Programação Agile Trends 2020

QUARTA
7/out
QUINTA
8/out
SEXTA
9/out
SÁBADO
10/out
Agile Trends ManagementAgile Trends Teams
Para quem?Gestores de forma geral que precisam apoiar
suas equipes na adoção e evolução de agilidade
Membros de equipes ágeis que já praticam
ou precisam evoluir no dia a dia
Palco 1 Trilha Business Agility &
Resultados no Negócio
Trilha Design Thinking &
Inovação
Trilha Tribos, Squads
e Cultura Ágil
Trilha Facilitação &
Agile Coaching
Palco 2 Trilha Agilidade Escalada em
Grandes Empresas
Trilha Cases Avançados
de Agilidade
Trilha Gestão de Produtos Trilha Customer
Experience & UX
Palco 3 Trilha Mindset & Transformação
Organizacional
Trilha Liderança & Gestão
de Pessoas
Trilha CI / CD & DevOps Trilha OKRs,
Métricas e Indicadores
Palco 4 Trilha Planejamento,
Projetos e Portifólio
Trilha Lifelong Learning &
Gestão de Carreira
Trilha Quick and Clean: Agilidade,
Qualidade e Segurança
Trilha Práticas ágeis
para o dia a dia
Arena Agilidade
na Prática
Arena Executiva Arena Executiva Workshops Workshops




7/out – Agile Trends Management

7:45 Credenciamento
08:45 Abertura Oficial
09:30

Keynote


  Trilha Business Agility &
Resultados no Negócio
Trilha Agilidade Escalada
em Grandes Empresas
Trilha Mindset &
Transformação Organizacional
Trilha Planejamento,
Projetos e Portfólio
10:45 Business Agility em Commodities: A transformação da Votorantim Energia através de agilidade na estratégia
Tomás Botelho
(Votorantim Energia)
Transformação Organizacional, uma jornada de Propósito
Gleycia Leite
(Natura)
O papel do RH em Estruturas orgânicas e holocráticas
Alex Salino
(Cadmus)
Que tal preparar sua empresa para a gestão por produtos?
Diego Ribeiro
(SERPRO)
Vamos contar um pouco sobre a Jornada da Votorantim Energia em torno do Business Agility. Primeiramente o por que de adotar este modelo de gestão, não por que é a moda do mercado, mas quais os resultados esperamos atingir com esta estratégia. O quão é importante este tópico ser parte da estratégia da companhia, por que não estamos falando de gestão de projetos mas como a companhia pensa estratégia de forma ágil. Como Presidentes e Diretores são impactados por este modelo de gestão. O papel do RH como suporte na transformação. Os resultados de começar esta transformação no negócio e não na TI. Como a agilidade contribui para a criação de modelos inovadores de organização, pessoas e cultura. Aprendizados – mitos e verdades – de uma verdadeira jornada de transformação. A forma de trabalhar mudou, as estruturas estão mudando e agora? Como ajudar as pessoas a se adequarem e ainda potencializar seus talentos? Você também verá nessa palestra o que é holocracia e como estruturas orgânicas geram melhores resultados para a pessoas e para os negócios. Temos visto um interesse cada vez maior do RH na jornada Ágil. De fato o papel do RH é fundamental na disseminação e conscientização deste novo mindset. Conheça também um case de sucesso onde o RH tem um papel diferenciado em uma estrutura essencialmente Ágil e Organica. Muitas empresas precisam conhecer estratégias para implantar uma gestão por produto. Durante esse trabalho, será apresentado quais foram os métodos adotados para uma transformação desse tipo em uma organização originalmente orientada para demandas e projetos. Será detalhado como deve ser feito o alinhamento entre negócio, tecnologia e experiência do usuário e qual é a importância da gestão de produto para atingir um resultado de sucesso.
Finalmente, serão exibidas as principais lições aprendidas, para que sirvam de referência e acelerem essa mudança em empresas que querem encarar essa jornada.
11:25 Disrupção Digital, os desafios desta jornada
Leandro Angelo
(CI&T)
Leading through Learning – LPM connections across the enterprise
Audrey Boydston
(Scaled Agile)
Mas não era só montar as tais squads e tudo estaria resolvido?
Rafael Cichini
(Just Digital)
Aguardando Confirmação

Vou falar sobre os efeitos de uma disrupção digital, como uma empresa precisa desenvolver extensões do seu core business para gerar a disrupção. Como a empresa consome seus investimentos e atualmente 70% deste budget apenas mantém a competitividade, mas 10% onde a empresa está se arriscando representarão 1/3 das vendas no futuro. Porque as empresas tradicionalmente falham nesta jornada na perspectiva organizacional e de mercado e os pilares a perseguir. Developing strategies, funding investments, pursuing operational excellence, exploring innovations, and creating and guiding connections are just some key elements of Lean Portfolio Management (LPM). But what if you could take all of this a step further and facilitate learning, collaboration, and connections across all portfolios and programs within an entire enterprise? Just think of the competitive advantage, and imagine what else could emerge. Nos últimos anos vimos uma corrida maluca para montar as sonhadas SQUADS. O fato é que para muitas empresas, as SQUADS já estão aí, rodando e, o taxímetro está correndo, mas pouco resultado ainda é percebido. A mudança ainda está longe de acontecer, mesmo para empresas que já se movimentaram. As perguntas que ficam são: O seu cliente está percebendo valor e maturidade digital nas mudanças que estão sendo feitas? Vamos ou não fazer a mudança acontecer de verdade? Mexer onde realmente dói? O objetivo é abrir caminho e provocar mudanças mais profundas, analisando o que ainda trava este avanço.
12:05

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

12:45  width= Desafiando o marketing com agilidade
Bárbara Koch
(Dafiti)
Acelerando sua Transformação Digital com SAFe e “data driven engineering”
Norival Neri
LACE: Os verdadeiros desafios e aprendizados num processo de transformação em C-Level
Mariella Lehmann
(Elo)
Lean Portfolio Management: Alinhando a Estratégia a Operação com Lean e System Thinking
Ivan Ferraz
(Banco Original)
Encontrei um marketing separado das outras áreas e tive o desafio de criar times multidisciplinares com foco no cliente e resultados de venda, para isso foram criadas squads. Trabalhamos como iriam se organizar para ter visibilidade do trabalho e de gargalos, quais seriam os pontos de comunicação e informações relevantes, sempre olhando para o objetivo estratégico da empresa (OKR) e cliente final. Treinamentos focados para pessoas de mkt e experimentos foram e estão sendo feitos. Resultados: Aumento de vendas; Aumento da eficácia com a priorização; entendimento da performance das ações. O sucesso de uma Transformação Digital com SAFe depende muito do avanço do Lean-Agile Mindset na mudança cultural. A proposta desta palestra é apresentar o quanto a adoção do paradigma “data driven engineering” pode alavancar a maturidade deste mindset. Métricas de Engenharia de software como New Work, Legacy Refactor, Help Others, Chun Code e Code Review são correlacionadas com métricas ágeis dos Sprints. Com esta abordagem, Times e Gestores aceleram sua transformação através do rápido feedback de suas experimentações realizadas em busca da melhoria contínua constante. Será compartilhado os principais aprendizados dentro de um processo de Business Agility com foco em transformação de cultura e engajamento do C-level. Além do método, compartilharemos alguns exemplos de métricas utilizadas, dinâmicas de engajamento, construção conjunta dos horizontes e objetivos da Transformação além de como passamos a ter uma atitude muito mais pró-ativa e inconformada pela alta liderança. A maioria dos diálogos entre os executivos caminham para propósitos diferentes, em quase todas as organizações encontramos problemas como, demanda maior que a capacidade, falta de sincronismo e integração entre os time e produtos, dependências sistêmicas. Nessa palestra apresentaremos como Lean Portfolio Management equilibrou capacidade x demanda, o sincronismo dos produtos, criação do workflow em nivel de portfolio e principalmente a priorização das demandas com foco na maximização de valor ao nosso cliente.
13:25  width= Desafios da implementação do método ágil na área comercial
Camilla Fant
(Oi)
Do Ágil clandestino ao reconhecimento da presidência de uma gigante do Agronegócio
Aryadnne Zanatta
(Amaggi)
LiOT: um framework para transformação organizacional ágil
André Gomes
(Avanade)
PMO no contexto de agilidade e geração de valor…. Combina?
Rodrigo Faria de Carvalho
(OdontoPrev)
O objetivo dessa apresentação é compartilhar os desafios da implementação do método ágil fora da área de TI. Quero encorajar a mistura de técnicas levando em consideração o nível de complexidade do projeto ou do perfil do grupo. Simplesmente reproduzir um passo a passo de algum livro ou um framework de um curso, não determina o sucesso de um projeto. É preciso saber identificar quais são as dificuldades do grupo para entender o que pode ser colocado em prática. Transformação ágil em uma empresa tradicional, familiar e no contexto do agronegócio não é uma missão fácil. Nesta palestra apresento como foi a abordagem com gestores pragmáticos para mostrar os benefícios da adoção que as práticas ágeis, quais métricas foram usadas e como foram apresentadas a diretoria e presidência. Utilizamos ferramentas como Design Sprint com objetivo de descovery de departamento, Sala de Guerra, técnicas de Marketing Digital, Workshop lúdico e gamificado e hoje chegamos ao fim da “Cultura do Herói”, o foco não está mais em métricas e processo, mas sim em pessoas e cultura ágil. Nos últimos anos praticamente todo o foco da comunidade ágil está voltado para o tema Business Agility. Todos tem buscado respostas sobre como transformar suas empresas e atingir a tão sonhada agilidade organizacional, com diferentes graus de sucesso e maturidade. Nesta palestra apresento o LiOT, um framework para guiar transformações organizacionais ágeis em escala, juntamente com dados e estatísticas sobre sua utilização e uma visão geral sobre como ele pode ser aplicado em diferentes cenários. Fruto de anos de experiência prática, ele vem sendo adotado com sucesso no Brasil e no mundo. Irei mostrar como a abordagem sobre os projetos em nossa empresa evoluiu, e como o PMO que nasceu como gestor de governança e processos, tornou-se o agente de transformação dos projetos, sob a ótica da geração de valor. Como introduzimos em cada etapa do ciclo de vida estendido do projeto estímulos para que o resultado do projeto para organização seja colocado em primeira perspectiva. Como os projetos orientados a valor alimentam a estratégia de portfólio e como foi a jornada dessa transformação, que sedimentou a incorporação de práticas ágeis de execução de projetos em nossa organização.
14:05  width= Chegou a hora do Agile Business Owner?
Luiz Parzianello
(Surya | Business Agility Getting Real)
Aguardando Confirmação

