis para os participantes que quiserem compartilhar suas ideias, opiniões, projetos, falar sobre tendências, apresentar o seu negócio, contar um caso, compartilhar uma dificuldade, pedir ajuda em um problema…
Você tem 1 minuto para transmitir a sua mensagem como preferir.
10:50 Coffee-break & Networking
11:25 Equipes de alta performance com squads e SAFe
Flavio Peres
(Daitan)
Você e uma organização ágil: Não se trata mais de uma questão de “se” mas “quando” e “como”
Paulo Botelho
(Bosch)
Os desafios da transição do modelo tradicional de gestão de projetos para o Agile
Luís Oliveira
(Rakuten)

Aguardando confirmação
Como conduzir uma retrospectiva agradável e realmente eficaz?
Juliana Cainelli
(TOTVS)

A idéia de palestra é mostrar como implementar squads, tribes, guilts e chapters, usando Scrum e escalando com o scaled agile framework (SAFe), quais são as vantagens desse modelo, como a comunicação deve fluir, quais as principais dificuldades e como superamos essas dificuldades para criar um time de alta performance, atendendo à demanda atual de business que necessita ser ágil ao mesmo tempo que necessita ter um planejamento mais longo prazo.

Em um mundo cada vez mais imprevisível, como se preparar para enfrentar (e vencer) os novos desafios? Simplicidade e atitudes conectadas com o propósito são poderosos caminhos para lidar com mercados ambidestros (excelência operacional e inovação convivendo lado a lado ) que, por sua vez, são influenciados principalmente por redes distribuídas, conectividade e inovações. Nesta sessão você conhecerá elementos concretos (ex: Design thinking) em cases da Bosch para aprimorar a construção da sua própria jornada ágil.

Mesmo após mais de 15 anos de sua definição, o Agile só agora começa a ser implementado em empresas mais tradicionais e de grande porte. Os desafios dessa mudança de visão provenientes da gestão tradicional de projetos são enormes: por onde começar? Como dar estimativas de longo prazo? O que de fato é um produto? Como dar a visão Agile para as outras áreas?
Essa palestra visa expor os diferentes lados desses pontos e discutir quais as alternativas para saná-las.

Aprendizado continuo, aprender e agir sobre o problema são as ações necessárias, porém, reunir o time promover essa discussão de maneira agradável efetiva é o grande desafio. Como conduzir? Quais atividades o facilitador pode utilizar para ajudar a na condução dessa cerimônia e promover a melhoria continua? A proposta do workshop é realizar na prática combinações de atividades que vão ajudar a criar uma retrospectiva agradável e eficaz.

12:00
Aguardando confirmação
Usando o Design Thinking em times ágeis: erros e acertos na prática
Diego Silvério
(Banco Itaú Unibanco)
Agilidade para impacto social
Diego Ciarrocchi
(Itaú Social)
Proteção de dados e privacidade na era da Transformação Digital, da Agilidade e da Inovação
Hélio Cordeiro
(Daryus)

Existem vários métodos, modelos e ferramentas de mercado para aplicar o Design Thinking na criação, evolução ou melhorias de produtos digitais, sendo que parte deles já contemplam a aplicação em times ágeis. Porém, ao aplicarmos na prática, encontramos diversos desafios, oportunidades, erros e acertos que podem fazer a diferença no sucesso da adoção do Design Thinking por UX e também pelas outras especialidades. Nesta palestra vamos falar dos principais aprendizados e como facilitar a vida dos times nesta jornada.

Como pensar em agilidade em organizações sociais para causar um impacto na sociedade em que vivemos? É possível obter resultados sustentáveis utilizando práticas ágeis na educação pública no Brasil? Quais os principais desafios e barreiras encontradas no terceiro setor para aplicar métodos ágeis em seus projetos? Essas e outras questões serão abordadas na palestra Agilidade para Impacto Social.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) e a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP) são regulamentos e leis sobre proteção de dados e privacidade para todos os indivíduos dentro da união europeia e do território brasileiro respectivamente, afetando qualquer atividade que envolva utilização de dados pessoais, incluindo o tratamento pela internet. Descubra como estas mudanças na proteção de dados e na privacidade impactam as organizações, a sociedade e as pessoas em seu dia-a-dia, em plena era da Transformação Digital, a Agilidade e da Inovação.