Agilidade Organizacional: Saia da inércia e conduza seus movimentos
Mariana Zaparolli
(Bain & Company)
Gestão de Portfolio: o elo perdido na corrida pela agilidade
Eliani Figueiró
(Projectlab)
Nunca se falou tanto em Agilidade de Negócios no contexto da Economia Digital. O problema é que a discussão tem sido feita somente na perspectiva de produtos, processos e pessoas, sem tratar do negócio em si. Chegou a hora de consolidarmos o papel de Agile Business Owner como líder responsável pela evolução do contexto de NEGÓCIO, com foco na alavancagem de resultados a partir das abordagens Lean, Agile e ExO aplicadas na Estratégia, Portfólio de Projetos e Governança Executiva? Esta palestra irá demonstrar as premissas por trás desta discussão e o Modelo de Referência do Agile Business Owner. Desenvolver um ambiente ágil em um time já é algo desafiador: novos papéis, novas relações, novas práticas, novo ambiente! Para Agilidade fazer parte da cultura organizacional outros desafios aparecem: estrutura da empresa, agilidade além de Tecnologia, alinhamento estratégico, posicionamento das lideranças, engajamento dos times e tudo isso com a empresa em pleno funcionamento. Diante de tantos desafios é necessário sair da inércia e conduzir os movimentos! Entenda por que sua organização não pode abandonar a gestão de portfolio se quiser ter sucesso e crescer de maneira ordenada. Muitas organizações estão correndo atras do prejuízo por desmantelar PMOs e extinguir boas práticas de gestão de portfolio, Programas e Projetos em suas estruturas. O sucesso na implementação da estratégia, passa pela gestão do portfolio, seja com metodos tradicionais, hibridos ou ágeis, dependendo do contexto. O GAP entre o planejamento e a execução da estratégia tem solução e muitas organizações que tem sucesso nesta jornada, são referencia na gestão da implementação de seu Portfolio. Nesta palestra, falarei sobre como fazer uma excelente gestão de Portfolio, em organizações que buscam a agilidade. O SAFe nos dá um caminho para resolver este GAP.
14:45  width= Métodos ágeis na incorporação de empresas
Fernando Cunha
(Laticínios Bela Vista)
Aguardando Confirmação

Jornada de Transformação Digital no BV
Anaterra Oliveira
(Banco BV)
Aguardando Confirmação
Utilizando métodos e frameworks ágeis como Scrum, Scrum at Scale e Kanban para conduzir um projeto de incorporação de empresas que envolve de infraestrutura a rollout de sistema de gestão empresarial. Projeto realizado em 90 dias. Projeto com equipe total de 60 pessoas. Quer conhecer como o banco BV fez a transformação cultural acelerar a jornada Digital? Entenda a cultura na prática e como adotamos um novo jeito de trabalhar, investindo na diversidade de pessoas e conhecimentos, aberto a novas tecnologias, conectando com mindset orientado a produtos, acelerando através de Business Agility e cultura data driven para suportar as estratégias de negócio e avançar com a agenda de transformação.
15:25

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

16:05  width= Unlocking Business Agility: Evolving from Agile Teams to an Agile Enterprise
Jason Fair
(Genesis Consulting)
Ágil em Escala: da utopia à simplicidade
Felipe Polovanick
(Intelipost)
Como elaborar uma estratégia para Transformação Ágil
Fabio Reginaldo
(Quode Project)
Governança Ágil – Transformando Post-its em Números
Daniel Canto
(Caixa Econômica Federal)
Making a shift toward Business Agility enables the enterprise to become adaptable and responsive to change, focusing on product delivery, value creation and increasing customer delight. Business Agility is the way for leading businesses to become learning organizations that deliver fast and responsively, innovate and disrupt markets, and adapt their organization and culture. To be responsive to customer demands, organizations need to embark on transformational journeys with enterprise alignment. In this discussion we are going to address how a Lean-Agile foundation based on values and principles enables an enterprise to shift from working in agile teams to building an Agile Enterprise. We will share key success criteria to unlock your business agility, build a enterprise agility strategy and shift the organization culture to succeed on this journey. We will discuss the importance of creating a learning culture, embracing lean agile leadership, and evolving organizational agility. Let’s talk… and Unlock your Business Agility. O Ágil em Escala pode soar como uma utopia. Se ter apenas um time ágil pode ser um desafio, como realizar a gestão ágil de diversos produtos, com as melhores práticas de desenvolvimento e maximizando o retorno das entregas? E ainda: como fazer isso de maneira “”menos revolucionária”” em uma empresa de saúde? Nesse case de Ágil em Escala da Dasa, maior empresa de Medicina Diagnóstica da América Latina, contaremos como “”criamos”” o nosso framework e como conseguimos o alinhamento entre os times e suas estratégias, ter transparência das entregas, além de métricas e engajamento das pessoas. Independente da maturidade em que uma organização esteja na transição ágil / digital, existe uma lacuna de conhecimento sobre quais os caminhos ao decidir iniciar uma jornada. Nesta palestra será apresentado um modelo para transformação ágil e/ou digital, que poderá apoiar uma organização a ter uma visão geral do que seria uma estratégia para algo tão complexo e tão dinâmico. Modelo com mecanismo para identificação dos impedimentos, planejamento contextual, estrutura de navegação da jornada expedições em diferentes níveis de maturidade, e um modelo de avaliação como engrenagem do crescimento Um dos grandes desafios dos projetos ágeis é conseguir sustentar a visão de planejamento e monitoramento esperada pelo escritório de projetos, clientes, patrocinadores e executivos da empresa. Gostaria de compartilhar um case de Governança Ágil baseado na integração entre indicadores ágeis e o acompanhamento tradicional de projetos em um programa estratégico de uma grande instituição financeira.
16:45  width= Inovação e Transformação Digital na Saúde: Uma jornada de decisões
Thiago Macedo
(AxisMed – Grupo Telefonica)
O Agile em uma empresa centenária
Marcio Amorim
(B3 – Brasil, Bolsa Balcão)
Aguardando confirmação
Entenda o Gerenciamento Ágil de Portfólio na era VUCA
Fabio Cruz
(Hiflex Consultoria)
Em tempos de disrupção de negócios, as empresas que ficam paradas correm um alto risco de ficarem obsoletas e perderem competitividade, mas também toda ação envolve tomada de decisões, e estas muitas vezes são cercadas de incertezas. Nesta palestra, veremos como uma empresa tradicional no setor de saúde populacional está reconstruindo produtos, criando linhas de negócios e evoluindo do atendimento telefônico para uma jornada OmniChannel, utilizando conceitos de lean startup e gestão ágil do portfólio de produtos. Esta gigante do mercado financeiro também está se movimentando para se tornar “Agile”. Em 2019 a B3 criou o LACE. Um grupo multifuncional que tem a missão de liderar a transformação ágil. Esta palestra tem como objetivo apresentar o que é o LACE, seus objetivos, desafios, e as lições aprendidas que tivemos este ano, a fim de podermos disseminar para o mercado as boas práticas que estamos seguindo. Atualmente vivemos o contexto das abordagens ágeis, tradicionais e híbridas e muito se fala de “caixinha de ferramentas”, mas como tomar melhores decisões de abordagens metodológicas, entendendo e definindo o conceito de complexidade de cada projeto, evitando ao máximo cair em subjetividades, frases de impacto e tendências prontas? O que é complexidade e o que não é? Vamos falar nesta palestra como entender estas questões para uma melhor formação de equipes, considerando skills e estilos de liderança, e uma priorização e ordenação de portfólio incluindo sustentação do negócio e inovação.
17:25

Keynote
Aguardando Confirmação

18:25 Acabamos. Todxs livres para o #aftertrends




8/out – Agile Trends Management

8:00 Credenciamento
09:10

KEYNOTE SPEAKER
Alexandre Magno
Emergee

Minibio: Alexandre é fundador da Emergee, onde tem ajudado empresas, em diversos países ,a alcançarem maior nível de agilidade organizacional e nos negócios através do trabalho com práticas emergentes. Ele é autor dos livros “How Creative Workers Learn” (2015) e “Tire Seu Projeto do Papel com Scrum” (2019), tendo sido o primeiro Certified Scrum Trainer da Scrum Alliance na América Latina (2008). Foi pioneiro e liderou as primeiras iniciativas de agilidade no Brasil.

  Trilha Design Thinking
& Inovação
Trilha Cases Avançados
de Agilidade
Trilha Liderança
& Gestão de Pessoas
Trilha Lifelong Learning
& Gestão de Carreira
10:25  width= Hubs de inovação/Lean Startup
Pedro Noce
(Raízen/Pulse Hub)
Pessoas, o fator de sucesso na gestão ágil de projetos
Diego Ciarrocchi
(Gympass)
Empoderamento de pessoas através da Cultura Ágil
Natan Oliveira
(SulAmérica Seguros)
Lifelong Learning: Você sabe como este conceito muda o futuro da sua carreira?
Jean Ribeiro
(TecBan)
Hubs de inovação, como o relacionamento com Startups leva as práticas ágeis para dentro de grandes empresas. Um dos grandes hubs incentivadores de inovação aberta do Brasil, o Pulse, criado pela Raízen, viabiliza a oxigenação de novas ideias, enriquece o agronegócio e demais frentes da companhia como logística, indústria e varejo. Ao fomentar o relacionamento e incentivar projetos inovadores, o hub é responsável por: apoiar a estratégia de longo prazo; desenhar o plano de inovação, estimular a cultura disruptiva; garantir a sustentabilidade dos negócios, incorporando a cultura das startups à Raízen. Como engajar a equipe da melhor forma? Como alinhar o mesmo propósito? Como garantir mais resultado em um processo de transformação ágil e cultural? Essas e outras perguntas serão apresentadas nessa palestra. Desafios, erros e aprendizados compartilhados em diversos contextos da gestão ágil de projetos. Eu não acredito só em metodologias, acredito em pessoas. Abordarei como engajar e buscar alta performance em grupo, de que forma aplicar a comunicação não violenta, técnicas de expressão corporal e integração com impacto social, reforçando sempre as soft skills, com o foco de que a gestão não é o fim, é o meio. Deve estar a serviço do propósito. Apresentei esse mesmo case no insurance Innovation, case pratico que mostra como a cultura agil pode e deve empoderar as pessoas, mexendo nas camadas estratégicas e táticas das comapanhias , trazendo oportunidades para desenvolvimento de novos talentos e descoberta de skills. O case conta um projeto de criacao de chat cognitivo para atendimento de segurados de automoveis e corretores, utilizando IBM Watson como tecnologia, um squad multidiscplinar que trabalhou na concepcao do negocio, detalhamento, criacao do planejamento, desenvolvimento das sprints e ativacao do valor. Muito se fala sobre o futuro do trabalho e sobre como as maquinas estão a cada dia tomando o lugar do ser humano em algumas atividades. Nas próximas décadas os profissionais precisam desenvolver não habilidades técnicas ou tecnológicas, mas a sua capacidade de aprender, desaprender e reaprender. Nesta palestra vamos falar sobre como estes conceitos mudarão radicalmente a carreira e desenvolvimento dos profissionais do futuro.
11:05  width= Como gerar valor e inovação em transformações corporativas
Paulo Nunes
(Serasa Experian)
Kanban com SAP? Sim, funciona!
André Lima
(RSI Informática)
Criando times de alta performance através da liderança colaborativa e inspiracional
Antonella Satyro e Karen Rebello
(ExxonMobil)
Liderança Positiva + Liderança Ágil = Modelo de aprendizagem contínua no mundo V.U.C.A
Joelson Silva
(IBM)
Enquanto se transformam, muitas empresas buscam crescimento com produtos inovadores – então, esbarram em processos internos e problemas de comunicação entre equipes. A Serasa Experian tem conduzido Inceptions que facilitam ideação e mapeiam planos de ação para cocriar equipes mais alinhadas e mais produtivas. Nessa apresentação, vamos compartilhar como temos feito uso de dinâmicas ágeis e Design Thinking para promover transformações sustentáveis, ao aprimorar continuamente a experiência de nossos colaboradores e impactar diretamente o valor que entregamos aos nossos clientes. Este case contará a estória de uma abordagem do método Kanban juntamente com a implementação de um projeto SAP. Inicialmente, observaram uma oportunidade de uma implementação ágil através de um projeto castata. Apesar de terem esse olhar, estavam receosos de implementarem o Scrum devido a um cenário bem mais complexo do que atuar com apenas um time de desenvolvimento. Como envolviam diversos times, queriam entender se haveria alguma outra forma mais dinâmica e flexível para essa abordagem. Foi aí então que eles ouviram falar sobre o Método Kanban. Neste cenário, irei contar como foi a abordagem de atuar com o método Kanban, desde a etapa de entrevistas através do STATIK, até a efetiva execução. Em resultado disso, irei apresentar os pontos positivos e as lições aprendidas durante esses 5 meses atuando com 4 times e com 20 pessoas envolvidas diretamente no projeto. O mundo mudou e foi bem na nossa vez. As mudanças tecnológicas tem impactado as relações humanas e nosso ambiente de trabalho. Baseado nisso, o case de sucesso do time de Safety IT da ExxonMobil sobre sua jornada de transformação Ágil, definição de objetivos claros e Cultural Code resultaram em um time de alta performance diverso e inclusivo trazendo tecnologias de ponta para a organização. E mais que isso, como trouxemos as soft skills para um ambiente majoritariamente técnico transformando nosso time em profissionais híbridos e com as skills do futuro. Resumo dos modelos de liderança que foram implementados na IBM para auxiliar a uma empresa centenária a se adaptar ao mundo V.U.C.A, auxiliando na transformação do seu modelo de negócio que é centrado nas pessoas, nos IBMIstas. Mostrar como áreas não técnicas, como RH, uniram Mindset Agile aos modernos modelos de liderança, permitindo aos gestores apoiar a aprendizagem contínua (LifeLong learning), criando o modelo global de Liderança Positiva (PLE).
11:45

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

12:25  width= Customer-centric Mindset: Criando o Super Bowl dos jogos digitais
Larissa Caruso
(Riot Games)
Aguardando Confirmação
Como liderar pessoas quando você não é a referência técnica do time?
Camila Lourenço
(Nubank)
Seu negócio é você: Cuide da sua carreira como cuidaria da sua empresa
Eldo Silva
(Concrete Solutions / Accenture)
O Esports na Riot Games é comparado ao Super Bowl. Assinamos parcerias com marcas não-endêmicas como a Mastercard e a Louis Vuitton, transmitimos nossas finais em 19 idiomas, resultando em aproximadamente 40 milhões de fãs assistindo ao vivo todos os anos. Como transformar um vídeo game em um evento de tanto sucesso? Como moldar um produto tradicional esportivo para um ambiente dinâmico e colaborativo? Como casar dois mundos tão distintos? Mudança de mindset. Em nossa conversa, compartilharei a jornada de sucesso em direção a colaboração e inovação no mundo esportivo de video games. Liderar e desenvolver pessoas é muito mais do que somente ter e dar todas as respostas, é ajudar cada pessoa do time a se sentir confortável para expor sua opinião, e conseguir extrair o melhor das pessoa. Muitas vezes é passar horas conversandro sobre problemas pessoais, medos, ambições de outra pessoa… Ser a referência técnica é ótimo, mas ser lider é isso? Ou é ajudar o time a encontrar as respostas? Nessa palestra trago ferramentas, práticas e ideias de como ser uma liderança verdadeiramente mais servidora que não tem todas as respostas, mas ajuda a encontrar o caminho dessas respostas. Planejamento estratégico, metas, SWOT, gestão financeira, qualificação, lidar com adversidades, vender. Itens da gestão estratégica empresarial que podem e devem ser aplicados também na gestão de uma carreira. Aplicar “empreendedorismo” na gestão de uma carreira profissional. Planejar estrategicamente a trajetória profissional, onde investir esforços (tempo, foco, dinheiro), as qualificações necessárias, os relacionamentos a serem fortalecidos, as skills de relacionamento que precisará cultivar e pensar em como se vender para o “mercado de trabalho”. Enfim, definir seu plano de voo!
13:05  width= Case de discovery na área educacional: o que os professores realmente precisam?
Camila Meneghetti
(Portabilis)
Evoluindo a Maturidade Organizacional
Heber Silva
(Icatu Seguros)
Onde estão os Agilistas no tal RH Ágil?
Maíra Blasi
(GetNinjas)
Hackeando Futuros desejáveis – A resposta está mais nas pessoas do que na tecnologia
Grazi Mendes
(ThoughtWorks)
Antes de iniciar um produto é importante verificar a viabiliadde da ideia compreendeendo os usuários e entendendo as suas necessidades. O processo de discovery têm esse propósito. Vou compartilhar com vocês a minha experiência omo Product Manager na descoberta de um novo produto para professores brasileiros. Conversando com educadores do país inteiro diversas realidades foram apresentadas, mas uma necessidade específica se tornou comum em todos os relatos. Como entregar valor baseado no que foi visto? É possível monetizar? Me acompanhe na resposta dessas questões e nos aprendizados obtidos durante essa jornada. A história desta área da Icatu Seguros é como muitas outras: passou por uma reforma utilizando TOC (Theory of Constraints), ganhou roupagem ágil com Scrum e nos últimos anos continua evoluindo com Kanban. Nesta palestra você saberá como é uma transição ML1 (Team-focused) para até ML2T (Customer-driven), passando por Orientação a Serviços, aventura com WIP, “desprojetização”, Probabilistic Forecast, métricas e muito mais, tudo dentro de uma abordagem evolucionária. Se você ainda usa previsões baseadas em superstições essa palestra é para você! Muito se fala de RH Ágil como uma mudança na área de RH, mas pouco inserimos os Agilistas nesse processo. Nessa palestra contarei como trabalhamos essa questão no GetNinjas, já que entendemos que Agilidade não é somente um tema “tech”. Aqui os papéis de Agile Coach/Agile Master ficam “embaixo” da área de Pessoas e Cultura. Nesse cenário tivemos alguns aprendizados incríveis, como exemplo: Novo papel de Agile Businesse Partner, trabalhos de Team building e melhoria de turnover em parceria com as frentes de T&D etc. Falamos muito sobre as mudanças que o mercado impõe, sobre a necessidade de transformação digital e de agilidade. A verdade é que é bem mais fácil falar sobre mudança do que assumir a necessidade de mudar. Homens e mulheres, de todas as idades, veem seus projetos de vida, suas profissões, ameaçados por novas formas de fazer, que retratam novos modos de viver. Num mundo onde quase tudo fica obsoleto da noite pro dia, o que podemos fazer para que as máquinas e a IA não façam mais rápido e melhor? A coragem de mudar é um bom começo porque a resposta está mais nas pessoas do que na tecnologia.
13:45  width= Venture Building como alavanca de Inovação: o case do App Qual Carro
Fábio Daneluzzi
(Banco BV)
Aguardando Confirmação
Agile Coaching: o que é, o que não é, e o que esperar de um Agile Coach
Heitor Roriz
(Massimus)
Virei líder e agora? Como trabalhar como líder em times autogerenciáveis
Jorge Peres
(AMARO)
De uma ideia a um novo produto digital em apenas 3 meses. Milhares de usuários e um dos apps mais bem avaliados no mercado em que atua. Talvez você já tenha conhecido histórias semelhantes… mas e se eu te falar que, dessa vez, este produto não foi criado por uma startup convencional? Conheça a história do Qual Carro e como 5 colaboradores de duas empresas tradicionais utilizaram práticas ágeis e conseguiram transformar um projeto de intraempreendedorismo em um produto viável e produtivo – e como iniciativas de Venture Building como esta podem alavancar a inovação corporativa. Ponto principal: aborda as competências do papel do Agile Coach, papel muito comum no mercado brasileiro atualmente. Problema principal que resolve: confusão em torno das competências do papel do Agile Coach, que ele pode e deve fazer para a empresa, na empresa? Ao final da palestra o público saberá:
– Histórico de Agile Coaching e da profissão Agile Coach
– A diferença entre Agile Coaching e Coaching puro
– O corpo de conhecimento que o Agile Coach precisa conhecer
– Que Agile Coach não faz Transformação Organizacional sozinho
– Que c-level (CxO, diretores) também não faz Transformação Organizacional
Acabou de se tornar líder de um time ou está procurando essa posição no mercado? Vamos passar por alguns tipos de estruturas de diferentes empresas tech e analisar como é tratada essa posição em cada uma. Seja Gerente, Coordenador, Chapter/Tribe Leader ou Tech leader, todos tem o seu papel na liderança que mudou muito nos últimos anos com a adoção cada vez maior de frameworks ágeis e equipes autogerenciáveis. Vamos ver algumas dicas, comportamentos e dinâmicas que podemos aplicar para diferentes cenários
14:25  width= Case Wiz Te Liga 2.0: gerando alto valor de forma rápida
Miguel Lopes
(Wiz Soluções)
Moldando Comportamento Para Uma Cultura Data Driven – Um case no setor financeiro
Pedro Cruz
(Objective)
Aguardando confirmação