12:35 Almoço Livre
14:10 Design Sprint@Scale is not to big to fail
Desuita Campelo
(Embraer)
Design Thinking & Agile – Poderosas combinações de metodologias que transformam negócios
Adriana Figueiredo
(MJV Innovation)
Estimativas que funcionam
Luiz Bernardo
(Lambda3)
Da cultura ágil e Lean à uma cultura analítica: decisões orientadas à dados na redação do UOL
Marcos Broinizi
(UOL)
Lean Startup Workshop
Thiago Torricelly
(SO Group)

O mundo mudou e agilidade e novas maneiras de mitigar risco são mandatórias para a sobrevivência, não uma opção. Do outro lado temos grandes corporações lentas e apegadas ao status quo. Soa familiar? Desafio e tanto para a Transformação Digital. Para colocar esta massa inerte para correr é preciso uma mudança cultura revolucionária e não evolutiva. O design sprint@scale proporciona isto. Um choque cultural que gera massa crítica. Venha ouvir nossa experiência em colocar um pra rodar do 0 ao 100 em 5 dias. E o caminho das pedras para não falhar.

Esta palestra aborda a união de diferentes metodologias visando impulsionar resultados em diferentes contextos de negocio – como por exemplo, ambientes onde há resistência na adoção de Agilidade, ambientes onde há limitação de budget para novas iniciativas e até cenários onde há a necessidade de investir em iniciativas mais assertivamente. A união de Design Thinking e Agile foi fundamental para a mudança de mindset nos times que vivenciaram estes cenários, e vou explicar como desenhamos a solução em cada um destes desafios.

Os projetos de software não são uma receita de bolo e há muitas variáveis entre a ideia apresentada e a entrega realizada. Pesquisadores como Steve McConnell propuseram que uma “boa” estimativa forneceria algo dentro de 25% do resultado real, 75% do tempo. Uma forma inteligente de se trabalhar com estimativas em ambientes ágeis vem crescendo através do movimento #noestimate, essa palestra trata de apresentar esse movimento e os motivos que levam a ser um sucesso.

A transformação da cultura de tomada de decisão em uma grande empresa é um processo desafiador. Desde de 2008, o UOL passou pela adoção de uma cultura ágil, começando nas equipes de engenharia, que evoluiu para uma cultura Lean no desenvolvimento de produtos. Em 2018, com o objetivo de acelerar o uso de ciência de dados na tomada de decisão do seu mais tradicional produto, o conteúdo jornalístico, o UOL abraçou uma verdadeira jornada para criar uma nova cultura na área de produção de conteúdo, uma jornada que exigiu muito mais que o domínio de Big Data, Data Science e Lean Analytics.

O Lean Startup Workshop funciona como um simulador de vôo para inovação e Lean Startup, neste jogo simulamos 4 empresas disputando um mercado testando várias estratégias de Lean Startups. De forma natural os jogadores vão assimilando os conceitos e práticas para depois aplicarem no mundo real.
Durante o jogo os participantes aprenderão conceitos de Lean Startups, e ter uma experiência de como é um workshop que transmite conteúdo de forma divertida e gamificada.

14:15 Fishbowl 1

Fishbowl 2

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

O Fishbowl é um formato de discussão em grupo que promove o diálogo e a troca de experiência entre os participantes da sessão e permite que todos tenham as mesmas chances de opinar e expressar seus pontos de vista.

15:45 Coffee-break & Networking
16:20 Design at Scale e o futuro do Design no ágil
Guilherme Gonzalez
(Dasa)
Descobrindo o Discovery na Vivo
Guilherme Goulart
(Telefonica Vivo)
Agile e a Nova Administração: o tempero secreto da governança do Séc. XXI
Heitor Roriz
(Massimus)
Transformação Digital na Natura: erros, acertos e (muitas) emoções
Daniel Mathias
(Natura)
Toolbox 360°, debatendo mais de 100 técnicas de valor
Jorge Audy
(DBServer e PUCRS)

Na cultura ágil, o design ficar embaixo da engenharia faz todo o sentido, uma vez que isso trás grandes resultados como maior velocidade nas entregas e capacidade de corrigir e/ou refazer com menor sofrimento. Porém com Design at Scale ativamos uma nova esteira criando um processo que permite pesquisa em profundidade, sem atrapalhar a entrega do time e proporcionando um novo patamar de agilidade e qualidade.