Liderança 4.0
Alex Leite
(Live University)
Construir e evoluir um produto de forma a torná-lo mais eficiente e aderente às mudanças do mercado e da organização é um dos grandes desafios dos times ágeis. Como fazer isso acontecer em poucas sprints? Foi isso que conseguimos com Wiz te liga 2.0. Como uma solução desenvolvida para captação de leads evoluiu após o estudo de inputs e feedbacks, incluindo retornos diretos dos usuários. Para isso foram necessárias apenas 2 sprints que resultou em um aumento de performance de leads gerados em 10 vezes e um aumento de eficiência na conversão em 4 vezes. Contaremos como moldamos o comportamento do time do BS2 Empresas trazendo uma visão mais focada no presente ou invés de viver esperando um plano se concretizar, praticando a transparência e tendo mais naturalidade na análise de dados. Vamos falar como foi importante o uso de métodos ágeis e aplicação de OKRs nesse processo. Cada vez mais o mercado exige profissionais líderes com múltiplas habilidades e competências ligadas ao mundo digital. E o perfil do líder 4.0 precisa estar conectado ao que chamamos de Mindset Digital.Isso significa que o Líder 4.0 deve ter alguns atributos, dentre eles: tecnologia acessível, Customer Centricity, automatização, gestão da transformação, cultura de inovação, metodologias ágeis e Design Thinking.Um bom líder precisa ser capaz de direcionar, inspirar e ensinar, mas também precisa saber gerir e medir o nível de maturidade da equipe. Então, como delegar corretamente as atividades, gerenciar o tempo de cada tarefa com assertividade e ainda estimular um ambiente de crescimento e aprendizado?
· O Líder 4.0 dá resultados com equipes “tradicionais”?
· Você tem times ágeis?
· Data Analitycs: como gerir e medir o nível de maturidade?
· Qual o perfil desejado do Líder 4.0? Quais são suas características, ambições, competências técnicas e comportamentais?
· Time vs Metas: a equipe tem o mindset esperado? E as metas estão alinhadas à estratégia da empresa?
· Entenda como criar uma sinergia entre os principais ícones da empresa: pessoas, processos e tecnologias.
15:05

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

15:45  width= A subversão do Design Thinking
Henrique Locatelli
(Wiz Soluções)
Aguardando Confirmação
Gestor 3.0 – Como liderar times ágeis?
Renato Ucha
(Bank of America)
Aguardando Confirmação
O design thinking se transformou em um pilar de conhecimento fundamental para quem deseja construir produtos e serviços significativos às pessoas. Não por acaso, a abordagem tem sido amplamente adotada por times ágeis em diversas corporações. Mas a experiência tem mostrado resultados inexpressivos, não por culpa do design thinking, mas sim por equívocos dos times que executam. Esta palestra compila quais são os equívocos mais comuns, a partir da observação de diversas de equipes, em diferentes contextos e organizações. Também aponta qual o mindset adequado e sugere algumas maneiras de manifestar a aplicação da abordagem para a construção de soluções digitais, no mundo da agilidade. Existe muita informação sobre o que é e como adotar o ágil, mas pouco se fala sobre a mudança exigida na mentalidade dos sócios, presidentes, diretores e gerentes seniores para que estes possam fomentar a agilidade dentro das organizações. Nesta palestra vamos explorar o que é esperado destes gestores agora que os times ágeis são auto-organizados e não precisam de ninguém para atribuir tarefas e controlar o que estão fazendo. Será uma reflexão sobre como se reinventar como gestor para continuar entregando valor e contribuir ainda mais com o avanço do pensamento ágil em suas organizações.
16:25  width= Design de Serviços. O que é e como pode ser usado em projetos ágeis.
Gustavo Borja
(Triggo Labs)
Aguardando Confirmação
A extinção da média liderança na era da agilidade!
Aline Emanuelle
(Gerdau)
Aguardando Confirmação
O Design de Serviços está cada vez mais sendo usado em grandes e pequenas corporações. Embora muitas pessoas ainda não conheçam o termo, ele pode ser muito útil para trazer soluções inovadoras para seu negócio, sempre alinhadas às necessidades dos usuários. Entenda um pouco mais sobre como essa poderosa ferramenta pode revolucionar os entregáveis de seus projetos ágeis. Donos da razão, “fazedores” de PPT , sem tempo para aprender, para ouvir e para ajudar gente evoluir gente!! Está aberta a extinção da média liderança, gestores que se dizem líderes, craques no comando e controle e na micro gestão, os times e as empresas não precisam mais de você! Estamos na era da agilidade, da empatia, de olhos nos olhos, de muita colaboração e autonomia!! E no meio desse mundo VUCA o teu cargo vai desaparecer deste imenso organograma! Desapegar, reaprender o quanto você está preparado? Vamos fazer uma conversa transparente sobre o papel do líder do futuro (de agora!).
17:05

COQUETEL DA PREMIAÇÃO AGILIDADE BRASIL
Anúncio do Ranking das 100 Empresas mais Ágeis do Brasil

A Premiação Agilidade Brasil é o principal reconhecimento às empresas que praticam agilidade no Brasil e têm obtido resultados consistentes.
As empresas participantes serão avaliadas e classificadas. As mais bem colocadas farão parte do Ranking das 100 Empresas mais Ágeis do Brasil, sendo que as 50 primeiras serão condecoradas na Cerimônia de Premiação.

Veja como participar: https://agiletrendsbr.com/premiacao-agilidade-brasil/




Arena Executiva

6/abr 7/abr
11:00 Piter Salomão
Diretor Infra Call Center
Claro Brasil
10:30 João Bezerra
Investidor, Consultor Independente,
Ex-Executivo Itaú
11:40 Dinâmica de Networking
11:10 Dinâmica de Networking
12:10 Cláudio Sanches
Diretor de Produtos de Investimento e Previdência
Itaú Unibanco
11:40 Aguardando confirmação

12:50 Almoço livre 12:20 Almoço livre
14:00 Aguardando confirmação

13:30 Aguardando confirmação

14:40 Viviane Mansi
Diretora de Comunicação e Sustentabilidade | Presidente da Fundação Toyota
Toyota
14:10 Marcelo Koji
Head de IT | CIO | CTO
Too Seguros
15:20 Dairton Bassi
Fundador e CEO
Agile Trends
14:50 Painel Red Hat
16:00 Painel Accenture
15:30 Dinâmica de Networking
16:40 Cristiano Barbieri
Head de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia
Sulamérica
16:00 Marcelo Clara
CIO | COO
Banco BV




9/out – Agile Trends Teams

7:45 Credenciamento
08:45 Abertura Oficial
09:30

KEYNOTE SPEAKER
Bruno Kosima e Camila Reis
Toyota

Minibio: Bruno Kosima, certificado pela Toyota Motors Corporation como instrutor de Toyota Productions System (TPS) e Toyota Business Practice (TBP). Especialista em disseminar a essência do Toyota Production System (TPS) com palestras e práticas da melhoria contínua em toda região da américa latina e caribe, com desenvolvimento de atividades nas plantas da Toyota, fornecedores, distribuidores/concessionárias, fora da indústria e atividades Sociais. Bacharel em engenharia de produção mecânica, atuou como engenheiro e gestor responsável por desenvolvimento de processos e novos projetos de veículos, plantas e desenvolvimento de pessoas, um dos motivos qual iniciou o curso de MBA em desenvolvimento humanos de gestores pela FGV. Dentro dos seus 16 anos de experiência profissional na Toyota do Brasil teve oportunidade de atuar globalmente quando transferido para Toyota Motors Corporation Japão no período de 1,5 anos, além de outras atuações em outros países. Atualmente chefe de departamento da divisão de Toyota Latin America & caribbean.

Camila Reis, formada em Ciências da Computação, tenho MBA em Gestão Empresarial e certificada em PSM-I (scrum.org) e KMP-I (Kanban University). Tenho trabalhado na Toyota desde 2008, onde durante 8 anos liderei projetos de IT na área de Produção e Logística onde o privilégio presenciar os métodos de TPS na essência, no chão de fábrica, e há 4 anos tenho liderado projetos da Area Comercial, onde iniciei a jornada ágil, conduzido projetos usando Ágil, Scrum. Nos últimos 2 anos, venho ajudado a empresa no processo de transformação ágil, como agente de mudança, conduzindo Workshop de Scrum e atuando como Scrum Master. Nessa jornada estou tendo a oportunidade de comprovar o TPS nos processos ágil.

  Trilha Tribos, Squads e Cultura Ágil Trilha Gestão de Produtos Trilha CI/CD & DevOps Trilha Quick and Clean: Agilidade, Qualidade e Segurança Workshops 1 Workshops 2
10:45  width= Ágil no RH da Vivo: Um Case Pragmático de Aplicação de SCRUM para não Software
Gabryel Ferrari
(Telefônica VIVO)
Aguardando Confirmação
Dev + Ops: Como a cultura DevOps fez a Livelo alavancar seu time to Market
Claudia Ramos
(Livelo)
Arquitetura Ágil: Vamos resolver esse elefante na sala?
Marcelo Walter
(Objective)
Escuta ativa & comunicação colaborativa
Eduardo Gouvêa
(DB Server)
Personal Maps e Moving Motivators no auto conhecimento: práticas de desenvolvimento profissional e pessoal para seu time
Sheila Kimura
(BRQ)
A maioria dos cases de ágil no RH de grandes empresas é uma carta de intenções, com pouco contexto de aplicação concreta do método, menos ainda do SCRUM. Mostraremos como em menos de 1 ano implantamos, em um área com 500 pessoas, squads que seguem todas as cerimônias, papeis e artefatos (e alguns patterns) do SCRUM, para entregar resultados como R$ 5 MM em oportunidades de economia, um novo portal de serviços para os colaboradores, uma plataforma de People Analytics, a criação do novo EVP, entre outros. Servindo como um modelo de aplicação do ágil fora do contexto de software para toda Vivo. Neste mundo cada vez mais digital, o tempo é que dita as regras. Isso fez com que as empresas buscassem agilidade para sobreviver… o que antes podia ser planejado em detalhe e implementado com tranquilidade, hoje tem que ser entregue rápido e com qualidade. Vamos falar um pouco sobre como a cultura DevOps complementa os movimentos ágeis para que novos produtos e novas funcionalidades possam chegar de forma cada vez mais efetiva aos clientes, usando o olhar mais amplo para avaliar os processos de entrega de serviços de TI de ponta a ponta, da sua concepção a sua entrega em produção. Atuando em seus gargalos, gerando feedbacks para evoluir cara vez mais esse processo desde seu inicio início para que no final tenhamos um ambiente que propicie cada vez mais um ambiente a experimentação continua. Arquitetura de software e agilidade são dois ‘mundos’ que não tem se conversado direito desde o advento do movimento. Arquitetura é qualidade, então existe agilidade sem arquitetura? Uma área de arquitetura não é antagônico aos modelos de squads? Alguém já viu funcionar a tal ‘arquitetura emergente’? Sim, temos respostas para isso e casos de sucesso que podemos nos inspirar. Venha escutar, argumentar, aprender e lançar luz sobre esse debate. Diversão e conhecimento garantidos! 😉 Uma das necessidades básicas do ser humano é a comunicação. Nos relacionamentos por estórias, compartilhamos experiências através de narrativas. Mas será que sabemos ouvir tão bem quanto sabemos falar? Comunicação exige ambos! Oficina sobre escuta ativa e colaborativa com exercícios de improvisação e escuta empática. Esta sessão irá abordar duas práticas do Management 3.0: Mapas pessoais e motivadores intrínsecos de Jurgen Apello, exercitando-as no auto conhecimento dos participantes. A partir destas práticas, você poderá aplicar junto ao seu time para acompanhar o desenvolvimento ou ações necessárias quando houverem mudanças (organizacionais, no time, no cliente). Vamos aumentar nossa caixa de ferramentas para ajudar as pessoas a trabalharem mais satisfeitas?
11:25  width= Agilidade de verdade na Veloe: como mudamos a forma de trabalho para entregar mais valor
Rodrigo Otero
(Veloe)
Escalando produtos financeiros na velocidade da luz
Leticia Gimenez
(Creditas)
Communities of Practice: Making Stronger DevOps Teams
Jaqueline Togneto
(IBM)
Começando a terminar! Adaptação do Kanban na auditoria interna da B3
Thiago Dias
(B3 – Brasil, Bolsa, Balcão)
Ter squads multidisciplinares, usar Scrum ou Kanban, aplicar o modelo Spotify… E quando você faz tudo isso, e ainda assim não vê agilidade de verdade? No início de 2019 resolvemos atacar este problema com uma combinação de técnicas e ferramentas. O CTO da Veloe mostra como conseguimos gerar resultados de redução do time-to-market, alavancagem nas métricas de resultado para o negócio, crescimento vertiginoso na base de clientes e muito mais! Construir produto e time em uma empresa que escala vertiginosamente – e globalmente – é meu desafio diário na Creditas. Não faltam ferramentas e metodologias de produto para tirarmos as incertezas da frente, mas para mudar o status quo – de verdade – é preciso assumir riscos com velocidade. O que diferencia uma startup de uma empresa de rápido crescimento é o modelo mental que adotamos: existimos para aprender rápido e criar oportunidades. It is very common to hear about DevOps… but, when we start thinking about people and its relationships instead of tools or technologies, it can be very hard to have a plan that works fine to put people together. When the organization start changing its culture from a role-based-team to DevOps it is a whole process and a big challenge: how to get all the groups to work together, to help each other win? Communities of Practice is an important piece in this process by putting together the Business Strategy, the Knowledge Management and considering all the relationship among people and teams. Tiramos do papel e adaptamos os métodos ágeis para o mundo de auditoria. Apresentaremos as melhorias na qualidade e fluidez das entregas, ativando a cooperação entre as equipes.
12:05

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Utilizando Kanban para gerar métricas para seu time Scrum
Alexandre Andrade
(TIVIT)
Construção Ágil de Perfis Profissionais por Competências
Rodrigo Narcizo
(ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil )
Você ja tem seu Dev Team montado, montou seu primeiro release plan, quebrou seus itens de Backlog, mas além de dar transparência para o estado do trabalho em andamento, quais as outras utilidades do Kanban? Descubra como pode-se utilizar esta ferrameta para gerar métricas, medir velocidade, inspecionar OKRs e KPIs. Construir perfis profissionais, tanto para processos seletivos quanto para avaliações de desempenho e necessidades de treinamento não precisa ser algo trabalhoso para o RH ou para as demais áreas da empresa. No workshop os participantes utilizarão um método para construção de perfis profissionais baseados em competências, que utiliza diversos princípios dos métodos ágeis e baseado na técnica de card sorting.
12:45  width= Do tradicional para o agile em 1 ano
Bruna Milare
(Nextel)
Da combinação de soluções à geração de valor: o case de produtos digitais na Serasa Experian
Gerson Teixeira
(Serasa Experian)
Como aplicar práticas de DevOps em um sistema monólito de mais de 15 anos
Gustavo Brandão
(CPQD)
Entenda o novo perfil de QA agil em um mundo cada vez mais DevOps
Rafael Navarro Cintra
(Inmetrics)
Sua empresa possui uma cultura tradicionalista e você não sabe como influenciá-los na transformação ágil? Através de um case em uma empresa de telecomunicações hierarquizada você irá conhecer técnicas e ferramentas que transformaram o mindset dos colaboradores, dos líderes e do C-Level  no período de 1 ano e ajudam a alcançar resultados extraordinários para todos os colaboradores. A Serasa Experian, líder em serviços de informação e responsável pela maior base de dados da América Latina, embarcou em uma transformação digital e aumentou as vendas no canal digital voltado para o segmento PME em 30% em relação ao último ano. Saiba como a equipe da Serasa Experian implementou o conceito de data driven para superar expectativas. Eles vão descrever os desafios de sua evolução no canal digital e compartilharão os seus aprendizados ao longo do caminho em termos de processos, pessoas e ferramentas. Está querendo aplicar conceitos de DevOps no seu sistema e acha que isso é coisa para arquiteturas modernas? Saiba como conseguimos implementar automation pipeline stages em um monólito de mais de 15 anos de existência e como reduzimos o custo de transação em umas das fases da entregas em 90%. Como fizemos isso? Engenharia no fluxo de trabalho. Sim, foi possível e vou te contar como. Além disso, vamos contextualizar e definir sobre os todos os conceitos e técnicas envolvidos nesse trabalho. A adoção crescente de DevOps pede por um perfil diferente de QA ágil. Além de testar e garantir a qualidade da sua squad, esse profissional deve ser capaz de aumentar a qualidade da jornada. Nesta palestra compartilho minha propria experiência em dois bancos brasileiros, de implantação e adoção de DevOps e ao final você saberá:
1) O novo perfil de QA para o DevOps no mundo agil
2) Como os QAs ageis podem ser parte da adoção do DevOps nas organizações
3) Como adicionar qualidade a todo o ciclo de Dev a Ops
4) Anti-padrões DevOps x Qualidade
13:25  width= Agile ao quadrado – Lidando com o Crescimento Acelerado das Equipes
Ricardo Skubs
(Hi Platform)
Product Qualified Leads – Como usar seu produto para qualificar leads
Mario Baumgartner
(Conta Azul)
Aguardando Confirmação
Aguardando Confirmação
Crescimento acelerado da corporação propõe uma série de desafios para as equipes e liderança. Como se reinventar, apoiado nos princípios ágeis, para atingir os objetivos de negócio suportando ainda mais crescimento? Somos uma empresa madura e enfrentamos um cenário de crescimento acelerado (quadruplicamos em dois anos) onde práticas estabelecidas e bem sucedidas deixaram de funcionar. Nessa palestra vamos apresentar como nos valemos dos princípios ágeis para reinventar a forma como produzimos software, integrando equipes e transformando a corporação de dentro para fora. Product Qualified Leads é a evolução do processo de aquisição de clientes, onde o produto é proeminente e o principal driver de aquisição e retenção, baseando-se nos conceitos de Product-Led Growth (PLG). PQL usa o comportamento no produto para descobrir exatamente quando um lead está pronto para comprar, reduzindo os custos de aquisição e aumentando a taxa de conversão. Esta palestra trás o estudo de caso da Conta Azul e como adotamos essas práticas em um de nossos produtos, trazendo eficiência na conversão e melhorando a experiência do usuário.
14:05  width= Pode errar… mas compartilhe!
Fernando de Sá
(Centro de Computação da Aeronáutica de São José dos Campos)
Aguardando Confirmação
Automatização de processos de negócios com RPA e Minset Agile
Andrea Matos
(Renault)
Utilizando Crowdtesting em times Ágeis
Jonathan Santos
(Cielo)
Aprenda escrever as melhores histórias com BDD Warriors
Adriano Padilha
(Porto Seguro)
Lego Flow Metrics
Michelle Teodoro
(IBM)
Na aviação, erros podem matar. Na corporação, a empresa pode quebrar. Uma das práticas que contribuem para a segurança de voo é aprender com os erros. Em alguns lugares, compartilhar os próprios erros é cultural. Esta é uma prática bastante efetiva na prevenção de acidentes! Muitas vezes, acabamos encobrindo nossos erros por receio da punição. E quando o erro aparece, as consequências costumam ser piores do que trabalhar com prevenção. Nesta palestra, vou apresentar um pouco da cultura de compartilhamento do erro adquirida na aviação e como ela pode ser útil na corporação. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a busca pela automatização de processos de negócios é uma das alternativas para redução de custos.RPA – Robot Process Automation – é uma inovação tecnológica para automatizar processos que antes só poderiam ser executados com a intervenção humana, para aumentar a produtividade de sua empresa com menor custo. Esta palestra tem como objetivo mostrar a aplicação da mentalidade ágil no desenvolvimento RPA, além de compartilhar alguns casos práticos de sucesso da implementação de tais conceitos. No cotidiano em que vivemos atualmente, somos frequentemente desafiados a antecipar a descoberta de problemas e errar de forma rápida! E como fazemos para obter estes Feedbacks de forma ágil , clara e estruturada? Eu achei uma solução e venho utilizando em grandes entregas em minha organização e venho colhendo ótimos resultados . E nesta palestra irei contar minha experiência na inserção do conceito e cultura de crowdtesting como complemento na estratégia de testes das iterações e seus resultados. O BDD Warriors é um jogo lúdico que permite escrever histórias de usuário voltadas para comportamento de tela. Essa técnica de escrita possibilita que negócio, desenvolvedores e QA falem a mesma lingua, essas histórias também podem ser introduzidas no código, automatizando os testes usando ferramentas como Cucumber. A Lego Flow Metrics é um exercício divertido para entender que, se medirmos, iremos aprender. Se aprendemos, podemos corrigir com mais rapidez. Se corrigimos o quanto antes, podemos inovar mais rapidamente. Nesse workshop usaremos o Método Kanban para saber mais sobre como as métricas podem nos ajudar a conduzir decisões.
Os tópicos que iremos abordar:
– Quais métricas são úteis? (No início de uma jornada ágil)
– O que uma métrica diz a você?
– Como avaliar métricas?
– Como acompanhar o progresso?”
14:45  width= Scrum e sustentação de Squads – Modelo para integrar o time.
Gustavo Frediani
(Leroy Merlin)
Mapeando a jornada do seu produto com o Service Model Canvas
Rafael de Oliveira
(Invillia)
Jornada de DevSecOps B3: Implantação de um modelo de pipeline de entrega contínua híbrido para atendimento de projetos ágeis e waterfall
Cleber Pereira
(B3 – Brasil, Bolsa, Balcão)
Os desafios na implantação de um QA Chapter em um cliente multinacional
Fabio Nakazoni
(Prime Control)
Compartilhamento de casos de gestão de times ágeis, concentrando atribuições com o Framework Scrum, demonstrando a real importância dos 3 pilares do Scrum (Transparência, Inspeção e Adaptação). Nesta palestra, descrevo cases de gestão onde o time de desenvolvimento ou operação atuam sem a real percepção de como o framework Scrum pode amadurecer e criar o senso de dono em suas atribuições. Demonstramos a importância das cerimonias, a importância da atuação do PO para criação das estórias com foco no valor do negócio, valor corporativo com times mais engajados, tomando decisão de seus papeis dentro da Squad mudando o conceito de dentro para fora na qual a interação com outras Squads atua com a assertividade em desenvolvimento com compromisso de entrega devidamente validado para o produto em seu end to end dentro das Sprints e assegurando a transparência de informação para o PO assegurando um Definition of Done conciso para Squad e clientes. O Service Model Canvas foi idealizado para apoiar o entendimento da necessidade e do produto de alguns parceiros que participávamos da criação. Seu grande objetivo passa por entender e mapear propósito, necessidade, riscos, valores esperados para o time e outros importantes aspectos que em conjunto transparecem toda a jornada de desenvolvimento. O objetivo da palestra é apresentar, explicar o mesmo e mapear de forma sucinta a jornada de um produto exemplo. Como implementar boas práticas de DevSecOps em uma empresa que se reinventa diariamente em busca de inovação e satisfação dos clientes. Uma empresa que buscar agilidade, mas sem perder a estabilidade necessária que o mercado precisa. Essa foi a missão de um time multidiciplinar nos últimos meses, uma jornada desafiadora, mas com resultados práticos que consolida ganhos de eficiência e produtividade em um mercado que não pode parar. O ferramental de DevSecOps implantado na B3 trouxe resultados expressivos para os times estruturado em squads, waterfall e integração com áreas cross de infra. No cenário atual em que as entregas são rápidas e constantes, os QAs não devem ser os únicos responsáveis pela qualidade: a Cultura da Qualidade deve estar presente em todas as áreas e em todos os times. O presente case vem subverter uma prática frequente de melhorias no processo de desenvolvimento de software tendo como catalizador a área de Qualidade, com a implantação de um QA Chapter. Se você acredita que “Qualidade não é Negociável”, não pode perder essa palestra. Vamos conversar sobre as dores dos times, dificuldades, caminhos alternativos, desafios e resultados obtidos. Até lá!
15:25