Boas experiências estão se tornando o mínimo aceitável pelos consumidores. Essa nova realidade torna os cenários mais competitivos e vorazes por soluções que incluam maior atenção na qualidade dos produtos e serviços sem deixar de lado decisões que considerem as conexões entre as pessoas. Por isso o desejo de encontrarmos mais caminhos no campo entre o pensar Design e o Desenvolvimento ágil ganha uma relevância ímpar. Compartilharemos um pouco dos contextos e desafios da Vivo na busca por um modo de trabalho ágil que gere resultados relevantes na escala de uma empresa multinacional.

A Gestão foi uma invenção como qualquer outra e assim é uma tecnologia. Como toda tecnologia inventada pelo homem, ela passa por um momento de inflexão, onde nós precisamos redefinir os conceitos que gerenciam a empresa como um todo!
Esses conceitos que fundamentam a governança administrativa nas empresas de hoje estão muito ultrapassados. A Gestão teve seus conceitos fundamentais estabelecidos até 1910, desde a Divisão do Trabalho até a Gestão Orçamentária, precisamos reinventar como manejamos as empresas, ou estaremos fadados a ter que recomeçar tudo do zero.

Muito se ouve sobre “Transformação Digital”, mas o que é isso na prática? Como esta transformação acontece em uma grande empresa que há anos aplica sua fórmula de sucesso?
Convencer todos a mudar seu mindset e sua forma de operar, quebrar barreiras de hierarquia e desestruturar as estruturas organizacionais, sem dúvida não é uma tarefa fácil. Tudo isso somado ao desafio de levar tecnologia para alavancar o negócio de forma inovadora para quase 2 milhões de pessoas na América Latina fazem parte da Transformação Digital na Natura.
Venha conhecer os erros, acertos e emoções desta jornada!

Um workshop que apresenta um jogo e uma técnica autorais, debatendo centenas de técnicas, dinâmicas e boas práticas oriundas de diferentes fontes de excelência em suas abordagens, desde o Lean, SCRUM, Kanban, XP, Design Thinking, Lean Startup, PMBOK, etc. Um jogo de tabuleiro com baralho de cartas criado para disseminar agilidade em universidades. Além do jogo, uma técnica de gestão do conhecimento 100% auto-organizada e que gera links para compartilhamento e desenvolvimento de competências. Jogo e técnica já estão em suas 7ª e 3ª versões melhoradas a partir da prática e feedbacks.

16:55 Ágil transformando o banco: quem disse que seria fácil?
Daniel Santos
(Banese)

Aguardando confirmação

Aguardando confirmação
Aceleração ágil – erros e acertos
Aline Fonseca
(Stone Pagamentos)

Demora nas entregas, waterfall sprints, pouca previsibilidade e transparência, priorização caótica(ou a falta dela) e muito WIP. Após anos tentando adotar agilidade tivemos que pedir ajuda, pois, Transformação Ágil não se faz sozinho. Conquistando o apoio da alta gestão e das áreas de negócio, começamos a nossa jornada para destravar o motor de entrega, coordenar o trabalho dos times, focar no trabalho correto e criar cadência organizacional. Para isso, testamos scrum, kanban e componentes do SAFe. O que funcionou e não funcionou é que o iremos descobrir nesta apresentação.

Depois de uma transformação ágil o que vem depois? Como escalar produtividade e performance em times que já passaram pela transformação ágil? Quais os erros e acertos do processo de aceleração para produtividade/performance de um modelo de times ágeis de tecnologia que tem como propósito transformar a vida do empreendedor?

17:30 Painel: Agile em Escala

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Design Thinking & Inovação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Planejamento e Gestão Ágil de Projetos

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Painel: Transformação Digital e Organizacional

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

18:10 Sorteio e Encerramento


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Obs: A programação pode ser atualizada a qualquer momento, sem aviso prévio.