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Lean Thinking: como aumentar sua eficiência organizacional com Value Stream Mapping e Kaizen A3
Fábio Trierveiler
(Supero TI)
Simulação PI Planning
Julio Oliveira e Vera Otelac
(GFT)
Você tem problemas nos processos da sua empresa e não sabe como resolvê-los? Você sairá deste workshop com o direcionamento de como solucionar os problemas na próxima segunda-feira! Através de ferramentas simples, porém com resultado extremamente poderoso, faremos uma imersão prática, com muita mão na massa nos 5 princípios de Lean, com foco no Value Stream Mapping, desde o mapeamento do fluxo até eliminação de gargalos e desperdícios com o auxílio dos principais indicadores de fluxo, culminando na resolução dos desperdícios através da ferramenta Kaizen A3, que será fornecida no treinamento. O Program Increment Planning (PI Planning) é um evento presencial cadenciado que serve como o batimento cardíaco do ART (Agile Release Train). É um dos principais ritos do framework SAFe e tem o objetivo de alinhar todas as equipes do ART a uma única missão e visão. O objetivo deste workshop é fazer uma simulação completa de PI Planning, cobrindo de forma prática toda agenda proposta pelo SAFe.
16:05  width= Toolbox para construir um mindset orientado a resultados
Rafael Stefano
(XP Investimentos)
Papel do PM e a Metodologia POMI (Panorama, Operação, Metodologia e Inovação)
Cassio Scozzafave
(iFood)
Jornada de Automação – Por onde começar?
Larissa Rosochansky
(CI&T)
Escalando Qualidade: Superando os desafios de transição em testes de software
Fernando Santiago
(Mooven Consulting)
Como mudar o mindset de uma equipe orientada a volume de entrega para um mindset orientado a resultados e performance? Através de uma abordagem de mudanças de comportamentos e hábitos, mostro como passamos obter times de alta performance em 6 meses dentro da Tribo de Renda Fixa da XP Investimentos. Nesta palestra, o público terá contato com as principais métricas de performance e resultados acompanhadas, bem como as contrapartidas negociadas com os times, passo a passo, até que as mudanças de hábitos fossem consolidadas. Para melhor entender o papel do PO nada melhor que fatiar… Na metodologia POMI proponho a quebra em 4 dimensões: Panorama, Operações, Metodologia e Inovação. Cada uma destas diferentes visões, além de estabelecer uma referência para auto avaliação e recomendação de plano de desenvolvimento profissional, propõe um caminho para a própria divisão do dia a dia do Product Owner. Longe de ser um mapa exato, a metodologia POMI será uma provocação para entender melhor os diferentes contextos e responsabilidades da posição de um Product Owner. O conceito de transformação digital foi apresentado a nós há alguns anos e, hoje em dia, já é realidade para muitas empresas. Mas como irmos além nessa transformação? Através de automação. E por onde começar nossa jornada de automação? Nessa palestra, entenderemos o conceito de automação, que tipos de automações existem e detalharemos como embarcar nessa excitante jornada! Continuando, veremos como priorizar as automações e estabelecer um business case contundente. Ao final, explicarei como estabelecer um roadmap realista para uma implantação com sucesso. Você está preparado? Quando se fala em processos em escala vêm à mente sistemas legados. Falhas, defeitos e erros de quem atua com processos tão amarrados, que quem amarrou, não se lembra como foi dado o nó. Vamos falar sobre fundamentos necessários para manter times de alta performance com foco em qualidade a partir da visão de um QA/Scrum Master, possibilitando que a qualidade seja mantida de forma colaborativa a partir de repasse de conhecimento e o incentivo a execução de testes sob responsabilidade de todo o time, permitindo de fato que a qualidade seja de responsabilidade de todos os colaboradores.
16:45  width= Como incentivar, estruturar e manter Comunidades de Práticas e qual o benefício dessa iniciativa
Angelica de Lima
(Liga Agil)
Acertando o alvo no Customer Discovery com Reference Customers
Robinson Castilho
(TecSinapse)
Aguardando Confirmação
Desenvolvimento seguro para equipes ágeis
Wagner Narde
(Vindi)
As Comunidades de Práticas partem do princípio do voluntariado e da cultura de transformação em agentes de mudança. Nesta palestra pretendo mostrar como temos usado esta abordagem para ajudar na transformação agil das empresas na promoção, estruturação e sustentação destas iniciativas. Apresentarei cases de Comunidades de Práticas que deram certo e possuem fila de espera para novos integrantes e outros que tiveram morte prematura. Customer Discovery incentiva testar hipóteses p/ encontrar o problema a ser resolvido e o público alvo do produto. Construir Reference Customers é uma estratégia p/ isso que traz benefícios: uma forma de avaliar o product/market fit e de fornecer “munição” p/ a equipe de vendas. Vou mostrar:
1) 2 cases reais: Em concessionárias da maior fabricante de veículos comerciais do Brasil e outro em concessionárias de uma montadora japonesa
2) Os detalhes, vantagens e benefícios
3) Principais problemas encontrados
Você vai aprender a colocar essa estratégia em prática e melhorar a Gestão de Produtos
Agilidade e inovação combina com software seguro? Nesta palestra você aprenderá o que funciona e o que não funciona para equipes ágeis que desejam implantar uma cultura de desenvolvimento seguro. Você também aprenderá estratégias para transformar as burocracias do compliance (PCI-DSS, LGPD, BACEN, HIPAA, etc) em oportunidades de melhoria contínua.
17:25

KEYNOTE SPEAKER
Pedro Waengertner
ACE

Os 6 princípios da Inovação Radical

“Precisamos inovar!” Esta é uma das falas mais presentes no dia a dia das empresas. O jogo dos negócios mudou, todos sabemos disso. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido e já não é mais possível adiar a mudança na maneira de fazer gestão. Então, a grande questão é: como adequar o modelo de negócio tradicional aos modelos de inovação adotados pelas grandes empresas do Vale do Silício?

Minibio: Empreendedor serial, investidor-anjo e incentivador do ecossistema empreendedor do país, Pedro Waengertner é co-fundador e CEO da ACE, empresa de inovação. É especialista em inovação e trabalha na área de tecnologia desde o início da Internet comercial no Brasil. É professor há mais de 17 anos e coordenador do MBA da ESPM, e autor do best-seller A Estratégia da Inovação Radical.

18:25 Acabamos. Todxs livres para o #aftertrends




10/out – Agile Trends Teams

8:00 Credenciamento
09:10

KEYNOTE SPEAKER
Victor Gonçalves
Diretor de Inovação – Verity Group

Hacks mentais para lidar com mudanças

“A única constante é a mudança”. Um dos pensamentos mais atemporais compartilhado por Heráclito – filósofo pré-socrático – reflete com ainda mais intensidade no mundo pós-normal e cada vez mais caótico e digital. A mudança é inevitável, portanto descubra as sugestões da parte da biologia que busca compreensão das funções cerebrais – a neurociência – sobre como lidar com mudanças e construir um mindset efetivamente ágil, diante da intensa transformação digital que acontece atualmente no mundo.

Minibio: Diretor de Inovação da .add, membro da World Futures Studies Federation (Unesco Partner) e da Neuromarketing Science & Business Association (NMSBA), especialista em Design Thinking pelo MIT e pela University of Virginia, Gestão Estratégica pela Copenhagen Business SchoolMaster e em Neurociência pela UFF. Conduziu a criação de projetos de inovação por todo o Brasil, dentre eles destaca-se como um dos criadores do novo FIES e a liderança da transformação ágil da SulAmérica, uma das maiores empresas de seguros do Brasil. Autor de 3 livros, criador do podcast “Inovação sem Romance”, palestrante e trainer, professor da FGV e da Belas Artes em SP, criador do Serviços pelo Mundo, projeto onde compartilha reflexões de inovação nas descobertas que fez pelo mais de 30 países que conheceu.

  Trilha Facilitação & Agile Coaching Trilha Customer Experience & UX Trilha OKRs, Métricas e Indicadores Trilha Práticas ágeis para o dia a dia Workshops 1 Workshops 2
10:25  width= Impor ou influenciar? Como inspirar as pessoas no processo de transformação ágil
Ana Freitas
(TOTVS)
Digital Transformation – Agile @Ambev
Rafael Martins
(Ambev)
Decida qual é o nível de fluência ágil mais adequado para seu time
Suzyanne Queiroz
(Creditas)
Aguardando Confirmação
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Técnicas para Inovação e Criatividade
Carlos Garibaldi
(Via Varejo)
Levamos um tempo para entender que imposição funciona no curto prazo, mas que num piscar de olhos, as pessoas voltam a assumir seu comportamento natural. Lidar com as resistências é um processo complexo que exige muita empatia, livrar-se de julgamentos, saber ouvir e ser honesto e sincero com as pessoas. Dale Carnegie, grande escritor e orador norte-americano define técnicas simples para inspirar e influenciar as pessoas. Essas técnicas quando aplicadas no contexto de transformação ágil, passam a despertar nas pessoas um desejo de fazer acontecer fazendo-as felizes em realizar o que sugerimos. Em um mercado cada vez mais dinâmico e complexo, a velocidade de aprender com o cliente e implementar rapidamente mudanças é um diferencial para todas as Empresas. Gostaríamos de compartilhar os aprendizados e conquistas nessa jornada de busca constante por encantar nossos clientes, através da utilização do Mindset Agile e Transformação Digital dos nossos processos. O Modelo de Fluência Ágil foi introduzido pela primeira vez em 2012, por James e Diana Larsen que observaram que as equipes ágeis se desenvolvem através de quatro estágios distintos de fluência cada uma com seus próprios benefícios, proficiências e principais métricas. Ofereceram isso como uma maneira de pensar e planejar investimentos para criar as condições do Agile que melhor se adequem ao seu esforço de desenvolvimento, necessidade e valor para o cliente. A tecnologia tem evoluído muito rápido e para não nos tornarmos escravos dela, precisamos desenvolver as habilidades que nos tornam humanos e a criatividade é uma dessas habilidades. Nesse workshop colocaremos em prática algumas técnicas, como por exemplo: engenharia reversa de idéias; brainwriting; cinco porques; advogado do anjo; sétimo chapéu; Apesar de simples, são técnicas poderosas que ajudam a estimular a criatividade e a inovação em qualquer situação, não importa o tamanho, tanto profissionais quanto pessoais.
11:05  width= Ágil em escala: Tudo que aprendi, e que você deveria saber, para escalar o Ágil em sua organização
Renan Aguiar
(Itaú Unibanco)
Falar ou conversar, eis a intenção
Janaína Pereira
(Itaú Unibanco)
Diga-me como me medes e eu te direi como me comportarei: Como as métricas podem arruinar a inovação
Gino Terentim
K.P.B – Kanban Planning Board
Pablo Diniz
(Everis)
A transformação ágil na Rede se iniciou no final de 2017 e, em pouco mais de dois anos, pudemos aprender muito. Quer saber o que deu certo, o que não deu e o que faríamos de diferente se fossemos começar a escalada ágil novamente? Descubra quais foram as nossas dificuldades ao formar 50 times ágeis divididos em 6 releases trains e o que precisamos mudar em nossa estratégia de transformação para superar os desafios. Já existem bots e interfaces por aí “”falando pelos cotovelos””… A pesquisa Speak Easy – The Future Answers To You diz que as interações vocais mostram níveis mais baixos de atividade cerebral do que as por digitação. A justificativa é imbatível: a voz humana é inerentemente mais intuitiva. Não é à toa que as marcas querem uma voz “de verdade”! Conheça o processo de trabalho do Voice User Interface Designer de ponta a ponta e o mindset “3C’s” para interfaces conversacionais invisíveis: escrita pensada para a fala, atenção com a memória de curto prazo e falar o conteúdo escrito em voz alta. Os indicadores que medem o desempenho de uma equipe podem determinar o sucesso ou o decretar o fracasso da estratégia de inovação de uma grande empresa ou do potencial criativo de uma startup. Embora o efeito causal entre o comportamento humano e a consecução de uma estratégia pareça “óbvio”, o cuidado com a construção desses indicadores e a análise sobre as consequências provocadas no sistema muitas vezes não é realizada com a correta atenção. Os objetivos estratégicos de sua organização estão alinhados com os objetivos individuais dos colaboradores? Iremos apresentar o K.P.B – Kanban Planning Board, uma ferramenta de gestão ágil que aplica conceitos/métricas Kanban com métricas tradicionais de gestão de projetos mas de maneira SIMPLES, OBJETIVA e ENXUTA; Elaborada para suprir uma necessidade de começar a acompanhar o dia a dia de várias equipes, onde, o modelo de trabalho “não planejado” é utilizado. Apresentaremos relatos de como essa ferramenta esta sendo bem aceita por todos os envolvidos (mesmo aqueles que são avessos a agilidade) e ganhando muito espaço para utilização dentro da empresa.
11:45

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Product Backlog: Técnicas para melhorar o refinamento
Juliana Cainelli
(TOTVS)
Kanban Pizza Game: um jeito divertido e diferente de se aprender Kanban!
Jackson Varjão
(ExxonMobil)
Como auxiliar times de projetos na execução de planejamentos e estimativas com transparência e boa comunicação entre todos os envolvidos. Quais técnicas podem ser utilizadas desde a quebra de stories até a estimativa. Neste workshop vamos trabalhar ferramentas na prática que auxiliam o time no refinamento do backlog e diminuem as incertezas. Muitos desconhecem o real potencial das práticas Kanban e como elas podem ajudar times alcançarem resultados inesperados. Este workshop permite que times vivam na prática como o Kanban deve emergir de um processo e existente, ao invés do foco no Kanban board, muito comum em times inexperientes. Um kanban board sem contexto é apenas um kanban board. Quer saber mais? Venha se divertir e aprender nesse workshop!
12:25  width= Trabalhando a melhoria contínua na organização a partir de um raio x da saúde e nível de maturidade dos nossos times
Felipe Barbalho
(Pitang Agile IT)
UX não como departamento, mas uma competência organizacional
André Cruz
(Banco Bradesco)
OKRs para todos! Boas práticas de como utilizá-los de maneira simples, prática e eficaz gerando resultados!
Ronaldo Menezes
(Telefônica VIVO)
Kudo Wall: Motivando pessoas através do reconhecimento
Roberta Koche
(Trinca)
Vamos conversar como foi que dentro da nossa estratégia de transformação ágil chegamos na escolha de um processo que medisse a maturidade e saúde dos nossos times, com o objetivo de apoiá-los na melhoria contínua e também de acompanhar o trabalho realizado pelo time de transformação em toda a organização. Como foi a formação dos facilitadores para apoiar nesse processo; qual a nossa estratégia para escalar nosso programa de health check e a ferramenta utilizada; quais os resultados alcançados até o momento e onde queremos chegar. A proposta vai tratar sobre a necessidade de que as competências de UX, principalmente a de colocar o cliente no centro de todo o processo de desenvolvimento de um novo produto ou serviço, não deve ser uma missão de uma área de UX ou de apenas um conjunto de profissionais de uma organização, mas de todo o quadro envolvido no desenvolvimento de serviços e produtos (isso inclui times dev, PO, BAs etc.) O objetivo desta palestra será dividir com todos vocês, baseado em experiências práticas vividas prestando consultoria para empresas de vários segmentos e tamanhos, boas práticas de como utilizar OKRs para atingir grandes resultados no seu negócio e, até mesmo, na sua vida para alcançar metas pessoais A importância de compartilhar as conquistas e agradecer pode gerar mais engajamento, integração e motivação. A práticas dos Kudos começou há três anos na Trinca e se tornou uma tradição. Compartilho nessa conversas como foi essa experiência, os erros, acertos, aprendizados e resultados obtidos neste tempo.
13:05  width= Como inovar no momento de tantos débitos técnicos!
Augusto Pierzynski
(Nubank)
Sistema Close The Loop: Propósta para Fechamento do Ciclo como processo de crescimento sustentável da lealdade do cliente
Jefferson Affonso
(Claro Brasil)
O essencial para um gestão baseada em metas
Alberto Souza
(Caelum)
Faço Scrum, mas…
Rodrigo Heleno
(Ame Digital)
Débitos técnicos (ou talvez melhor falar sobre desafios de tecnologia) são uma grande pedra no sapato quando estamos desenvolvendo um produto. Você que trabalha na área já deve ter passado por essa situação quanto deseja focar no desenvolvimento de novas features e os engenheiros lhe apresentam um outro backlog cheio de bugs, problemas de performance, etc. E nesse momento a priorização entre continuar entregando novas features e manter o produto funcionando é muito complexa. Nessa apresentação vou mostrar algumas dicas/estratégias para facilitar as conversas e direcionar como organizar o seu roadmap nessa situações. Desde o surgimento do NPS os conceitos avançaram de um simples indicador de lealdade (Net Promoter Score®) para um sistema complexo de fechamento de ciclo (Net Promoter System®), sempre visando o aumento da lealdade do cliente e consequentemente o crescimento sustentável das organizações. Porém, quais as etapas do INNER e OUTER LOOP? O que é o HUDDLE? Quais tecnologias devo utilizar? São muitas as dúvidas e questionamentos neste sentido. Vamos, nesta palestra, apresentar uma proposta de trabalho que pode ser facilmente adaptada a qualquer porte de organização. Dois anos foi o tempo que levou para transformarmos a dinâmica de trabalho de todos os times que lidero na Caelum. A nossa gestão é totalmente inspirada em grandes pesquisadores da psicologia do nosso tempo: Bandura, Locke e Ryan. Fizemos um trabalho progressivo de definição de metas e isso nos levou a entregar de maneira muito mais eficiente, respeitando a maioria dos deadlines e aumentando demais o nível de satisfação no trabalho. Na palestra vamos ver os pilares que precisam ser seguidos para uma boa definição de objetivo e como eles podem ser implementados para qualquer cenário. Falar sobre scrum no dia-a-dia não é facil. Alguns dizem que é normal pular ou modificar algumas etapas para se adequar a realidade das empresas ou as diretrizes superiores, mas se você pensar no scrum framework e nas suas 12 ou 13 páginas de scrum guide, lá diz que o scrum é um framework básico para seu funcionamento. Sendo assim, remover ou modificar elementos irá danificar seus resultados esperados. Pensando nisso, vou elencar alguns casos clássicos de adulteração do framework, o resultado alcançado versus esperado, mostrar o formato mais adequado e seu resultado.
13:45  width= Como a Hypersprint pode acelerar a adoção do mindset ágil do seu time Scrum
Diego Bonilha
(Adaptworks)
Esqueça (quase) tudo aquilo que você ouviu sobre acessibilidade, te enganaram esse tempo todo!
Marcelo Sales
(Itaú Unibanco)
Como usar OKRs na gestão de produtos e projetos?
Antonio Polo
(Stefanini)
Gestão de Produtos em equipes remotas
Rafael Penteado
(Gympass)
A arte de fazer acordos
Rodrigo Bastos
(Target Teal)
Patterns – Porque você precisa conhecê-los
Rodrigo Camargo
(Massimus)
O início de qualquer mudança é sempre complicado. Essa máxima vale para times e gestores. Experimentação, inovação e novas atribuições nem sempre combinam com o cenário que até então eles trabalhavam. Neste case, vou mostrar como a Hypersprint pode ajudar o seu time a vencer o medo da falha e a resistência em adotar novas práticas criando um alicerce forte para o mindset ágil da sua organização. Todos te falam que você precisa ter um produto ou serviço acessível e que se não o fizer assim, você estará excluindo quase 25% dos brasileiros que possuem algum grau de deficiência. E se eu te disser que a falta de acessibilidade em um produto pode excluir quase 100% dos seus possíveis usuários e determinar o sucesso ou fracasso dele? Já parou pra pensar o que de fato é acessibilidade digital? Que tal saber na prática o que empresas como Amazon, Booking.com, American Airlines, Apple, Google e tantas outras fazem de fato sobre acessibilidade e como você também deveria fazer e atuar? A palestra apresenta a adoção dos OKRs (Objetivos e Resultados-Chave) na gestão de produtos e projetos. Ela aborda a problemática de se medir resultados e não somente as entregas. Também, as dificuldades com as métricas de vaidade e baseadas em desvio padrão. Por fim, propõe uma metodologia prática, com “baby steps”, para começar a obter os benefícios dos OKRs na próxima Segunda Feira. Trabalho remoto é uma tendência em alta no mercado atualmente, e exige algumas adaptações nas dinâmicas e no mindset da equipe para que a comunicação e as entregas não sejam prejudicadas. Nessa palestra você verá alguns dos benefícios e desafios dessa nova realidade, com um conjunto de boas práticas baseadas em experiência própria. Se queremos agilidade organizacional, precisamos estar dispostos a olhar para as condições que geram ou inibem a auto-organização em escala. A cadeia de comando parece ser um obstáculo. Porém, você já percebeu que na ausência de estruturas hierárquicas as organizações caem com facilidade em um pântano da inação ou passam a ser comandadas por uma politicagem feita nas sombras? Para lidar com esse desafio precisamos de acordos sobre poder e autoridade. Fazer esse acordos não é algo trivial e não existe uma ciência exata. É o que chamamos de “A arte de fazer acordos”. O Workshop irá abordar os Patterns apresentados no ScrumPlop. Alguns do Patterns a serem abordados:
– Illegitimus Non Interruptus – Como você lida com a mudança de prioridades?
– Stable Teams – Por onde começar?
– Swarming – Como você entrega os items rapidamente?
– Yesterday’s Weather – Como selecionar itens do backlog para a Sprint?
O objetivo final é que os participantes compreendam a importância de aplicar Patterns em suas empresas e que, quando bem aplicados, essa serie de padrões leva o(s) Time(s) ao aumento de performance sustentável e mensurável.
14:25  width= Pair Coaching: como o pareamento antecipou riscos e potencializou resultados dentro de um mesmo cliente.
Diogo Barbosa
(Objective Solutions)
Agile e UX, um assunto resolvido, e faz tempo! Será?
Tiago Silva
(UNIFESP)
Kanban Coach: Transformação muito alem das métricas.
David Garcia
(Banco Original)
De 70 mil pés ao chão: aterrissando seu escopo
Camila Primasi
(C6 Bank)
A técnica de Pair surgida no XP pode ser aplicada de diversas formas fora desenvolvimento. O potencial de exponenciar resultados, antecipar riscos e ampliar conhecimentos foi colocado em prática em um grande cliente e se provou útil. Nessa palestra mostraremos as técnicas aplicadas, os acertos, as falhas e os resultados em um cliente real, aplicado em um ambiente complexo e que trouxe resultados interessantes de como 2 coachs, trabalhando em Pair provaram que essa técnica não é boa apenas para desenvolvimento. Vivemos em um mundo orientado pela experiência: a UX de um produto de software geralmente determina seu sucesso ou fracasso. Se você está no negócio de software, está no negócio de UX. Embora a integração entre Agile e UX Design seja um tema estabelecido e que tem sido discutido há mais de uma década, sempre há trabalho a ser feito, questões a serem abordadas e descobertas a serem realizadas. A evidência geral de que não devemos gerenciar e controlar dois processos separados é sólida. A adoção de abordagens de Agile UX tem crescido constantemente, mas ainda existem perguntas em aberto. Será? A utilização do método Kanban tem crescido no mercado, e com ele conceitos limitados emergem, a falta de informação tem feito com que praticantes do método se limitem apenas a coleta de métricas e gráficos estatísticos, esquecendo que Kanban vai muito além de números. Vamos falar sobre transformação cultural, tribalismo e sociologia comportamental pela ótica do Kanban mostrando todas as ferramentas que um coach em Kanban pode utilizar. A palestra que será apresentada é sobre o case de construção do C6 Bank, no início do projeto, elucidando as técnicas que foram usadas para que saíssemos da idéia de construir um banco múltiplo do zero, com exercícios de priorização de produtos e features, até chegar aos times de desenvolvimento. Neste processo, usamos técnicas de design thinking, com product discovery, entrevistas e brainstorms. Na sequência, aplicamos a lean inception, e fizemos alguns processos de story mapping e upstream de produto. Mas o foco não é falar necessariamente das técnicas; isso a gente encontra com certa facilidade. A ideia é mostrar que com técnicas simples um agilista ou analista de requisitos pode puxar a responsabilidade e conseguir quebrar as pedras grandes do caminho, dando visibilidade ao time e a empresa do que precisa ser construído. Como um case, vou falar também o que não deu certo e estamos fazendo diferente.
15:05

Painel

Convidados: Aguardando Confirmação

Temas complexos não possuem uma única resposta certa, dependem de muitas variáveis, de contexto e, as vezes, de sensibilidade para interpretar e identificar abordagens bem sucedidas. Conhecer experiências e pontos de vista diferentes é a melhor forma de se capacitar para lidar com questões de alta complexidade.
Os Trends Panels reúnem sempre profissionais experientes para compartilharem suas opiniões e pontos de vista sobre assuntos complexos. Os participantes do evento interagem diretamente colocando perguntas e um facilitador especialista na área conduz a sessão para potencializar e enriquecer ainda mais o debate.

Simulação Ágil-DevOps
Bruno Caiado
(VentoNorte)
O Poder das Estruturas Libertadoras (Liberating Structures)
Fabio Fioratti
(Concrete)
Quer compreender na prática os princípios de DevOps e da Agilidade? Venha participar da Simulação Ágil-DevOps, que fornece um ambiente para testar diferentes formas de trabalho em equipe e verificar na prática o que realmente funciona. A simulação ocorre em 3 rounds e divide as pessoas em papéis de Negócio, PO, Scrum Master, Dev, Teste, Ops e Service Desk e mede de forma objetiva através de métricas de negócio e de tecnologia o impacto de diferentes formas de priorizar o trabalho e organizar e liderar equipes. O workshop “O Poder das Estruturas Libertadoras (Liberating Structures)” tem o ousado objetivo de apresentar de forma prática as Liberating Structures. Se em agilidade pregamos a formação de times multidisciplinares, com isso temos diferentes skills, personalidades e diversidade. E será que extraímos o máximo potencial desses grupos, quando fazemos uma reunião ou um evento no formato aluno / professor ou mesmo de brainstorm? Vamos usar estruturas para dar liberdade as pessoas, onde todas possam expressar sua opinião e fazermos uso da inteligência coletiva para chegar as melhores soluções.
15:45  width= Muito além do Starfish
Pedro Alexandre Souza
(Everis)
Extreme Users: Como otimizar sua entrega de valor ao definir usuários chave
Carlos Santana
(Natura)
Aguardando Confirmação
Conectando os processos de discovery e delivery
Tuanny Gonçalves
(Conta Azul)
As retrospectivas estão monótonas? Já foram tentadas todas as variações possíveis do “Manter”, “Parar” e “Começar”? As equipes já cansaram do formato? Já sabem de cor a dinâmica e não veem um plano de ação literalmente “em ação”? Como exercitar a busca por excelência, um dos pilares da motivação 3.0, sem conhecer aquilo que restringe o desempenho dos times? Venha conhecer um caso real de retrospectivas de times que conseguiram reduzir drasticamente, de forma sistêmica e coordenada essas restrições, através de ações propostas por quem melhor conhece o processo: eles próprios. Colocar o ser humano no centro de nossas decisões é o pilar fundamental na vida de qualquer designer, mas para isso precisamos entender quem são essas pessoas e como podemos atende-las. Nesta palestra compartilharei técnicas e métodos para identificar e priorizar usuários extremos que poderão acelerar a capacidade de gerar valor significativo dentro e fora da organização. Scrum, kanban, scrunban, a maioria já sabe como seguir e agir no processo de delivery, sabe que uma boa priorização garante o sucesso do produto, mas de onde vem o backlog? A construcao desse item é de suma importância para que o time não produza rápido o produto errado. As discoveries são o que me ajudam na boa priorização e definição de backlog, mas como conectar isso ao delivery? Qual é a entrada da discovery? Por que não nos preocupamos e colocamos agilidade também nesse processo? Apresentarei a forma como construí essa conexão nas minhas squads.
16:25  width= Como ser polêmico sem ser demitido
Igor Ebrahim
(Avanade)
Design at Scale, como escalar o design em uma empresa global.
Guilherme Gonzalez
(Gympass)
Medir a confiança, uma alternativa ao Burndown chart
Ingrid Andrade
(Globo.com)
Fatiar, por que fazer, o que fazer e quando fazer
Raphal do Carmo
(PagSeguro)
Nesta palestra, falo sobre como o conhecimento sobre agilidade, estilos de comportamento, moedas de troca e táticas de negociação ajudaram a mudar os rumos de um contrato e o mindset de uma empresa. Destaco, a habilidade de influenciar pessoas sem exercer autoridade e estimular comportamentos corajosos a partir do exemplo como fatores determinantes para o sucesso dessa transformação. O mercado hoje exige cada vez mais dos designers dentro de uma empresa, confirme o negócio cresce, evolui e escala, os designers se tornam mais fundamentais para manter a coesão na experiência do usuário. Como garantir o bom funcionamento de um time de design que possui atuação global, como garantir o bom funcionamento do time a distância e como garantir uma boa consistência e regir princípios de design eficientes para todos? Além de entender para que serve e qual o papel de um DesignOps no seu time, e até se ele precisa de um. Trazendo cases práticos do unicórnio brasileiro Gympass. Quando falamos de acompanhar o andamento de uma sprint, diversas vezes tentamos usar contagem de pontos, quantidade de tarefas planejadas e caímos no mindset tarefeiro e perdemos de vista o objetivo com que nos comprometemos. Aprenda a usar uma métrica alternativa que devolve o foco ao resultado. Um dos maiores desafios do papel de um product owner e de um time ágil é saber como fatiar uma user story em histórias pequenas e de grande valor. É muito comum encontrar em seu backlog alguma user story épica que necessita de um enorme esforço para ser entregue para o usuário além de dificultar o trabalho de estimar e até o entendimento do que deve ser feito. Mostrarei a importância de fatiar as histórias e exemplos de como possibilidades de fatiamento.
17:05

KEYNOTE SPEAKER
Henrique Imbertti

Diretor de Agilidade Organizacional – Magalu

Henrique Imbertti é Diretor de Agilidade Organizacional do Magalu (Magazine Luiza). É formado em Design, tem MBA em Gerenciamento de Projetos e, desde o início de sua carreira, atua na área de tecnologia, onde aprendeu a programar. Porém, acabou se apaixonando por novas maneiras de gerenciar o trabalho do conhecimento e iniciou assim a sua jornada Lean & Agile.
Lidera o time de agile coaches que busca fomentar a agilidade organizacional no Magalu. Nos últimos 12 anos, ele vem ajudando empresas a trabalhar de forma mais ágil. Nessa jornada, ele teve uma experiência internacional, passou por algumas startups e por grandes empresas, como Spotify e Yahoo!.

18:05 Encerramento